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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Sebrae/RJ lança o movimento "Consuma Orgânicos do Rio"

Para estimular o consumo de produtos orgânicos, o Sebrae/RJ lança o movimento Consuma Orgânicos do Rio. Segundo a gestora estadual do Projeto de Orgânicos do Sebrae/RJ, Ana Carolina Damasio, o objetivo é mostrar aos consumidores os benefícios que o consumo local pode trazer, como o acesso a produtos mais frescos e saudáveis, “além da promoção da sustentabilidade social, econômica e ambiental”, explicou.
A iniciativa faz parte do projeto Fortalecimento da Cadeia de Orgânicos, já desenvolvido pelo Sebrae/RJ em todo o estado. O projeto apóia os produtores, em todos os níveis da cadeia produtiva, com o objetivo de facilitar o escoamento de sua produção e aproximando o produtor do consumidor.
Como parte das ações do movimento Consuma Orgânicos do Rio, o Sebrae/RJ desenvolveu uma estratégia de promoção de acesso a mercado para articular e posteriormente criar uma base de fornecedores para atender a demanda de compra, além de cartilha e ações promocionais.
“Queremos aproximar o produtor do consumidor, seja ele restaurantes, lojas, mercados ou mesmo o comprador final, e garantir o abastecimento da demanda local”, acrescentou Carolina. 

Para obter outras informações ou fazer sugestões, os interessados podem entrar em contato pelo e-mail: organicosdorio@rj.sebrae.com.br.

Fonte:  Sebrae/RJ

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Programa governamental de compra de orgânicos fortalece a agricultura familiar

O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) é uma ação do Ministério de Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), executada em parceria com a Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster). O PAA propicia a aquisição de alimentos de agricultores familiares, a preços compatíveis aos praticados nos mercados regionais e promove a doação desses alimentos para entidades socioassistenciais.
No ano passado, o programa comprou alimentos de 1.820 agricultores familiares cadastrados de 62 municípios paraenses. Ao longo do ano, foram gastos mais de R$ 900 mil em alimentos que foram destinados a 136 entidades socioassistenciais.
Jorge Pinheiro, agricultor familiar de 63 anos, leva uma vida modesta em sua terra no município de Barcarena e viu a sua situação melhorar com a ajuda do PAA. “Antes, eu não tinha para quem vender, perdia muitos produtos, mas agora tenho comprador certo. Isso me ajudou demais. Esse projeto trouxe o reconhecimento do que é a agricultura familiar. Hoje temos mercado e isso estimulou a gente a produzir mais”, comemora o agricultor.
Outros agricultores da região também se beneficiam com o projeto. É o caso do agricultor Raimundo Marques, mais conhecido como Zaca, que vende todos os meses toneladas de produtos para a gestão municipal.
“O projeto trouxe um incentivo a mais, porque antes não tínhamos para onde escoar nossa produção. Não tínhamos mercado e muitas vezes ficávamos nas mãos dos atravessadores. Hoje, com esse projeto, abriu-se um leque de oportunidades, tanto na nossa localidade, como na capital. Diferente da venda em feiras, em que não há garantia de venda, a aquisição dos produtos pelo PAA dá mais segurança aos agricultores.”
Raimundo Marques – Agricultor
Maria Silva, agricultora do município de São Miguel do Guamá (Pará), faz parte do programa há 4 anos e explica a diferença de vender para o governo “Não tem nada melhor do que saber que vamos produzir e ter a certeza de que teremos como comercializar nossa produção com um preço bom. É um dos melhores programas sociais que existem, pois ele faz a gente produzir. Não é me dado nada de graça, ou seja, quanto mais eu produzo, mais eu vendo e por um preço bom. É um programa que empodera o agricultor, faz com que a gente tenha autonomia para o comércio e uma nova visão de mercado”.
Heitor Pinheiro, titular da Seaster, afirma que a aquisição desses produtos beneficia os produtores e as regiões em que vivem. “O PAA tem sete anos no Pará e começou com apenas 30 municípios. Hoje temos 62 municípios envolvidos e nossa meta é dobrar o número de agricultores em 2017”, afirma ele.
Para a coordenadora do PAA em Barcarena, Marcela Machado, esse projeto fortalece a agricultura familiar no município e garante renda para as famílias. “Nós começamos com 17 agricultores em Barcarena. Fechamos 2016 com 47 agricultores no município. Criamos emprego e renda no campo”, ressalta Marcela.
Helen Barreto, coordenadora estadual do PAA na Seaster, afirma que o programa busca combater a insegurança alimentar no Brasil e fortalecer a agricultura familiar. Ou seja, compra-se o produto do pequeno agricultor familiar, com perfil do cadastro único e bolsa família, além de populações tradicionais, paga-se por essa produção e entrega em entidades sócio assistenciais.O PAA, além de fortalecer a agricultura familiar, também proporciona mais um benefício para os usuários dos serviços que recebem a doação dos alimentos adquiridos pelo programa: a garantia de uma alimentação saudável.
“Além de mudar nossa qualidade de vida, também garantimos uma alimentação adequada, pois não trabalhamos com agrotóxicos”, explica a agricultora Maria Silva.
A coordenadora do PAA em Barcarena, Marcela Machado, explica que é feito um controle sobre esses alimentos. “Fazemos visitas e acompanhamos os agricultores cadastrados no programa para verificar se esses alimentos estão sendo utilizados e produzidos de forma correta”, afirma Marcela.
“A partir da oferta de frutas, verduras, legumes, grãos, cereais e alimentos orgânicos, o programa é um vetor de acesso a alimentos saudáveis. O produto, saudável e de qualidade, beneficia pessoas em situação de vulnerabilidade social e econômica, atendidas pela rede socioassistencial, promovendo segurança alimentar e nutricional, garantindo uma alimentação adequada a quem mais precisa”.Heitor Pinheiro, titular da Seaster, ressaltando o papel do PAA como um importante aliado das políticas públicas de educação alimentar.
Helen Barreto, coordenadora estadual do PAA, destaca que o programa incentiva a agricultura familiar, garantindo renda e ajudando as entidades com a doação de alimentação saudável.
“Como o pequeno agricultor familiar não tem a capacidade de escoamento da sua produção, no caso, transporte adequado e logística para levar esse alimento da zona rural para a cidade, esse produto acabava sendo desperdiçado. Com esse projeto, ele consegue vender o produto dele e, assim, escoar a produção, garantir uma renda para sua família e, principalmente, combater a insegurança alimentar, porque ele vende um produto natural e saudável”, destaca Helen.


Fonte: Portal Amazônia

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Algodão orgânico indiano utilizado na produção de roupas esportivas em Nova York ajuda comunidades carentes na Índia

A Índia é um importante fornecedor de algodão orgânico. A empresa Suminter Organics  executa um projeto de comércio justo de algodão orgânico com 5.500 agricultores no estado de Gujarat. Em parceria com a Suminter,a Satva uma marca sediada em Nova Iorque  criou modelos de roupas para yoga e esportes chamado de "athleisurewear" elaboradas com algodão orgânico produzido na Índia. "Nós consideramos o nosso impacto a cada passo para a construção de um ecossistema global, ético e harmonioso que satisfaça os clientes, além disso apoiamos o desenvolvimento econômico das comunidades rurais empobrecidas, e buscamos melhorias para o ambiente global", afirmou uma das diretoras da Satva.
Outro exemplo da iniciativa da Suminter e Satva foi melhorar as oportunidades educacionais das mulheres nas comunidades rurais em Kerala e Gujarat. Juntas, Suminter e Satva lançaram Disha, uma iniciativa que patrocina a educação de meninas em aldeias onde o algodão orgânico é cultivado para roupas Satva.

Fonte: https://satvaliving.com/

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Como construir um biodigestor com tambor de plástico


MATERIAIS : Tambor plástico de 200 litros com tampa rosqueada
Esterco fresco de bovinos
Água sem cloro
Balde de plástico ou lata
Pedaço de mangueira ou cano PVC

COMO FAZER : Fazer um furo na tampa do tambor e encaixar o pedaço de mangueira ou cano de PVC de modo que não fique com vazamentos.
- Abastecer o tambor com esterco fresco diluído em água, na proporção de 1 parte de água, para 1 parte de esterco , deixando uma folga no volume do tambor de 10 a 20 % .
- Colocar a tampa no tambor , de modo que a extremidade da mangueira ou cano não fique mergulhada na mistura de esterco e água. A outra extremidade da mangueira deve ser mergulhada em um balde ou lata com água. Durante o processo de fermentação a água do balde ficará borbulhando com a saída do biogás, quando parar é porque já houve toda fermentação da mistura e o biofertilizante está pronto . O processo de fermentação dura em torno de 30 dias . Depois de pronto, o biofertilizante deve ser usado antes de completar 30 dias, pois com o tempo ele diminui sua eficiência fitossanitária .

COMO USAR : O biofertilizante pode ser usado de várias maneiras, porém o método mais eficiente é em pulverizações foliares, que promovem um efeito mais rápido. Neste caso ele deve ser coado antes do uso e diluído em água na proporção de 1 parte de biofertilizante para 20 partes de água e pulverizado nas plantas de modo que cubra folhas e ramos , ao ponto de haver escorrimento .
-Pode ser usado também no tratamento de sementes, as quais são mergulhadas no biofertilizante puro por 1 a 10 minutos, secas à sombra por 2 horas e plantadas em seguida.
-Tratamento de estacas ,toletes , bulbos e tubérculos, mergulhá-los por 1 a 10 minutos no biofertilizante puro, deixar secar à sombra por duas horas e plantar de imediato. Este tratamento aumenta o enraizamento das estacas .
-Na produção de mudas deve ser usado na rega de canteiros ou dos sacos de mudas, e quando aplicado puro tem um excelente efeito bacteriostático.
-A parte sólida, resultante da coagem , pode ser usada diretamente nas covas de plantio ou sobre a compostagem .Em hortaliças , as pulverizações devem ser semanais e em fruteiras as pulverizações devem ser mensais.


quinta-feira, 25 de junho de 2009

Manuais ajudam difusão da tecnologia de produção de alimento orgânico


Fundação Banco do Brasil lança publicações sobre a Produção Agroecológica Integrada e Sustentável; Brasil já tem 5.956 unidades dessa tecnologia implantadas no País" Ampliar a aplicação da tecnologia social Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (PAIS) no País. Com esse objetivo, a Fundação Banco do Brasil (FBB), lançou nesta quarta-feira (24) um kit de publicações com um manual de capacitação da tecnologia PAIS(Clique aqui para baixar a cartilha PAIS) e cinco cartilhas sobre os temas Prática da Agroecologia, Gestão do Sistema Produtivo, Comercialização, Empreendedorismo Solidário e Associativismo.
A cerimônia de lançamento das publicações foi realizada no Memorial JK em Brasília (DF). O evento contou com a participação de autoridades, entre elas o diretor-técnico do Sebrae Nacional, Luiz Carlos Barboza, o presidente da FBB, Jacques Pena, o deputado federal Geraldo Magela, o ministro da Previdência Social, José Pimentel, o secretário de Ciência e Tecnologia, Joe Valle, representando o ministro da Ciência e Tecnologia, a agricultora Monica Neri e o presidente da Associação de Orientação às Cooperativas do Nordeste, Walter de Carvalho.
O manual e as cartilhas vão ajudar na reaplicação da tecnologia possibilitando a criação no futuro de uma rede de reaplicadores da tecnologia social PAIS. Pela parceria entre a FBB e o Sebrae já são 4.180 unidades implantadas ou em implantação em 15 estados brasileiros e no Distrito Federal. Há também mais 1.776 unidades sob responsabilidade de outras instituições. Pelo PAIS, milhares de famílias estão produzindo alimento orgânico de forma sustentável. O alimento que vai para a mesa do produtor também é vendido em feiras gerando renda. "Por se tratar de metodologia que não é estática, há diversos pontos em que podemos avançar.
O manual traz essas preocupações e avança ao indicar, por exemplo, como o PAIS pode chegar ao mercado", destaca o diretor do Sebrae Luiz Carlos Barboza. O presidente da FBB, Jacques Pena, informa que a meta é chegar até o fim de 2010 com dez mil unidades implantadas no País. "O manual vai ajudar no alcance dessa meta, na medida em que vai desencadear um processo de expansão ainda mais acelerado. Nas publicações, há o conhecimento necessário para se implantar o PAIS. O conhecimento está todo sistematizado no manual", afirma. As publicações são voltadas aos multiplicadores da tecnologia social que foram ou serão capacitados pelos projetos em andamento no País.

Serviço: Fundação Banco do Brasil - www.fbb.org.br Agência Sebrae de Notícias - (61) 3348-7138 / 2107-9362 Site: http://www.agenciasebrae.com.br/