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domingo, 27 de novembro de 2016

O que é que os consumidores alemães pensam quando vêem "orgânico"?


Os produtos orgânicos estão vendendo como pão quente. Em 2015, as vendas geradas na Alemanha aumentaram cerca de 11% em relação ao ano anterior. No entanto, a aplicação da regulamentação da União Europeia em matéria de produção biológica varia muito entre os membros individuais da Comunidade. É por isso que a UE pretende adotar um novo conjunto de regras de produção e de rotulagem orgânica. Mas o que os consumidores associam com a palavra "orgânico" na embalagem? Uma pesquisa recente realizada pela TÜV SÜD na Alemanha fornece mais informações.  Nem todos os consumidores associam as mesmas características com o rótulo "orgânico" nos alimentos. Segundo a pesquisa da TÜV SÜD, um quinto dos consumidores pensa que os produtos não têm de cumprir critérios claros quando o rótulo "orgânico" é usado. No entanto, a maioria dos consumidores associam a palavra "orgânico" com menor uso de herbicidas, pesticidas e medicamentos nos animais na produção de alimentos. Além disso, alguns consumidores associam as formas tradicionais de cultivo ou dos cuidados com animais com o rótulo "orgânico".
Enquanto 13% dos entrevistados associam a palavra com a prevenção da poluição ambiental. Apenas 11% dos inquiridos pensam sobre os limites químicos de resíduos de produto orgânico. Segundo a pesquisa, os consumidores tendem a associar a palavra "orgânico", principalmente com o tipo e forma de produção, em vez de com o cumprimento de limites específicos.
A implementação das normas de produção orgânica atuais da UE remonta a 1992, e variam muito entre os diferentes Estados-Membros. Essas diferenças incluem numerosas exceções em requisitos de produção, por exemplo, o tipo de alimentação fornecida nas fazendas. Agora, a produção orgânica tem sido definida como uma agricultura sustentável que respeite as regras locais precisas e verificações anuais. Em 2014, os limites específicos para os resíduos não autorizados teria mudado a definição do termo "orgânico", colocando um foco muito maior sobre especificações de produtos. "O cumprimento destas regras de limite não necessariamente demonstram a conformidade com os requisitos das normas orgânicas relativas ao processo de produção de alimentos. No entanto, é muito importante para os consumidores ", afirma o Dr. Andreas Daxenberger, especialista em comida da TÜV SÜD, referindo-se aos resultados da pesquisa atual.
Após o início das negociações de Junho de 2015, o projeto de regulamentação foi revisto novamente em resposta a numerosas acusações. A UE decidiu não introduzir limites de resíduos de substâncias não autorizadas. No entanto, os requisitos especiais para os controlos da produção biológica e cumprimento das normas de produção continuará a ser uma parte dos regulamentos. Além disso, uma inspeção anual no local será obrigatória para as fazendas orgânicas. O novo projeto também inclui novos requisitos de transição e de produção focada nas práticas das fazendas orgânicas. As negociações desta proposta de compromisso estão previstas para ser concluída no final de 2016. Depois disso, o Parlamento da UE e do Conselho da UE terá de decidir sobre esta proposta.

Fonte: http://www.tuv-sud.com/

sábado, 26 de novembro de 2016

Quem deve decidir se hidropônico é orgânico?

O USDA (United States Departament of Agricultures) está atualmente estudando a possibilidade dos cultivos hidropônicos ganharem o selo de orgânico e seriam denominados Hidropônicos orgânicos. Os adeptos desta cultura estão esperando ganhar esse status desde 2002. Mas isso pode mudar graças a uma nova força tarefa aquaponica que está fazendo estudos sobre o assunto. Havia sugestões em meados da década de 1990 que consideravam a hidroponia como orgânica, mais anos mais tarde estas sugestões não prosperaram. Uma recente reunião  da agência que está deliberando sobre a emissão de certificado de orgânico para hidroponia, terminou com a aceitação desta denominação.
A ideia de que cultivos hidropônicos podem ser classificados como orgânico, está causando sofrimento considerável entre os muitos agricultores que acreditam que os EUA, como em outros lugares do mundo, devem proibir a certificação orgânica de alimentos cultivados em outra coisa senão do solo. Os defensores da hidroponia orgânica têm um forte argumento para continuar a querer que este termo seja aceito pelo USDA. Ele se concentra na esfera do direito. Marianne Cufone, uma professora de direito ambiental na Universidade Loyola New Orleans, lista os muitos benefícios da agricultura hidropônica em uma recente entrevista na CNN onde afirmou, "certo número de cientistas, pesquisadores e especialistas da indústria apoiam que muitas fazendas hidropônicas são ideais para o cultivo orgânico, porque, entre outros benefícios, eles fazem uso inteligente de recursos e, assim, tem um impacto menos negativo sobre o meio ambiente natural.” Assim hidroponia orgânica seria o fim do mundo? Ou ao invés disso, o seu salvador? As pessoas precisam decidir isso. Não é difícil reconhecer que o solo é o centro para o conceito de "orgânico" como qualquer outra idéia ou coisa. Quando o movimento de cultivar alimentos de forma orgânica teve início na América o solo estava no coração da primeira certificação do país, concedida pela Oregon Tilth, que foi fundada no início de 1970 e ainda serve como um certificador orgânico hoje. A palavra "tilth" significa solo cultivado.
Por outro lado, também não é difícil reconhecer que o solo não é centro para o conceito do que é ou não é orgânico. Enquanto a maioria de nosso alimento é cultivado no solo, apenas uma pequena percentagem deles são"orgânicos" sob as regras do USDA. Em outras palavras, se dizer que o alimento é cultivado no solo pouco nos é útil saber se esse alimento é "orgânico" ou não. É importante notar também que, a particula "hydro" de hidropônico refere-se à água, que é orgânica por qualquer definição concebível. É tanto um composto que ocorre naturalmente como um componente necessário para a agricultura orgânica. Na verdade, é necessário de forma que o solo não é. Sem solo, há hidroponia.Sem água, não há vida. E não há agricultura orgânica.
Tudo o que a professora disse, parecem ser argumentos robustos sobre o assunto. A única desvantagem para esse debate é que se refere à regulamentação, e que um lado vai ganhar não porque prevaleceu o que se discutiu dentro do campo das idéias, mas porque ele conquistou a maioria dos membros de uma comissão nomeada pela USDA.

Fonte: http://reason.com/

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

O que são Produtos de beleza orgânicos?

Sua pele é o maior órgão do seu corpo e o que você colocar sobre ela pode ser absorvido em pequenas quantidades. Assim não é nenhuma surpresa que um número crescente de produtos de beleza esteja agora sendo produzido com ingredientes orgânicos. Infelizmente, ao contrário dos alimentos orgânicos, não há normas legais para produtos de beleza orgânicos. Então, como resultado, algumas empresas optam por rotular um produto como "orgânicos", mesmo se ele contém apenas 1% de ingredientes orgânicos ou se ele contém substâncias potencialmente perigosas.
É por isso que, ao lado de outros quatro organismos de certificação europeus, foi desenvolvido a Norma dos cosméticos orgânicos, ou COSMOS-standard, para harmonizar as normas orgânicas globalmente. Em 2011 foram certificados os primeiros produtos com estas novas normas . Para obter a certificação orgânica Cosmos, 95% dos agro-ingredientes e 20% de todo o produto deve ser orgânico. O restante dos ingredientes deve satisfazer critérios rigorosos para garantir que eles não são prejudiciais para a nossa saúde ou o meio ambiente. Os produtos também devem também cumprir as normas ambientais para a embalagem.

Para um cosmético ser considerado orgânico significa que:

- O produtor teve sua fábrica inspecionada anualmente por um organismo de certificação. Isso inclui uma auditoria dos ingredientes orgânicos usados ​​e uma demonstração de métodos de produção ecologicamente corretos
- Todas as fórmulas dos produtos e etiquetas foram aprovadas por uma certificadora.
- Será claramente rotulado para que você possa fazer uma escolha consciente sobre o produto que está comprando
- Quaisquer ingredientes não-orgânicos só serão utilizados porque não há equivalentes orgânicos disponíveis.
- Todos os ingredientes são livres de produtos geneticamente modificados.
- Quaisquer ingredientes processados, são processados ​​por meios ecológicos adequados.


quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Frango e ovo orgânico agora têm normas específicas de produção

Assinada pelo Ministro Mendes Ribeiro Filho, da Agricultura, foi publicada na edição da última sexta-feira (7) do Diário Oficial da União a Instrução Normativa nº 46, estabelecendo o Regulamento Técnico para os Sistemas Orgânicos de Produção Animal e Vegetal.Datada de 6 de outubro de 2011, o Regulamento proposto pela IN nº 46 define, para a produção animal, normas técnicas aplicáveis a bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, eqüinos, suínos, aves (frangos e poedeiras), coelhos e abelhas.
Já em vigor e revogando a IN nº 64, de 18 de dezembro de 2008, a nova normativa do MAPA estipula, por exemplo, que todas as unidades de produção orgânica devem dispor de Plano de Manejo Orgânico atualizado, exigência que abrange, entre outros quesitos, histórico de utilização da área, manutenção ou incremento da biodiversidade, manejo de resíduos e conservação do solo e da água. A produção avícola, por exemplo, deve atender exigências que envolvem o bem-estar animal, a promoção da saúde animal, o manejo sanitário, a nutrição, a reprodução e o material de multiplicação, a evolução do plantel e as instalações.
Clique aqui para acessar a página 4 do DOU de 7 de outubro de 2011 no qual foi publicada a IN nº 46. A partir dessa página podem ser acessadas as demais páginas com a íntegra da nova normativa.


Fonte: http://avisite.com.br

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Produção de cogumelo orgânico têm norma publicada

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento divulgou nesta quarta-feira, 3 de agosto, as instruções normativas que estabelecem o regulamento técnico para a produção orgânica de cogumelos comestíveis e de sementes e mudas. As Instruções Normativas nº 37 e 38 foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) e aplicam-se a produtores, processadores e/ou embaladores de cogumelos e de sementes e mudas orgânicas. A extração de cogumelos comestíveis deverá cumprir as regras estabelecidas na Instrução Normativa. Além disso, a atividade tem de estar de acordo com as normas técnicas para os Sistemas de Produtos Orgânicos de Produção Animal e Vegetal (IN nº 64). A norma publicada determina as características do solo ideal para cultivo, da madeira utilizada no substrato ou produção, da água e do controle de pragas.
Os produtores de sementes também precisam seguir as normas de produção, beneficiamento, embalagem e transporte presentes na Instrução. A IN apresenta ainda a lista de produtos autorizados no processo de higienização de equipamentos e instalações. O coordenador de Agroecologia do Ministério da Agricultura, Rogério Dias, explica que as instruções publicadas já eram demandas aguardadas pelo setor. “Os produtores estavam ansiosos pela regulamentação porque o cultivo desses produtos aumentou e todos precisam estar certificados para entrar no mercado”, afirma.


Fonte: http://www.pantanalnews.com.br

quarta-feira, 31 de março de 2010

A demanda por produtos ecológicos persiste apesar da desaceleração econômica


Apesar das dificuldades econômicas, mais de um terço (35%) dos que responderam a uma recente pesquisa disseram que estão dispostos a pagar mais por produtos ecologicamente corretos.
"Tendo em conta este aumento de interesse no meio ambiente ao longo dos últimos anos, quase todos os segmentos de produtos de consumo oferecem agora uma opção 'verde' para os seus clientes", comenta Chris Haack, analista sênior da Mintel, que produziu o levantamento.
Ele afirma que os alimentos e bebidas, e produto de higiene pessoal, são as duas categorias mais maduras e perfazem a maioria dos produtos ecológicos no mercado.

Alimentos e Bebidas

Após o rápido crescimento das vendas de mais de 24% a partir de 2006-08, os alimentos naturais e orgânicos e a categoria de bebidas viu apenas um ligeiro crescimento em 2009 (1,8%) quando a recessão tomou conta em quase todos os setores do mercado de bens de consumo. Apesar dessa estabilização, as vendas neste segmento deverão crescer cerca de 20% a partir de 2010 a 2012.
Apenas 21% dos compradores de alimentos orgânicos reduziram ou eliminaram a compra de orgânicos, enquanto 20% passaram a comprar opções mais baratas de orgânicas. Entretanto, quase a metade (48%) está comprando tanto alimento orgânico ou mais do que antes da recessão. Isso sugere que o alimento orgânico é um elemento central do estilo de vida para muitas pessoas que podem fazer cortes em outras áreas do seu orçamento antes de se deixar os orgânicos.

Higiene Pessoal

A venda de produtos ecológicos de cuidados pessoais aumentou 18%, entre2006-08 e semelhante à de alimentos e bebidas, viu apenas uma ligeira inclinação, em 2009 (1,2%). Este segmento está pronto para retomar o crescimento rapidamente, uma vez que o consumo começa a se recuperar da atual crise. Um terço de todos os consumidores nunca usaram produtos orgânicos ou produtos naturais de higiene pessoal, sugerindo que há muito espaço para crescimento neste mercado.
De acordo com a Mintel's Global New Product Database (GNPD), novos produtos orgânicos ou naturais atingiram apenas 5% de lançamento em todo o setor de beleza e cuidados pessoais em 2006, mas aumentou para quase 10% em 2008 e manteve-se estável até 2009.
Segundo Haack, "esperamos ver uma tendência crescente para o crescimento em escala dos produtos verde de higiene pessoal orientados para os spas, salões de beleza e outros pontos de venda nos próximos anos."

Tradução e Pesquisa:Mundo Orgânico

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Produtos orgânicos de origem animal

Os produtos orgânicos de origem animal devem provir de unidades de produção, prioritariamente auto-suficientes quanto à geração de alimentos para os animais em processo integrado com a produção vegetal.Para a efetivação da sustentabilidade, esses sistemas devem obedecer os seguintes requisitos:
a) respeitar o bem-estar animal;
b) manter um nível higiênico em todo o processo criatório, compatível com as normas de saúde pública vigentes;
c) adotar técnicas sanitárias preventivas sem o emprego de produtos proibidos;
d) contemplar uma alimentação nutritiva, sadia e farta, incluindo-se a água, sem a presença de aditivos químicos e/ou estimulantes, conforme o Anexo IV, da presente Instrução;
e) dispor de instalações higiênicas, funcionais e confortáveis;
f) praticar um manejo capaz de maximizar uma produção de alta qualidade biológica e econômica; e
g) utilizar raças, cruzamentos e o melhoramento genético (não OGM/transgênicos), compatíveis tanto com as condições ambientais e como estímulo à biodiversidade.
Entende-se por bem-estar animal, permanecer o mesmo livre de dor, de sofrimento angústia e viver em um ambiente em que possa expressar proximidade com o comportamento de seu habitat original: movimentação, territoriedade vadiagem. descanso e ritual reprodutivo. O transporte, pré-abate e o abate dos animais devem seguir princípios humanitários e de bem-estar animal, assegurando a qualidade sanitária da carcaça. Excepcionalmente, para garantir a saúde ou quando houver risco de vida a de animais, na inexistência de substituto permitido, poder-se-ão usar medicamentos convencionais. É obrigatório comunicar à certificadora o uso desses medicamentos, bem como registrar a sua administração.O período de carência estipulado pela bula do produto a ser cumprido, deverá ser multiplicado pelo fator três, podendo ainda ser ampliado de acordo com a instituição certificadora. São permitidas todas as vacinas previstas por Lei. Preferencialmente, a aquisição dos animais deve ser feita em criações orgânicas. No caso de aquisição de animais de propriedades convencionais, estes devem prioritariamente ser incorporados à unidade produtora orgânica, com a idade mínima em que possam ser recriados sem a presença materna. Os animais adquiridos em criações convencionais devem passar por quarentena tradicional, ou outra a ser definida pela certificadora.


Fonte: INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 7, DE 17 DE MAIO DE 1999

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Normas Para Produtos Orgânicos







Estão em vigor desde o ano de 2000 as normas nacionais para produtos orgânicos de origem vegetal e animal. A Instrução Normativa no 7, assinada pelo Ministro da Agricultura e do Abastecimento em 17 de maio de 1999, passou a vigorar em 19 de maio de 1999, data de sua publicação no Diário Oficial da União. A iniciativa foi fruto de vários anos de discussões entre representantes do CNPO - Comitê Nacional de Produtos Orgânicos, criado pelo Ministério em 1995. O CNPO tem composição paritária entre representantes de ONGs – Organizações Não Governamentais de movimentos ligados à agricultura ecológica das cinco regiões do país e membros do Ministério da Agricultura, da EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, do Ministério do Meio Ambiente e de Universidades.
O principal objetivo dessa Instrução Normativa, conforme seu Artigo 1o, é o de estabelecer as normas de produção, tipificação, processamento, envase, distribuição, identificação e certificação de qualidade para os produtos orgânicos de origem animal e vegetal. O conceito de produtos da agricultura orgânica, sejam processados ou consumidos in natura, refere-se a todo aquele obtido de sistemas orgânicos de produção agropecuária e industrial. Estes sistemas englobam os denominados ecológico, biodinâmico, natural, sustentável, regenerativo, biológico, agroecológico e permacultura.
As premissas básicas desses sistemas de produção incluem a utilização de tecnologias que promovam a otimização dos recursos naturais e sócio-econômicos, reduzindo a dependência de energias não-renováveis. Entre elas estão a eliminação do emprego de agrotóxicos e de fertilizantes solúveis, além do banimento do uso de organismos geneticamente modificados, também conhecidos como produtos transgênicos, em qualquer fase do processo de produção, armazenamento e consumo.
As normas de produção orgânicas contidas na Instrução Normativa 7/99 estabelecem os critérios para conversão (cujos prazos encontram-se no Anexo I), para uso de máquinas e equipamentos, garantia da fertilidade do solo e manejo de pragas, doenças e plantas invasoras, para produtos de origem vegetal. O Anexo II fornece uma lista de adubos e condicionantes de solo permitidos, produzidos tanto dentro como fora da unidade produtiva, e o Anexo III relaciona os meios de controle de doenças fúngicas, formas de combate às pragas e controle biológico, além de manejo de plantas invasoras na produção vegetal. Quanto aos produtos de origem animal, o Anexo IV detalha as condutas desejadas, as técnicas permitidas sob controle da agência certificadora e as técnicas proibidas. Lista ainda os insumos que podem ser adquiridos fora da propriedade e medidas de higiene e desinfecção dos animais.
A lista de aditivos e outros produtos para processamento permitidos na produção orgânica encontra-se no Anexo V, enquanto as normas para armazenagem e transporte destes produtos estão no Anexo VI. As normas relativas à identificação do produto orgânico, que incluem as regras para sua rotulagem, estão especificadas no Anexo VII.
A Instrução Normativa 7/99 regulamenta ainda o controle de qualidade e as responsabilidades, estabelecendo a competência de órgãos colegiados, em nível nacional e estadual, para fiscalizar tanto o cumprimento das normas, como as agências certificadoras.