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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Empresa de nutrição animal conquista reconhecimento do IBD Certificações pela qualidade de seus produtos orgânicos

A Premix, indústria nacional de nutrição animal, foi novamente reconhecida, no final de dezembro, pelo IBD – maior certificadora da América Latina e única certificadora brasileira de produtos orgânicos com credenciamento no Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento para produção de insumos orgânicos. O destaque na lista de produtos orgânicos da Premix reconhecido pelo IBD é o Fator P, um aditivo 100% orgânico, composto por aminoácidos, probióticos e ácidos graxos essenciais que melhoram a digestão de alimentos fibrosos, o metabolismo ruminal e a absorção de nutrientes.
“Esta recertificação na produção de aditivos promotores de eficiência alimentar e suplementos orgânicos, que possuímos há mais de dez anos, reforça a tradição de inovação da Premix, estando alinhada as necessidades atuais de uma sociedade que, ao mesmo tempo, é exigente por produtividade e pelo respeito à sustentabilidade e segurança alimentar”, diz Lauriston Bertelli Fernandes, diretor Técnico e de Pesquisa e Desenvolvimento da Premix.
Os produtos orgânicos da Premix, em especial o Fator P, são suplementos livres de transgênicos, antibióticos, ionóforos e ureia, com rigoroso controle de metais pesados durante sua produção, evitando assim a mistura com produtos de natureza não orgânica.  A inclusão do Fator P na alimentação do animal favorece o ganho de peso em até 20%, melhora a reprodução das fêmeas, pode reduzir o manejo sanitário e melhorar a resposta imunológica do animal. Isto significa maior segurança e rígido controle em relação aos contaminantes, reduzindo os riscos para os animais e para os humanos, menor impacto ambiental, redução de impacto tóxico em insetos e micro-organismos benéficos ao meio ambiente e redução da emissão de metano por kg de carne ou leite produzidos, facilitando inclusive as exportações para países que não permitem o uso de antibióticos na alimentação animal.

Fonte: http://www.portaldbo.com.br/

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Aditivos alimentares acidentais


Os aditivos acidentais são aqueles que estão nos alimentos de forma não intencional. São exemplos desses aditivos:

-Resíduos de agrotóxicos utilizados no combate as pragas e que permanecem nos vegetais, contaminando inclusive os animais que se alimentam deles. Ao ingerirmos esses vegetais a animais, ingerimos também pequena parcela de agrotóxicos. O emprego abusivo de agrotóxicos e a colheita de vegetais antes do término do período de carência são responsáveis pela contaminação dos alimentos, que tem atingido níveis alarmantes em alguns países, como o Brasil, onde se constata, por exemplo, a presença de DDT (um pesticida largamente utilizado).

-Resíduos de antibióticos utilizados no combate as doenças do gado e das aves que são encontrados nas carnes e no leite, incorporam-se, assim no nosso organismo.

-Detergentes utilizados na limpeza das máquinas processadoras de alimentos Óleos usados na lubrificação das máquinas, principalmente na industria de panificação

-Substâncias utilizadas na fabricação de embalagens, capazes de contaminar os alimentos.

-A última é uma que é difícil de acontecer, ela é por contaminação radioativa, que pode ocorrer pela utilização de armas nucleares, ou por acidente em usinas nucleares, como por exemplo a usina de Chernobyl, na Ucrânia, antiga União Soviética.

O consumo de produtos orgânicos reduz a a possibilidade de ser ingerido os aditivos acidentais que podem provocar nos seres humanos, desde uma simples intoxicação até doenças mais graves.

sábado, 4 de abril de 2009

Aditivos alimentares


A legislação brasileira define aditivos alimentares como: "substâncias intencionalmente adicionadas aos alimentos com o objetivo de conservar, intensificar ou modificar suas propriedades, desde que não prejudiquem seu valor nutritivo". Apesar da legislação resumir bem o que são os aditivos alimentares vou dar uma pequena introdução histórica para entendermos de onde vem os aditivos:
O homem, muito antes do que imaginamos, já se utilizava de técnicas diversas para conservar seus alimentos, a primeira delas deve ter sido a defumação só se necessitava de fogo e da carne, assim o homem primitivo percebeu que a carne durava mais do que quando estava crua. A secagem e a desidratação surgiriam logo em seguida, quando o homem observou que alguns frutos mesmo após de secos ( essa a secagem), ou quando esposos ao sol murchavam (essa a desidratação) e continuavam comestíveis.
Mas tarde com o inicio da vida sedentária o homem começa a Ter que infernar invernos rigorosos, com isso sentiu a necessidade de aprimorar as técnicas. A adição de açúcar em frutas as transformavam em compotas, que resistiam mais sobre a deterioração. A transformação de alguns alimentos em outros mais duráveis, através do processo de fermentação, a cevada e a uva se transformaram em cerveja e vinho. A salga de carnes foi muito utilizada nas embarcações utilizadas nos séculos XV e XVI, um processo em que se colocava sal na carne e a deixavam secando ao sol.
Atualmente as industrias dispõem de um grande numero de técnicas para conservar e aprimorar os alimentos, que são importantes para garantir a disponibilidade destes, levando em conta que muitas pessoas vivem em centros urbanos, distante dos centros de produção agrícola, além criar uma variedade maior ao longo do ano sem depender da safra. Permite também a inovação de produtos, adequando-os ao paladar das pessoas.