Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Banana, a melhor opção para a produção orgânica


Resultado de imagem para banana orgânica
O manejo natural da banana torna o fruto uma das culturas mais fácil de ser adaptada para o sistema orgânico. De acordo com Ana Lúcia Borges, pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Mandioca e Fruticultura, aproximadamente, dois terços de toda a massa da bananeira retorna para o solo, restituindo quase 70% dos nutrientes que produz, não sendo necessário colocar tanto adubo. E isso vem do encontro com os métodos orgânicos, que exigem técnicas ambientalmente sustentáveis e a não utilização de agrotóxicos ou adubos químicos solúveis.
Insumos como fertilizantes, corretivos e inoculantes só podem ser usados se permitidos em Instrução Normativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). No mercado existem produtos certificados. Os nutrientes podem ser supridos por meio de fontes orgânicas (adubo verde, esterco animal, torta vegetal ou cinza) ou minerais naturais (calcário, fosfato natural e pó de rocha), além de sua mistura. Quando o produtor aproveita resíduos da sua propriedade, além de reduzir custos com transporte, ele também utiliza coberturas vegetais apropriadas para o ecossistema da região.
“A agricultura orgânica é mais adequada e viável ao pequeno agricultor, porque ele pode usar tudo da sua área. Se ele tem um animal, até mesmo uma galinha, pode usar o esterco, fazer o composto e colocar na bananeira”, explica Ana Lúcia. Segundo a pesquisadora, outros resíduos que podem ser usados no composto são bagaço de laranja ou de cana-de-açúcar, cinzas de madeira, polpa de sisal, raspa de mandioca, torta de algodão, cacau ou mamona.
Saudável
De acordo com Ernani Teixeira Campos Júnior, gerente da Fito Produtos Orgânicos, esse tipo de produto é procurado por quem busca uma alimentação mais saudável. “Muitas mães usam a banana orgânica para fazer papinha para seus bebês. A venda tem crescido. Quem experimenta, dificilmente volta para a convencional. Geralmente, ela é mais cara que a convencional, mas, no período de safra, já ocorreu de ficar até mais barata”, conta Ernani.
Custo
No processo de produção da banana orgânica não é usado nenhum produto para forçar o amadurecimento do fruto, sendo necessários nove meses para a colheita. Segundo Gilvan, a fruta é um pouco menor que o convencional, mas seu paladar é completamente diferente. Como o processo não permite produzir o ano todo, a produção total é menor. Segundo o produtor, o custo da banana orgânica chega a ser cerca de 40% maior, reflexo do maior custo de produção.

Fonte: Estado de Minas

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Salada orgânica é integrada ao cardápio do McDonald’s

Salada composta por vegetais orgânicos é a mais nova aposta da franquia McDonald´s no Brasil. A começar pela capital paulista, a ideia é aumentar a distribuição em outras unidades por todo o País, conforme os fornecedores consigam ampliar a produção.
De acordo com a operadora da rede na América Latina, Arcos Dourados, o McDonald´s será a primeira no ramo de fast food a adotar a iniciativa de incluir esta categoria de alimentos no cardápio regular.

Fonte: Primeira Página/Estadão

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Estados Unidos irá aumentar a produção de alimentos orgânicos nos próximos anos

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estão tentando aumentar a produção de alimentos orgânicos no país porque a demanda está superando o volume produzido. Eles planejam permitir que os agricultores orgânicos parem de vender seus produtos por um preço elevado por este motivo, que esta fora do preço normal diante dos produtos convencionais. Eles esperam que, fazendo isso, eles possam aumentar a oferta e ajudar a cobrir os custos dos orgânicos.
Em 2015, as vendas totais de produtos orgânicos atingiram um recorde de US $ 43,3 bilhões, um aumento de 11% em relação ao nível recorde do ano anterior, de acordo com a Organic Trade Association. Esses números mostram uma crescente demanda por produtos orgânicos. O programa vai "facilitar o investimento na agricultura de transição através de um conjunto consistente de regras e, finalmente, apoiar o crescimento contínuo da agricultura orgânica", disse o USDA em um comunicado. 
Os agricultores devem cultivar durante três anos sem utilizar substâncias proibidas, como sementes geneticamente modificadas e pesticidas sintéticos, para serem certificadas como totalmente orgânicas. 

"Aqueles que estão mudando suas terras agrícolas para a produção orgânica deve seguir os mesmos regulamentos que aqueles que já foram totalmente certificados", o USDA esta tentando combater uma brecha onde os agricultores estão marcando produtos como orgânicos quando ainda estão em transição. Os agricultores que desejem abandonar o período de transição terão de cumprir os regulamentos por um período máximo de um ano e, após esse ano, deverão ser certificados por agentes credenciados pelo USDA. 

fonte: reuters.com 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Copavi do Paraná se prepara para ter o selo de orgânico na produção de leite

No noroeste do estado de Curitiba, em uma cidadezinha chamada Paranacity, com pouco mais de 11 mil habitantes, a Cooperativa de Produção Agropecuária Vitória Ltda (Copavi) está a todo vapor. Depois de quatro anos, os agricultores rurais da cooperativa se preparam para ter, pela primeira vez, toda a produção agropecuária orgânica. Esse marco será feito com um dos itens mais difíceis, o leite. Se tudo der certo, a partir de fevereiro de 2017, moradores de municípios próximos a Paranacity já poderão comprá-lo com o selo de produto totalmente orgânico.
Segundo dados divulgados pelo governo do Paraná, o estado fecha 2016 com o título de maior produtor de alimentos orgânicos do país e o segundo com o maior número de propriedades certificadas para a produção de orgânicos. São 1.966 propriedades, de acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, atrás apenas do Rio Grande do Sul.
Vice-presidente da Copavi, Solange Parcianellu Pellenv, de 54 anos, conta que o carro-chefe da cooperativa é a cana-de-açúcar e, desta matéria-prima, saem o melado e a cachaça, ambos orgânicos. A plantação de verduras também leva o selo e a expectativa agora é pelo leite. “Temos minilaticínios, embalamos o leite à mão e entregamos em três municípios, no entanto, ainda como produto convencional. Estamos há quatro anos na luta, fechando o ciclo de um ano, sem adubação, sem antibiótico, com todos os cuidados, para ter esse selo", explica Solange.
Além do sonho de transformar toda a propriedade em produção agroecológica, a agricultora conta que a mudança também reflete na renda. Um exemplo: o que eles ganham, hoje, com a venda do leite produzido por 200 cabeças de gado, seria substituído pela produção de apenas 40, sendo essa uma produção totalmente orgânica.
Políticas públicas
Um dos incentivos governamentais mais acessados pelos 38 agricultores associados à Copavi é o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Eles atendem cerca de 29 municípios com bolos, bolachas e verduras. "Ajuda demais. É uma forma que temos de escoar nossos produtos. É um bom programa porque a gente planta, vende e tem o dinheiro certinho ali. Isso é uma segurança para as 22 famílias que vivem aqui", garante Solange. Além do Pnae, os agricultores também acessam o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que financia projetos individuais ou coletivos.
Sobre o Selo Orgânico
A Lei dos Orgânicos (nº 10.831) foi regulamentada em 2011. Desde então, há um selo único como padrão para todo território nacional. É este símbolo, contido nas embalagens dos produtos, que diferencia o produto orgânico (livre de agroquímicos) do convencional para o consumidor.
Para obter a certificação, é preciso passar pela avaliação de um Organismo da Avaliação da Conformidade Orgânica (OAC) credenciado junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Mas é possível também se organizar em grupo e se cadastrar junto ao MAPA para realizar a venda direta para o consumidor sem certificação.


Fonte: Assessoria de Comunicação Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Mercado de orgânicos brasileiro cresce devido a novos hábitos e proteínas

A mudança nos hábitos alimentares da população superou a crise econômica para o setor de orgânicos. A estimativa prévia é de que o segmento tenha encerrado 2016 com ganhos de 15% em faturamento e a expansão da proteína animal é o foco da cadeia.
A atualização mais recente sobre o número de unidades produtivas de itens agroecológicos registrados no Ministério da Agricultura, realizada em dezembro passado, aponta um incremento de cerca de 30% em relação ao ano anterior. Atualmente, são mais de 14 mil fabricantes desse topo matéria-prima no País.
"Houve intensificação na produção de carne e lácteos. Com isso, surge uma demanda para milho e farelo de soja também orgânicos para alimentar os animais, dando sustentação para a cadeia", conta o presidente do Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável (Organis), Ming Liu. O executivo acredita que o setor tenha atingido R$ 3 bilhões em receitas no ano passado, contra R$ 2,6 bilhões em 2015.
Uma saída para manter o desempenho desse mercado no azul foi a comercialização em feiras livres específicas. Ao todo, o País já conta com 641 feiras, cuja concentração está no eixo Sul-Sudeste, com 445 unidades, de acordo com um levantamento do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).
"As feiras vieram como uma alternativa econômica para a manutenção do consumo no momento em que o varejo estava em crise", explica Liu. "Neste tipo de comércio, você encontra produtos que geram remuneração até 30% maior do que o valor convencional", acrescenta o diretor da Associação de Agricultura Orgânica (AAO), José Estefno Bassit.
De modo geral, a expectativa é extremamente positiva para o setor. Estima-se que no Brasil o consumo desta linha de produtos gire em torno de 1% da demanda total por alimentos. Nos Estados Unidos, conhecido pelos altos níveis de obesidade e alimentação em fast foods, este percentual representa 10%.
Segundo o presidente da Organis, a agroindústria processadora já identificou este potencial de crescimento e as intenções do consumidor e cada vez mais geram demandas de matéria-prima. Este seria mais um fator que dá fôlego tanto para o surgimento de novos produtores de orgânicos, quanto da conversão da produção convencional.

Mercado paulista

Para melhorar a mensuração dos resultados paulistas - um dos mercados mais relevantes da cadeia - o Instituto de Economia Agrícola (IEA), ligado à Secretaria da Agricultura e Abastecimento de São Paulo, vai divulgar, a partir deste ano, um levantamento periódico de preços da produção de orgânicos e dados estatísticos sobre a agricultura familiar.Conforme informações do governo paulista divulgadas nesta semana, o material será produzido em conjunto com as Coordenadorias de Assistência Técnica Integral (Cati) e de Desenvolvimento de Agronegócios (Codeagro) e vai servir de base para ações de segurança alimentar.
O diretor da AAO acredita que São Paulo conta com cerca de 30 feiras livres para o segmento agroecológico. No município de Joanópolis (SP), Bassit produz chás, frutas desidratadas, geleias e molhos de tomate e obtém um faturamento de R$ 150 mil mensais. "Para o Brasil sou um médio agricultor. Nos Estados Unidos eu seria um micro", pondera.

Cenário global

Em 2016, o mercado de orgânicos movimentou US$ 80 bilhões no mundo inteiro. Na Alemanha, por exemplo, 25% de toda a demanda por alimentos é atendida pelo segmento. Há rumores de que na Dinamarca o objetivo é converter 100% da produção para orgânica em cinco anos.
"Há um movimento global de modificação nos hábitos alimentares na direção de comidas mais saudáveis", comenta Bassit, da AAO. Liu, que também é presidente da Organics Brasil - projeto de fomento em parceria com a Apex-Brasil - destaca que a sociedade mantém o consumo no intuito de prevenir problemas de saúde.Neste contexto, o Brasil dobrou seu faturamento de exportação no setor em cinco anos, ao bater US$ 160 milhões em 2015.


Fonte: DCI

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

IEA vai monitorar mercado de orgânicos e desempenho no estado de São Paulo

O Instituto de Economia Agrícola (IEA), ligado à Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, vai divulgar, a partir deste ano, um levantamento periódico de preços da produção de orgânicos e dados estatísticos sobre a agricultura familiar.
O material será produzido em conjunto com as Coordenadorias de Assistência Técnica Integral (Cati) e de Desenvolvimento de Agronegócios (Codeagro) e servirá de base para ações de segurança alimentar.
Entre os projetos para 2017 anunciados pelo diretor-técnico Celso Luiz Rodrigues Vegro, o IEA pretende trabalhar em parceria com entidades ligadas ao setor agrícola e também elaborar análises sobre o mercado de terra, com o apoio da Secretaria da Fazenda e da Receita Federal do Brasil.
Além das publicações e estudos sobre economia agrícola divulgados periodicamente, o IEA, que no ano passado completou 74 anos de atividades, pretende promover 16 encontros temáticos dirigidos à sociedade, com a participação de especialistas do setor.


Fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br/

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

EUA: hidroponia pode permanecer orgânica, ao menos por enquanto

Os produtores norte-americanos de cultivos hidropônicos podem continuar a rotular os seus produtos como orgânicos certificados. Bem, pelo menos por um tempo. Para ser mais preciso; Até a próxima reunião do Conselho Nacional de Padrões Orgânicos em abril de 2017. O conselho consultivo teve um tempo difícil discutindo o regulamento atual em St. Louis na semana passada e decidiu adiar o voto controverso. 
O debate sobre se as culturas, sem qualquer tipo de solo ou cultivadas em um meio como turfa deve ser qualificado como cultivados organicamente, foi aquecido ao longo dos últimos meses. Em resposta, um grupo de produtores de hidropônicos uniu-se e formou a Coalition of Sustainable Organics, defendendo que "é necessário que o cultivo em estufas continue sendo incluído como uma opção orgânica para alimentar uma população crescente". O grupo diz que os padrões orgânicos atuais - que permitem produtos orgânicos containerizados - funcionam bem desde que foram adotados em 1990 como parte da Lei de Produção de Alimentos Orgânicos. O USDA que realizou uma extensa avaliação desses padrões em 2010, por meio do Programa Nacional Orgânico, e afirmou a legitimidade dos produtos orgânicos cultivados através de métodos de contêineres tem dito que mudanças de regras que têm funcionado por mais de 25 anos, especialmente neste momento, é irresponsável e ruim para os consumidores 
No outro lado do debate, os produtores orgânicos, que utilizam solo, estão unidos. Eles são apoiados por diversos organismos, como o Instituto Cornucópia, que alega que o USDA permitiu que mais de 100 operações estrangeiras e domésticas, sem solo, se tornassem orgânicas certificadas. "Isto está criando uma concorrência desleal para os produtores em solo dos EUA. Um dos problemas é que no comércio internacional na maioria dos países é proibido a certificação orgânica de produtos hidropônicos sem solo, incluindo os 28 países da União Européia, México, Japão e Canadá. “
Na semana passada, a NOSB votou por 10-4 para enviar de volta à comissão a decisão de permitir que a produção hidropônica seja certificada orgânica. A NOSB, com novos membros, votará novamente sobre a questão durante sua reunião de abril do próximo ano.


Fonte: USDA

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Shopping de Jaraguá do Sul – SC terá feira de orgânicos todas as sextas-feiras

Têm novidade para os jaraguaenses adeptos da alimentação saudável, natural e livre de agrotóxicos: nessa sexta-feira (9), o Jaraguá do Sul Park Shopping vai receber a primeira Feira de Orgânicos. Mas a boa notícia mesmo é que a feira será uma ação semanal dentro do empreendimento. A feira acontecerá todas as sextas-feiras, das 10h às 20h, no piso L1.
O principal objetivo é facilitar o acesso a frutas, verduras e hortaliças orgânicas, vindos diretamente campo do agricultor para a mesa dos consumidores. Todos os alimentos comercializados na iniciativa possuem a certificação de produção orgânica emitida pelo Ministério da Agricultura.


Fonte: Comunicação Jaraguá do Sul Park Shopping/Entrelinhas

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

China e Nova Zelândia assinam acordo de reconhecimento mutuo de produtos orgânicos

O acordo, assinado em Pequim, em 14 de novembro, seguiu três anos de negociações discretas e um ano de intensa cooperação envolvendo o Ministério de Indústrias Primárias (MPI), os produtores de orgânicos, e certificadores em ambos os países. O acordo abrange a exportação e importação de alimentos orgânicos e ingredientes, com exceção da apicultura, a aquicultura (peixe, mariscos e plantas aquáticas), e têxteis. Pelo menos 95% dos ingredientes de produtos processados ​​orgânicos exportados na Nova Zelândia ou China, devem ser certificados de acordo com OOAP da Nova Zelândia ou padrões orgânicos chineses.
O Gerente de Produção de Alimentos e Processamento Jacqui Bird disse que o negócio vai apoiar o crescimento do setor orgânicos da Nova Zelândia, proporcionando maiores oportunidades de exportação e importação.
"As exportações de produtos orgânicos certificados para a China são atualmente de US $ 27 milhões e tendem a crescer devido a custos de conformidade reduzidos e uma maior segurança e facilitação que o acordo proporciona aos exportadores da Nova Zelândia. Uma ampla gama de ingredientes orgânicos também estará disponível para alimentos processados ​​e insumos orgânicos para outros produtores.”
Rick Carmont, diretor executivo da Associação de Exportadores orgânicos da Nova Zelândia acredita que os custos de conformidade de certificação para o mercado chinês vai cair de cerca de US $ 150.000 por ano para menos de US $ 40.000, e que as exportações de produtos orgânicos da NZ para a China poderá dobrar dentro de um ano com o acordo.
A indústria orgânica na China tem crescido rapidamente nos últimos anos, de acordo com um  relatório de mídia chinesa, apesar de desaceleração da economia da nação. A venda total de produtos orgânicos atingiu 60 bilhões de yuans (US $ 12,3 bilhões) no ano passado, o dobro do que em 2013, com os produtos mais populares sendo os produtos lácteos, vinho, arroz e vegetais.
Certificadores chineses ainda terão de se envolver no processo de exportação de produtos orgânicos, como todos os produtos orgânicos chineses devem ter um único código de barras de 17 dígitos e estes terão de vir da China. Mas uma vez que os sistemas são criados, este deve ser um processo relativamente simples. Jacqui Bird disse ainda que o negócio chinês eleva o número de países com reconhecimento mútuo de certificação orgânica para 36, ​​a maioria deles na Europa. A próxima prioridade para MPI é conseguir um acordo similar com a Coréia do Sul e os EUA.
Rick Carmont disse que a Nova Zelandia é o primeiro país a assinar um acordo de reconhecimento mútuo para a certificação de produto orgânico com a China é "um grande passo para o sistema de segurança alimentar da Nova Zelândia". Ele diz que, da mesma forma que a China assinou seu primeiro acordo de comércio livre com a Nova Zelândia, poderá funcionar como um modelo comercial para futuros acordos.


Fonte: http://www.oanz.org/

sábado, 26 de novembro de 2016

Quem deve decidir se hidropônico é orgânico?

O USDA (United States Departament of Agricultures) está atualmente estudando a possibilidade dos cultivos hidropônicos ganharem o selo de orgânico e seriam denominados Hidropônicos orgânicos. Os adeptos desta cultura estão esperando ganhar esse status desde 2002. Mas isso pode mudar graças a uma nova força tarefa aquaponica que está fazendo estudos sobre o assunto. Havia sugestões em meados da década de 1990 que consideravam a hidroponia como orgânica, mais anos mais tarde estas sugestões não prosperaram. Uma recente reunião  da agência que está deliberando sobre a emissão de certificado de orgânico para hidroponia, terminou com a aceitação desta denominação.
A ideia de que cultivos hidropônicos podem ser classificados como orgânico, está causando sofrimento considerável entre os muitos agricultores que acreditam que os EUA, como em outros lugares do mundo, devem proibir a certificação orgânica de alimentos cultivados em outra coisa senão do solo. Os defensores da hidroponia orgânica têm um forte argumento para continuar a querer que este termo seja aceito pelo USDA. Ele se concentra na esfera do direito. Marianne Cufone, uma professora de direito ambiental na Universidade Loyola New Orleans, lista os muitos benefícios da agricultura hidropônica em uma recente entrevista na CNN onde afirmou, "certo número de cientistas, pesquisadores e especialistas da indústria apoiam que muitas fazendas hidropônicas são ideais para o cultivo orgânico, porque, entre outros benefícios, eles fazem uso inteligente de recursos e, assim, tem um impacto menos negativo sobre o meio ambiente natural.” Assim hidroponia orgânica seria o fim do mundo? Ou ao invés disso, o seu salvador? As pessoas precisam decidir isso. Não é difícil reconhecer que o solo é o centro para o conceito de "orgânico" como qualquer outra idéia ou coisa. Quando o movimento de cultivar alimentos de forma orgânica teve início na América o solo estava no coração da primeira certificação do país, concedida pela Oregon Tilth, que foi fundada no início de 1970 e ainda serve como um certificador orgânico hoje. A palavra "tilth" significa solo cultivado.
Por outro lado, também não é difícil reconhecer que o solo não é centro para o conceito do que é ou não é orgânico. Enquanto a maioria de nosso alimento é cultivado no solo, apenas uma pequena percentagem deles são"orgânicos" sob as regras do USDA. Em outras palavras, se dizer que o alimento é cultivado no solo pouco nos é útil saber se esse alimento é "orgânico" ou não. É importante notar também que, a particula "hydro" de hidropônico refere-se à água, que é orgânica por qualquer definição concebível. É tanto um composto que ocorre naturalmente como um componente necessário para a agricultura orgânica. Na verdade, é necessário de forma que o solo não é. Sem solo, há hidroponia.Sem água, não há vida. E não há agricultura orgânica.
Tudo o que a professora disse, parecem ser argumentos robustos sobre o assunto. A única desvantagem para esse debate é que se refere à regulamentação, e que um lado vai ganhar não porque prevaleceu o que se discutiu dentro do campo das idéias, mas porque ele conquistou a maioria dos membros de uma comissão nomeada pela USDA.

Fonte: http://reason.com/

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

A Tunísia é o segundo maior exportador orgânica da África

O Centro Tunisiano para a Promoção de Exportações (CEPEX) e a Direção Geral de Agricultura Orgânica, acaba de anunciar que a Tunísia fez grandes avanços na agricultura orgânica a tal ponto que tornou-se o segundo maior exportador orgânica na África, para 30 países nos cinco continentes.De acordo com Aziza Htira, CEO da CEPEX, a Tunísia tem atualmente 2.987 produtores orgânicos, 66 por cento dos quais são exportadores, que não só fornece a população tunisiana produtos que são bons para a saúde e respeitadora do ambiente, mas também cria empregos.
Entre os produtos orgânicos principais exportados pela Tunísia são, laranja maltesa tunisiana,Harissa,Bsissa, tâmaras, plantas aromáticas e medicinais, vários vinhos e bebidas e azeite de oliva.  Samia Maamer, diretora do setor de agricultura orgânica do Ministério da Agricultura, dos Recursos Hídricos e Pescas, afirma que este setor é muito promissor. "Somos o único país do mundo árabe a ter colocado em prática um regulamento técnico sobre o uso do solo para, mas vamos ter que pensar sobre uma nova estratégia, um novo modelo de agricultura orgânica com todas as suas realizações", disse ela.
Deve-se notar que a Tunísia é o único país Africano e árabe a se beneficiar do reconhecimento da equivalência com a União Europeia para a exportação de produtos orgânicos desde 2009. Este reconhecimento foi renovado em Junho de 2015 para um período indefinido.


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

A produção de ovos orgânicos em São Paulo


Uma fazenda em Rio das Pedras em São Paulo se especializou na criação de galinhas para produção de ovos orgânicos. O negócio que começou pequeno, agora conta com quatro granjas em 2 hectares com 5.200 aves.No local, boa parte da fazenda está coberta com pasto. Segundo a legislação, galinhas puedeiras orgânicas precisam ser criadas soltas em vez de gaiolas, como acontece nas granjas convecionais.Na prática, cada aviário tem um galpão equipado com coxes, bebedouros, ninhos para as galinhas botarem e poleiros, porque as aves dormem no local. Além disso, cortinas nas laterais para barrar o vento nos dias mais frias e que ficam abertas quando faz calor."Com o último barracão que a gente construiu, a gente calculou uma média de estrutura de R$ 50 reais por ave", explica o agrônome Leonardo Pierre.
As aves alternam entre dois píquetes na fazenda, que descansam a cada 45 dias para que a plantação se recupere. No sistema orgânico, os animais devem ficar em ambientes em que possam expressar seu comportamento animal natural. No caso das galinhas, isso inclui espaço para andar e ciscar à vontade.A criação de animais no sistema orgânico tem um gargalo, que é a alimentação, que deve ser preferencialmente orgânica. Porém, a oferta destes alimentos no Brasil ainda é pequena e os preços são altos. A legislação permite que o produtor coloque até 20% de produtos convecionais na formulação da ração, mas não podem ser transgênicos e ainda é preciso pedir autorização do órgão certificador para poder usar.Outra questão importante é a saúde das aves. Vacinas são obrigatórias, mas o uso de medicamentos alopáticos deve ser evitado ao máximo. Homeopatia e fitoterapia são liberados.
"Até hoje não fizemos uso de nenhum medicamento, nenhum tratamento alopático aqui", diz Leonardo, que usa tronco de bananeira para combater a verminose nas galinhas.Com saúde e bem alimentadas, as 5.200 aves do local produzem cerca de 4.800 ovos por dia. No mercado, eles chegam a valer quase 100% mais que o ovo convencional.


Fonte: http://g1.globo.com/

domingo, 13 de novembro de 2016

PepsiCo lança novo gatorade orgânico

De olho no crescimento do mercado de produtos orgânicos, a PepsiCo lança uma versão orgânica do Gatorade com a certificação do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês). O curioso é que o produto foi desenvolvido em laboratório e é uma espécie de teste para saber se um produto desenvolvido nessas condições, com sabores artificiais pode se adaptar a esse mercado que cresce a passos largos naquele país.
Para ser considerado orgânico, o novo Gatorade G Organic teve que se livrar de ingredientes artificiais e a PepsiCo precisou aperfeiçoar o processo de fabricação. Segundo a fabricante, a linha contém apenas sete ingredientes, passando por água, sal marinho, açúcar de cana orgânico, ácido cítrico, saborizante orgânico, citrato de sódio e cloreto de potássio. Cada uma das etapas foi aprovada pelo USDA, a fim de garantir que os produtos orgânicos sejam mais naturais e menos prejudiciais ao meio ambiente.
“Escutamos em alto e bom som nos vestiários e em nosso trabalho com nutricionistas que há um interesse e um desejo entre os atletas de consumir produtos orgânicos”, disse o vice-presidente sênior e gerente-geral da Gatorade, Brett O’Brien. “Em torno de 10 a 12% dos atletas dizem que estão interessados em comprar produtos orgânicos”.
Após dois anos de pesquisas, a empresa agora está vendendo o G Organic de morango, limão e frutas vermelhas em alguns supermercados, disse O’Brien. A empresa pretende expandir o lançamento para alguns mercados, lojas de produtos naturais e lojas de conveniência nas próximas semanas. 
O G Organic, que contém sete ingredientes, é a primeira bebida esportiva grande a atender aos consumidores de alimentos e bebidas que buscam produtos com menos ingredientes e componentes mais naturais.
O Gatorade, que controla 70% do mercado de bebidas esportivas, está enfrentando uma pressão maior de novos concorrentes, como a água de coco, porque os consumidores estão mais concentrados do que nunca nos ingredientes. As vendas do setor de alimentos orgânicos nos EUA chegaram a US$ 43,3 bilhões em 2015, 11% a mais que no ano anterior, e as vendas do setor de alimentos como um todo avançaram 3%, de acordo com a Organic Trade Association.
Mas o lançamento do G Organic tem seus riscos. A PepsiCo foi criticada recentemente após a troca do adoçante usado na Diet Pepsi, o que obrigou a empresa a relançar uma versão com aspartame menos de um ano depois de retirá-la do mercado. Embora a empresa não esteja modificando os ingredientes do produto que é seu carro chefe, como a PepsiCo fez com a Diet Pepsi, uma ampliação da marca Gatorade — que já inclui o G2, de baixa caloria — poderia confundir os consumidores.
“Como eles podem se concentrar na possibilidade de modificar os ingredientes sem alterar o sabor, esta é uma situação que beneficia a todos”, disse Adam Fleck, analista de bebidas da Morningstar. “Mas é preciso tomar muito cuidado para não excluir os clientes atuais na tentativa de atrair clientes antigos que abandoaram a marca ou um público novo”.


Fonte: Bloomberg

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

O ministério da Agricultura francês liberou um adicional de 50 milhões de euros para apoiar os agricultores orgânicos em 2016

Em uma reunião do Comité de pilotage du plan Ambition bio, o ministro da Agricultura frânces, Stephane Le Foll anunciou uma dotação adicional de € 50 milhões. Ela vai auxiliar os agricultores orgânicos e demais projetos no âmbito agro-ambiental e ação climática (CASM) em 2016. Desde 2015, os investimentos estão crescendo rapidamente, o que, para o ministério, "reflete a vontade dos agricultores de se envolver na direção da agro ecologia ". Para Stephanie Pageot, presidente da Federação Nacional de Agricultura Orgânica (PAAF), é um paliativo, mesmo que não está em conformidade com requisitos pelo PAAF pois segundo a Federação, seriam necessário 70 milhões de euros para 2016 e 90 milhões de euros para 2017. O orçamento para 2017 está definido para o próximo ano e é de 85 milhões para financiar compromissos vinculados a medidas agro-ambientais e apoio à agricultura orgânica.


segunda-feira, 7 de novembro de 2016

A renomada vinicultora espanhola Marimar Torres apresentou seus melhores vinhos orgânicos

Por ocasião da sua visita a Ibiza, a renomada vinicultora Catalão Marimar Torres realizou recentemente na fazenda Atzaró uma degustação dos seus mais conceituados e vendidos vinho orgânicos. Com base na Califórnia (EUA), onde dirige as atividades da adega e vinhas Don Miguel e Doña Margarita (nomes em honra de seus pais) localizada ao longo do pacifico em Sonoma County, Marimar Torres passou sua vida inteira ligada a vitivinicultura, e sua família tem produzido vinho desde o século XVII.
Torres adaptou sua ênfase natural e sua tradição européia aos seus vinhedos, produzindo vinhos apenas com uvas da sua propriedade obtendo uma reputação que transcende fronteiras. "Eu gostaria que as pessoas tenham a  impressão de que oferecemos vinhos que tem grande cuidado em seu processo de desenvolvimento, porque nas nossas vinhas levamos em conta os quatro elementos-chave fundamentais para a produção de um bom vinho; solo, clima, variedade da uva e a pessoa que está por trás do vinho. "
Especificamente dois vinhos brancos e dois tintos foram apresentados. O primeiro um Chardonnay 2014 do vinhedo orgânico Don Miguel. Em segundo lugar procedeu-se à degustação do La Masia, um Chardonnay 2014 também do vinhedo Don Miguel com castas de uva Rued e Spring Mountain. Em seguida, ela mudou para um vinho tinto, um Pinot Noir 2012 La Masia, da vinha Don Miguel, feito com uma combinação de uvas Pommard, Swan, Dijon 115 e Dijon 667, e, finalmente, terminou a Degustação com uma amostra de Pinot Noir 2013 Mas Cavalls,do vinhedo Dona Margarita, elaborado com uma mistura das variedades Pommard, Dijon 667 e Dijon 115.


Fonte: http://periodicodeibiza.es/

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Dinamarca - a maior nação orgânica do mundo


O mercado orgânico dinamarquês cresceu 17,8% no primeiro semestre de 2016 e a quota de produtos orgânicos é de 9,9% do total das vendas de alimentos no setor varejista dinamarquês. Isso torna a Dinamarca o mercado de orgânicos mais desenvolvido do mundo, diz um relatório da Organic Denmark. Produtos orgânicos no valor de quase 1,7 mil milhões de Coroas Dinamarquesas (228 milhões de euros) foram vendidos para cozinhas profissionais na Dinamarca em 2015, de acordo com a última declaração da Statistics Denmark. Isso corresponde a um aumento de 27% em relação a 2014. Mais do que triplicou em cinco anos. E o desenvolvimento positivo continua: a Organic Denmark espera que a venda de produtos orgânicos para o serviço de alimentação aumente em 25% em 2016.


Fonte: http://organicdenmark.dk/

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Mercado de orgânicos garante renda para a família e a continuação do trabalho rural

Ter mercado certo significa renda garantida para a família e a continuação do trabalho rural. Pensando nisso, o segundo Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo) contempla ações que fortalecem a comercialização dos produtos orgânicos, de base agroecológica e da sociobiodiversidade nos mercados locais, regionais, nacional, internacional e nas compras públicas.
Segundo o secretário substituto da Agricultura Familiar (SAF/Sead), Everton Ferreira, a produção sustentável e sem o uso de defensivos químicos, conhecidos como agrotóxicos, tem sido uma das demandas de consumo em todo mundo. “A agricultura familiar tem mostrado que é possível produzir alimentos orgânicos e de base agroecológica em condições de qualidade e de competitividade. À medida que o governo amplia as possibilidades de comercialização desses produtores, eles passam a vender melhor a sua produção e deixam de depender de atravessadores, por exemplo”, explicou.
Umas das ações do plano é garantir, até 2019, pelo menos 5% dos recursos aplicados anualmente no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) para a compra desses alimentos. “Os programas de comercialização são canais de escoamento para que os agricultores familiares possam distribuir seus produtos e ter melhores rendas e condições de produção”, ressaltou o secretário.
Estudos de mercado
Foi por meio das iniciativas do primeiro Planapo, vigente entre 2013 e 2015, que a Rede Agroecológica Planalto Central conseguiu fazer um recorte mais acertado sobre os potenciais mercados para as organizações da agricultura familiar que representa. Beneficiada pelo edital de 2014 do Programa Ecoforte, da Fundação Banco do Brasil e do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), a rede chega ao final do projeto com inúmeras conquistas.
“Esse edital era tudo o que a gente sempre pensou. Ele foi um incentivo para que a gente conseguisse se aproximar mais das organizações ligadas à agroecologia. De 2015 para cá, foram feitas diversas ações, a partir dos nossos parceiros, entre elas cursos de capacitação, fortalecimento de unidades de referência e a aquisição de equipamentos para usos coletivos e estudos de mercado”, explicou a coordenadora do projeto da Rede Agroecológica do Planalto Central, Marta Corrêa.
Nesse período, a organização encomendou dois estudos para melhorar a comercialização dos produtos orgânicos e agroecológicos: o primeiro sobre a logística de comercialização coletiva e outro sobre a viabilidade de entrega em domicílio. “Chegamos a conclusão que a comercialização em pontos fixos de rua não seria a melhor opção e, sim, a comercialização para grupos específicos, fazendo com que o consumidor esteja mais próximo do produtor”, destacou Marta.
A rede foi formada, inicialmente, por 28 organizações produtivas dos estados de Minas Gerais e Goiás, além do Distrito Federal. Hoje, mais cinco empreendimentos fazem parte do projeto que beneficia cerca de 2 mil pessoas.
Ecoforte e Planapo
Desde 2014, foram publicados três editais do Ecoforte no âmbito do Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo). O primeiro, em 2014, contou com R$ 40 milhões para viabilizar projetos de 28 redes. O segundo, com recursos do Fundo Amazônia, no valor de R$ 4 milhões, beneficiou 10 empreendimentos extrativistas. O último edital, no valor de R$ 8 milhões, ainda em fase de seleção, também é voltado para organizações extrativistas.
Segundo a assessora sênior da Fundação Banco do Brasil (FBB), Mariana Oliveira, o objetivo do programa é fortalecer e disseminar a produção sustentável de alimentos. “O Ecoforte é um programa de fortalecimento de redes e um dos nossos vetores de atuação é a agroecologia. Foi por isso que a gente aderiu ao Planapo. Quando você atua em redes, você fica mais forte. Cada instituição vinculada à outra fortalece, ainda mais, a pauta da agroecologia e da produção orgânica”, destacou.
A expectativa é que até o fim deste ano seja publicado mais um edital do programa voltado para redes agroecológicas no valor de R$ 20 milhões (R$ 10 milhões do BNDES e R$ 10 milhões da FBB), além de recursos do Fundo Amazônia.

Fonte: Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Empresa de nutrição animal conquista reconhecimento do IBD Certificações pela qualidade de seus produtos orgânicos

A Premix, indústria nacional de nutrição animal, foi novamente reconhecida, no final de dezembro, pelo IBD – maior certificadora da América Latina e única certificadora brasileira de produtos orgânicos com credenciamento no Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento para produção de insumos orgânicos. O destaque na lista de produtos orgânicos da Premix reconhecido pelo IBD é o Fator P, um aditivo 100% orgânico, composto por aminoácidos, probióticos e ácidos graxos essenciais que melhoram a digestão de alimentos fibrosos, o metabolismo ruminal e a absorção de nutrientes.
“Esta recertificação na produção de aditivos promotores de eficiência alimentar e suplementos orgânicos, que possuímos há mais de dez anos, reforça a tradição de inovação da Premix, estando alinhada as necessidades atuais de uma sociedade que, ao mesmo tempo, é exigente por produtividade e pelo respeito à sustentabilidade e segurança alimentar”, diz Lauriston Bertelli Fernandes, diretor Técnico e de Pesquisa e Desenvolvimento da Premix.
Os produtos orgânicos da Premix, em especial o Fator P, são suplementos livres de transgênicos, antibióticos, ionóforos e ureia, com rigoroso controle de metais pesados durante sua produção, evitando assim a mistura com produtos de natureza não orgânica.  A inclusão do Fator P na alimentação do animal favorece o ganho de peso em até 20%, melhora a reprodução das fêmeas, pode reduzir o manejo sanitário e melhorar a resposta imunológica do animal. Isto significa maior segurança e rígido controle em relação aos contaminantes, reduzindo os riscos para os animais e para os humanos, menor impacto ambiental, redução de impacto tóxico em insetos e micro-organismos benéficos ao meio ambiente e redução da emissão de metano por kg de carne ou leite produzidos, facilitando inclusive as exportações para países que não permitem o uso de antibióticos na alimentação animal.

Fonte: http://www.portaldbo.com.br/

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Cresce a demanda por bebidas orgânicas nos EUA

De acordo com a empresa de analise de mercado Euromonitor, as vendas de bebidas orgânicas nos Estados Unidos cresceram 4% em 2014. E a empresa Starbucks teve um incremento de 9% no mercado de bebidas orgânicas, em 2014. Estas boas perspectivas fizeram com que a PepsiCo decidisse lançar o Gatorade Orgânico em 2016.
O aumento nas vendas de bebidas orgânicas em 2014 foi em decorrência da melhoria na renda dos consumidores devido a melhores condições econômicas nos Estados Unidos, dizem os especialistas do Euromonitor. Bebidas orgânicas são mais caras do que as bebidas padrão. Com base nas estimativas da Euromonitor, espera-se que o valor das vendas de bebidas orgânicas devam aumentar em 21% a preços constantes de 2014, chegando a US $ 1,3 bilhões até 2019. Em agosto de 2015, a Coca-Cola comprou uma participação de aproximadamente 30% na empresa Suja Juice, da Califórnia, fabricante de sucos orgânicos.
Na Beverage Digest Future Smarts Conference  realizada em Nova York, Al Carey, chefe executivo da PepsiCo North America Beverages, anunciou o plano da empresa para lançar uma versão orgânica do Gatorade, a sua marca de bebida esportiva. Nesta conferência Carey falou sobre o interesse dos consumidores em comprar produtos que não utilizam OGM (organismo geneticamente modificado) e produtos orgânicos. A PepsiCo também revelou seus planos para lançar uma linha de sucos não-transgênicos Tropicana em 2016.


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Empresas brasileiras participarão da maior feira de orgânicos da Alemanha

Nove empresas brasileiras participarão, entre os dias 10 e 13 de fevereiro, da Biofach Nuremberg, uma das principais feiras de produtos orgânicos da Europa. O setor, que vem ganhando destaque, registrou em 2015 crescimento de 30% em relação ao ano anterior. No mesmo período, o grupo de empresas ligadas ao Projeto Organics Brasil faturou 160 mil dólares com os embarques internacionais. As projeções, segundo o coordenador executivo do Projeto Organics Brasil Ming Liu,  são de que as exportações aumentem de 15 a 20% neste ano.

Confira abaixo os produtos nacionais destaques da feira:

Açúcar
Com aproximadamente 45 mil toneladas por safra, a Jalles Machado é o segundo maior produtor de açúcar orgânico do mundo. A empresa goiana comercializa a marca de açúcar orgânico Itajá.

Erva Mate
Com plantação de 2 mil hectares, a empresa Triunfo Brasil possui floresta própria de erva mate no sul do Estado do Paraná. Apresenta produtos a granel de mate - verde, estacionado e tostado; envasados em saches, tererê e chimarrão. Considerado um alimento completo,a erva mate atua na digestão, respiração e saúde.

Azeite 
A Native, empresa do interior do Estado de São Paulo, apresenta variada lista de produtos, entre eles: azeite extra virgem, água de coco, barras de cereais, café, cereais em grãos, chocolate, cookies, matinal e sucos.

Própolis
Localizada no estado de São Paulo, a MN Própolis produz própolis, mel, pólen apícola, geléia real, chá, cogumelos, shochu e álcool de cereais.

Castanha
A empresa cearense Resibras processa 60 mil toneladas de castanha in natura por ano e é uma das principais fornecedoras de amêndoas de castanha de caju para atacadistas, distribuidores e indústrias de diversos segmentos. Cerca de 80% da produção é exportada para mais de 40 países.

Café
Localizado na principal zona de produção de café, no sul de Minas Gerais, a  Associação de Cafeicultura Organics do Brasil (ACOB) reúne pequenos, médios e grandes produtores, associações e cooperativas orgânicas de café Arábicas e Robustas.

Quinua
Instalada no estado do Paraná, a Vapza produz alimentos cozidos a vapor e embalados a vácuo, oferecendo praticidade e rapidez no preparo de alimentos saudáveis, seguros e saborosos. A linha orgânica tem quinua, arroz integral, feijão, entre outros grãos.

Novidades
Pioneira na fabricação de bebidas orgânicas no Brasil, a empresa  Brasilbev  comercializa o primeiro energético100% natural e orgânico, feito somente de frutas e ervas naturais brasileiras: erva mate, açaí e guaraná.Já no estande do Projeto Organics Brasil, a empresa Surya Brasil mostra seus produtos cosméticos criados com ingredientes da floresta amazônica e com vegetais naturais de toda parte do mundo. 

Fonte: http://revistagloborural.globo.com/