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domingo, 23 de junho de 2024

A Suécia lidera na Europa na quantidade de alimentos orgânicos servidos em hospitais e jardins de infância do setor público

 

A Suécia lidera os seus vizinhos na quantidade de alimentos orgânicos servidos em hospitais, jardins de infância e outras cantinas do setor público, de acordo com um novo estudo. Uma pesquisa da Universidade de Copenhagen concluiu que os alimentos orgânicos tinham uma quota de mercado de 39% no setor público sueco, em comparação com 22% na Dinamarca e apenas 1% na Noruega.
Os académicos dizem que as conclusões, divulgadas num relatório do Departamento de Economia Alimentar e de Recursos da universidade, destacam o sucesso da definição de metas dos municípios suecos para a aquisição de alimentos orgânicos nas suas cozinhas. “A Suécia, em particular, mas também a Dinamarca, em parte, devem ser considerados países com registos de sucesso na introdução de refeições orgânicas no setor público, enquanto os esforços da Noruega parecem ter falhado”, disse o professor Carsten Daugbjerg, autor do relatório, num comunicado da universidade. Ele descreveu a política sueca de vincular os alimentos orgânicos à saúde pública – e não apenas à sustentabilidade – como “uma explicação importante para o sucesso da Suécia” no aumento da quantidade de alimentos orgânicos servidos. “No entanto, provavelmente também está relacionado com o fato de os municípios suecos serem mais receptivos à autoridade e aos objetivos provenientes de Estocolmo”, acrescentou o Professor Daugbjerg.

A política sueca para alimentação saudável do setor público, conhecida como SMART, liga os alimentos orgânicos à saúde pública e é utilizada no planejamento do menu, de acordo com a universidade. A Dinamarca careceu deste esforço para vincular os alimentos orgânicos à saúde pública. Embora a Dinamarca esteja atrás da Suécia em termos de alimentos orgânicos servidos no setor público, o Professor Daugbjerg disse que os esforços do país para expandir o mercado de alimentos orgânicos em geral foram “bem-sucedidos”. “Ao longo do tempo, os esforços para estimular a procura têm desde a motivação e assistência às cadeias de supermercados na sua comercialização de produtos orgânicos, até ao envolvimento do pessoal de cozinha do setor público. Isso ocorreu enquanto a produção crescia. E penso que a UE pode aprender muito com isto”, disse ele. Ele disse ainda que as ligações estreitas entre a Organic Denmark, uma organização que reúne 200 empresas e 940 produtores de alimentos orgânicos, e o Ministério do Meio Ambiente do país ajudaram o setor a crescer. Cerca de 12% das vendas de alimentos na Dinamarca são de produtos orgânicos. A universidade observou que a UE gostaria que um quarto das suas terras agrícolas fossem cultivada orgânicamente, mas o Professor Daugbjerg relatou que os regimes de assistência para incentivar os agricultores a converterem-se à produção orgânica precisavam de ser complementados por esforços para aumentar a procura, sendo as iniciativas da Dinamarca um bom exemplo.

Fonte: https://newsroom.sialparis.com/

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quarta-feira, 19 de junho de 2024

Suíça é o país na Europa com o maior consumo de produtos orgânicos per capita

Em uma classificação em toda a Europa, a Suíça é a primeira em consumo orgânico per capita, à frente da Dinamarca, Áustria, Luxemburgo e Suécia, informou a Biosuisse. A Alemanha está em sexto lugar e a França, em sétimo. As vendas de produtos orgânicos cresceram pouco menos de 7% na Suíça em 2023. Os aumentos gerais de preços representam 4% desse valor, de acordo com a organização. O volume de mercado de produtos orgânicos é de pouco mais de CHF 4 bilhões (US$ 4,52 bilhões). A participação de mercado dos produtos orgânicos no comércio varejista é, portanto, de 11,6%.O mercado orgânico suíço quase atingiu um nível recorde em 2020 durante a pandemia do coronavírus. O crescimento atual não foi impulsionado por varejistas orgânicos especializados e comerciantes diretos, como era o caso na época, mas por grandes varejistas Coop e Migros, lojas de departamento e varejistas especializados.

Viticultura orgânica

No final de 2023, 7.362 propriedades rurais haviam sido certificadas com o selo “bud” da Biosuisse. De acordo com a organização, elas possuíam uma área rural de 190.280 hectares. Com 21 novas propriedades rurais, o número de propriedades orgânicas não mudou muito em comparação com o ano anterior. Também houve apenas um pequeno aumento no número de comerciantes e empresas de processamento certificados, com 48 novas adições. No final do ano passado, um total de 1.356 titulares de licenças haviam recebido o selo orgânico. O cantão dos Grisões tem a maior proporção de propriedades orgânicas, respondendo por quase dois terços do total. Berna continua sendo o cantão com o maior número de propriedades rurais orgânicas, totalizando 1.370. Com um quinto de sua produção sendo orgânica, a produção de vinho superou outras formas de agricultura nessa estatística pela primeira vez.

Biosuisse

Em sua conferência de imprensa anual, a Biosuisse enfatizou a importância das parcerias com varejistas para o desenvolvimento da propriedade rural orgânica na Suíça. Juntos, eles conseguiram tirar a propriedade rural orgânica de um nicho. “Em vista das contínuas discussões sobre preços, precisamos nos posicionar claramente no mercado e mostrar por que o orgânico vale o preço”, disse o presidente da Biosuisse, Urs Brändli, em um comunicado à imprensa. A Biosuisse é uma organização orgânica suíça e proprietária do rótulo bud. O rótulo bud e seu certificado representam a sustentabilidade. A organização guarda-chuva representa os interesses de empresas certificadas de agricultura, horticultura, processamento e comércio.

Fonte:https://www.swissinfo.ch/

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segunda-feira, 27 de julho de 2020

Por que devemos preferir produtos orgânicos?


Desde que você tem um família, fica cada vez mais preocupado com os impactos da agricultura moderna em nossa saúde, meio ambiente e bem-estar animal. A agricultura convencional usa muitos produtos químicos para pulverizar as lavouras. Pesticidas, inseticidas e fertilizantes que vão diretamente para os nossos corpos. Produtos não orgânicos também costumam conter conservantes e corantes que podem ser prejudiciais à saúde, especialmente para crianças pequenas. Há também a crescente preocupação com a resistência às superbactérias, ligado ao uso de antibióticos administrados a animais em fazendas com criação intensiva. Seja como for, somos o que comemos, por isso comer alimentos saudáveis sempre nos deixa mais feliz .
A estreita relação entre nossa saúde, o meio ambiente e o bem-estar dos animais é um equilíbrio delicado e cada um deles está diretamente conectado ao outro. O maravilhoso de comer alimentos orgânicos é que não é apenas o melhor para nossa saúde, mas também para o planeta, garantindo um futuro mais sustentável para as próximas gerações. A agricultura orgânica também mantém o solo saudável e preserva a biodiversidade, fundamental para manter o ecossistema saudável.

domingo, 30 de dezembro de 2018

Cartilha: Produção orgânica de hortaliças, raízes tubérculos e rizomas

Cartilha 
CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
COLEÇÃO SENAR - 117

TRABALHADOR NA AGRICULTURA ORGÂNICA

PRODUÇÃO ORGÂNICA DE HORTALIÇAS
RAÍZES, TUBÉRCULOS E RIZOMAS

O Comitê Editorial do SENAR, após um levantamento de necessidades, vem definindo as prioridades para a produção de cartilhas de interesse nacional. As cartilhas são recursos instrucionais de extrema relevância para o processo da Formação Profissional Rural e Promoção Social e, quando elaboradas segundo metodologia preconizada pela Instituição, constituem um reforço da aprendizagem adquirida pelos trabalhadores rurais nos cursos ou treinamentos promovidos pelo SENAR em todo o País. A presente cartilha faz parte de uma série de títulos desenvolvidos em parceria com a FUNARBE/UFV e é mais uma contribuição da Administração Central visando à melhoria da qualidade dos serviços prestados pelo SENAR.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Emirados Árabes é um dos mercados-alvo para a exportação de orgânico do Brasil



 
Os Emirados Árabes Unidos são um dos mercados-alvo da indústria brasileira de produtos orgânicos, que no ano passado exportou em torno de US$ 130 milhões, segundo dados do Organics Brasil, programa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) que divulga o setor no mercado internacional.
Para o diretor do projeto, Ming Liu, o país árabe tem um grande potencial de aumento no consumo de produtos orgânicos: “Principalmente em Dubai, onde é grande o número de expatriados, turistas e visitantes, que incentivam a demanda por esse tipo de produto”, explica.
O Organics Brasil está programando para o segundo semestre uma missão de prospecção para os Emirados. O objetivo é mapear o mercado e, quem sabe, incluir a Menope (Feira de Produtos Orgânicos do Oriente Médio, na sigla em inglês), que ocorre em Dubai em novembro, no calendário anual do projeto a partir de 2018.
Há alguns anos o executivo esteve em Dubai e pôde conferir que a demanda por orgânicos é crescente. “Nosso grande desafio é convencer as empresas a apostar neste mercado”, diz Liu. Hoje, Estados Unidos, Alemanha e França são os principais destinos dos produtos brasileiros – e é nestes países que as empresas brasileiras direcionam seus esforços. “Até pelo fato de passarmos por um momento de crise, elas não querem arriscar”.
As exportações brasileiras para os Emirados Árabes ainda são tímidas: “Não chegam a US$ 2 milhões”, calcula Liu. Mas há vantagens que justificam esse interesse da Organics Brasil pelo mercado do Golfo. A principal é o fato de os Emirados facilitarem a certificação dos produtos: nos demais países, é preciso certificar ingrediente por ingrediente, o que não é exigido pela nação árabe.
“Imagine uma barrinha de cereal, que é composta por diversos ingredientes, sendo alguns inclusive importados. Ter que certificar um a um demanda um trabalho maior. Até por isso as empresas brasileiras costumam exportar produtos mais básicos”, explica Liu, citando o açúcar orgânico, castanhas, mel e frutas como os principais itens exportados.
No ano passado as exportações brasileiras cresceram 15% em volume, embora tenham empatado em faturamento, por mudança de “mix” de produtos e variação cambial.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Carne orgânica produzida pela JBS australiana atenderá ao mercado australiano e aos principais mercados internacionais



 
A JBS Austrália inicia em março o processamento de seu primeiro rebanho orgânico certificado, que será comercializado sob a nova marca Acres, informou a empresa em nota, nesta quinta-feira, 16. A carne será produzida na planta de Rockhampton, em Queensland, e atenderá ao mercado australiano e aos principais mercados internacionais. 
Nos Estados Unidos, por exemplo, a marca estará presente tanto no food service como no varejo. "O lançamento nos ajudará a atender à crescente demanda identificada neste nicho de mercado, assim como aumentará a nossa competitividade internacional", disse, na nota, Brendan Tatt, gerente comercial da JBS Austrália.

Fonte: Estadão conteúdo

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Novos sabores de geléias orgânicas Engenho da Terra



 
A linha de geleias 100% orgânico do Engenho da Terra ganha três novas versões: tomate com pimenta dedo-de-moça, banana e limão siciliano. Seu sabor, embora adocicado, harmoniza perfeitamente com pratos salgados servidos nas principais refeições do dia.
O novo sabor Tomate com pimenta dedo-de-moça, levemente picante, vai muito bem com carnes, frangos e linguiças. Já a geleia com raspas da casca de limão siciliano é perfeita para ser saboreada com queijo, salada e até mesmo com diferentes tipos de carnes no churrasco.
E para finalizar com um lanche à tarde ou até mesmo no café da manhã, a geleia feita de banana nanica orgânica é ideal para ser consumida com bolos, como o de fubá, por exemplo.
A linha de geléias Engenho da Terra também oferece opções como amora, framboesa, morango, uva, pimenta, gengibre e goiaba. De acordo com o sabor, o produto está disponível em embalagem de 210 gramas e/ou bisnagas de alumínio reciclável, com 110 gramas.

Fonte: Primeira Página

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

iogurte orgânico em embalagem reciclável



 
A companhia Trader’s Point Creamery, de Zionsville, Indiana, nos Estados Unidos, possui iogurtes em porções individuais em embalagens recicláveis de vidro. As embalagens recicláveis de vidro não liberam toxinas e podem reduzir acúmulos em aterros sanitários, de acordo com a companhia. Além da embalagem ecológica, o iogurte é orgânico, não contém glúten, é 100% oriundo de vacas criadas a pasto, sendo minimamente processado e não homogeneizado. A companhia diz que o iogurte é rico em ômega 3 e ácido linoleico conjugado (CLA), e inclui probióticos. O iogurte estilo europeu está disponível nos sabores natural, baunilha, banana, manga, amora e framboesa.

Fonte: https://www.milkpoint.com.br