quinta-feira, 30 de junho de 2011

Nature’s One a empresa pioneira na produção de alimentos orgânicos para bebês

Nature’s One é uma empresa fundada em 1997 e sediada em Columbus, Ohio. A empresa é pioneira na categoria nutrição orgânica médica e introduziu a primeira fórmula de alimentos orgânicos para bebês nos Estados Unidos em 1999.
Desde o início, a Nature’s One tem investido fortemente em pesquisa e desenvolvimento para oferecer o melhor em ciência nutricional e orgânica. Hoje a maioria dos produtos nutricionais Nature’s One continuam a ser os primeiros e únicos em suas respectivas categorias. Estes produtos são vendidos em todo o país e internacionalmente através de uma ampla gama de lojas e fornecedores de produtos médicos.
Celebrando mais de uma década de inovação, a Nature One continua a procurar maneiras de melhorar suas marcas e descobrir novos alimentos orgânicos para atender as necessidades crescentes dos consumidores.


Fonte: http://www.naturesone.com

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Parnaíba sedia o I Seminário Piauiense de Agroecologia

Pesquisadores, produtores, estudantes e professores participam até sexta-feira, 1º de julho, do I Seminário Piauiense de Agroecologia e da II Semana de Agricultura Orgânica do Norte Piauiense, que tem como tema Biodiversidade em Sistemas Agrícolas. Os eventos acontecem, simultaneamente, em Parnaíba, cidade localizada a 318 quilômetros ao norte de Teresina.
“Esses são eventos que agregam conceitos e técnicas de agricultura de base ecológica para troca de experiências e informações entre os participantes, e divulgação de pesquisas referentes ao setor”, explica o gerente do Escritório do Sebrae em Parnaíba, Élcio Lima.
Entre os temas abordados nos eventos estão novas formas de trabalho com agricultura orgânica, disseminação da agroecologia, e melhoria da qualidade do alimento sem agrotóxicos. A idéia é incentivar novas pesquisas, divulgando a agricultura orgânica como modelo economicamente viável e sustentável.As programações dos eventos incluem palestras, mini cursos, mesas redondas, apresentação de trabalhos e exposições sobre agroecologia.
“O mercado já procura por produtos sem agrotóxicos, e esse encontro é uma oportunidade valiosa de chamar atenção desta cadeia produtiva para a importância econômica dos orgânicos”, acrescenta o gerente.A Semana e o Seminário acontecem no Campus Alexandre Alves Oliveira da Universidade Estadual do Piauí, UESPI, situado à Avenida Nossa Senhora de Fátima S/N, bairro São Benedito, em Parnaíba.Os eventos contam com a parceria do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae no Piauí; UESPI; e do Grupo de Estudo, Pesquisa e Extensão em Agroecologia, Cajuí.


Fonte: http://180graus.com

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Canadá e União Européia chegaram a um acordo sobre a equivalência de produtos orgânicos

O Canadá e a União Européia chegaram a um acordo sobre a equivalência de produtos orgânicos, em um movimento que deverá impulsionar substancialmente o comércio de alimentos orgânicos entre os dois mercados.
O Canadá introduziu o seu logo de produto orgânico há apenas dois anos, obrigando a certificação orgânica em diferentes províncias do país. Seu regulamento de produtos orgânicos agora exige que todos os produtos canadenses sejam aprovados por um organismo de certificação acreditado pela Agência Canadense de Inspeção Alimentar (CFIA).
As decisões do Canadá e da UE em matéria de equivalência orgânica seguem a discussão entre a Comissão Européia e a CFIA, com revisões das respectivas regras dos mercados orgânicos, e as medidas de controle nas duas regiões.
"A revisão de todas as outras regras para a produção orgânica e sistemas de controle levaram à conclusão de que, na UE e Canadá as regras de produção e controles de produtos agrícolas orgânicos são equivalentes às previstas na legislação,” afirmou a Comissão Européia em um comunicado na sexta-feira passada. Os respectivos logotipos orgânicos são atualmente autorizados para uso em ambos os mercados.



Fonte: http://communities.canada.com

domingo, 26 de junho de 2011

Manual "O Mercado Orgânico na Europa"

O manual "O Mercado Orgânico na Europa" tem como objetivo fornecer informações para os países que querem exportar produtos orgânicos para a Europa. Todas as cerca de 150 páginas do manual oferecem uma vasta gama de informações sobre o mercado orgânico nos países da União Européia e da European Free Trade Association (EFTA), bem como uma comparação do Regulamento dos Orgânicos da UE e os Padrões da Bio Suisse. Desta forma, o manual deve ajudar produtores de países em desenvolvimento a terem um melhor acesso ao mercado de orgânicos dos países da UE e EFTA.
O estudo também contém uma série de relatórios dos seguintes países: Áustria, República Checa, Dinamarca, França, Alemanha, Islândia, Itália, Liechtenstein, Noruega, Polônia, Suécia, Suíça, Holanda e Reino Unido. Clique aqui para fazer o Download do manual (Em inglês).



Fonte: http://www.fibl.org

sábado, 25 de junho de 2011

Transgênicos ameaça produção orgânica no Paraná

O cultivo de variedades transgênicas de soja e de milho está ameaçando a frágil cadeia de produção orgânica no sudoeste do Paraná - área cujo perfil fundiário é o da pequena propriedade rural. A dificuldade na obtenção de grãos convencionais e a deficiência da logística são apontadas como as responsáveis pela contaminação da produção.
"Está cada vez mais difícil obter sementes não transgênicas para os produtores orgânicos. Além disso, há o problema da contaminação na colheita ou no transporte da safra", explica Marcio Alberto Challiol, diretor da Gebana, empresa com sede em Zurique, Suíça.
Essa situação está levando pequenos produtores a abandonar esse cultivo. Paulo Sobrinho Mackiewicz, produtor rural do município de Capanema - 650 quilômetros a oeste de Curitiba- é um dos que desistiram do orgânico.
Na última safra, ele perdeu o prêmio de 35% além do valor da saca de soja convencional devido à contaminação da produção com soja transgênica. A suspeita recaiu sobre a colheitadeira alugada por Mackiewicz, que poderia ter restos de soja transgênica.



Fonte: http://www.jornalfloripa.com.br

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Área de plantio da agricultura de base ecológica no Brasil cresce 30% ao ano, aponta estudo da Embrapa

Um trabalho desenvolvido por pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) e do International Centre for Research in Organic Food Systems (Icrofs), da Dinamarca aponta que, atualmente, mais de 120 países desenvolvem agricultura de base ecológica, com crescimento médio da área plantada entre 15% a 20% ao ano. De acordo com o estudo, que é parte integrante do Projeto Global Org/Brasil, que apresenta a situação atual do desenvolvimento da produção de base ecológica no Brasil e no Estado de São Paulo, o crescimento brasileiro anual médio é de 30% e existe uma forte demanda do mercado exportador, especialmente por países como o Japão, Estados Unidos e União Européia.
A pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente e coordenadora do projeto, Lucimar Santiago de Abreu, explica que analisou um conjunto de questões sociais e econômicas bem como a evolução deste setor, tratando também de questões associadas à institucionalização da agricultura de base ecológica no país.
A pesquisadora coletou com a equipe do projeto, um conjunto de informações em diferentes instituições públicas e privadas brasileiras e em base de dados internacionais. Entre as brasileiras encontra-se o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), certificadoras, agências de exportação, Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GTz) entre outras. Também realizou entrevistas com diferentes atores sociais, organizações de produtores familiares, agentes de desenvolvimento e organizações econômicas.
Os resultados foram à descrição da trajetória da emergência e expansão da agricultura de base ecológica, caracterização do desenvolvimento da produção de base ecológica no Brasil e desenvolvimento dessa mesma produção no Estado de São Paulo e identificação e caracterização das cadeias da produção certificadas respectivamente para exportação e mercados locais. A pesquisadora acredita que os dados do estudo irão subsidiar a formulação de políticas públicas no âmbito do desenvolvimento da produção e comercialização de base ecológica, no país.
De acordo com Lucimar, no Brasil vem crescendo a produção de alimentos e de outros produtos agrícolas baseada em princípios ecológicos, com denominações diferentes para esse tipo de produção, ou seja, o produto ecológico, produto orgânico, produto agroecológico, produto natural, etc. De fato, são formas distintas de produção ecológica e de inserção no mercado. No intuito de captar essa diversidade de estilos de agriculturas ecológicas, adotou-se a denominação “agricultura de base ecológica” para estudar a produção brasileira.
A Lei da Produção Orgânica No 10.831, de 23 de dezembro de 2003, regulamentada em 2007, foi inspirada no conceito de agroecologia, também integrando diferentes dimensões da produção, desde da valorização do patrimônio cultural das comunidades rurais, equidade social, valorização econômica das produções familiares até o respeito aos recursos naturais. Essa lei da produção orgânica reconhece a diversidade de modos de certificação por terceira parte, pelo sistema de garantia participativa e pelas vendas diretas com controle social.
Conforme levantado neste estudo, no território rural brasileiro encontra-se uma diversidade de formas sociais de produção de base ecológica, com diferentes processos de transição e de sistemas de comercialização. Ou seja, além das mudanças em termos de técnicas e de práticas agrícolas, identificou-se os grupos sociais e comunidades envolvidas portadores de consciência social, expressada na relação prática que estabelecem com os recursos ambientais e na adoção de um modo de vida peculiar, que é fruto de uma crítica social ao modelo baseado no monocultivo e no uso de agrotóxicos.
”Portanto, para entender a situação atual, foram mapeadas as áreas produtivas e o universo social do produtor. Esse universo é constituído na maioria por produtores familiares, onde buscou-se compreender os desafios colocados para o avanço da agricultura de base ecológica e identificar os elementos que impulsionam a transição agroecológica. Além desses aspectos, a produção de alimentos é complementada por condições que propiciam o desenvolvimento das pessoas e o meio rural passar a adquirir características de polo de irradiação cultural e social “explica Lucimar.



Fonte: http://www.canalrural.com.br

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Fapesc inicia programa para agregar valor à produção de plantas bioativas catarinensee

Agregar valor à produção agrícola catarinense é uma das metas do programa estruturante para plantas bioativas a ser coordenado pela Fapesc (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina). O grupo responsável pela estruturação do programa se reuniu pela primeira vez dia 01/06,onde estavam representantes da Epagri e de empresas como Duas Rodas, Phytosul, Farmotarápica do Valle, Herbia, Aurora Alimentos, Lab. Catarinense e Harmonia Natural.
Plantas medicinais, aromáticas, condimentares, inseticidas, repelentes e tóxicas são ditas bioativas por terem ação sobre outros seres vivos. Elas servem a indústrias diversas, que buscam novas opções de remédios, corantes e antioxidantes naturais, entre outras possibilidades de uso das plantas “ativas sobre a vida”, nas palavras de Antonio Amaury Silva Junior, da Estação Experimental que a Epagri mantém em Itajaí. “A Flora Catarinense tem muitas espécies bioativas, algumas delas bem conhecidas da ciência e muitas outras ainda por se pesquisar.”
Pela predominância da agricultura familiar em Santa Catarina, o estado serviria bem à produção de plantas bioativas porque estas requerem cuidados mais fáceis de serem tomados em pequenas áreas, segundo Mario Angelo Vidor, Diretor de Pesquisa em Ciências Agrárias e Meio Ambiente da Fapesc. Mas são poucos os produtores que entram neste novo campo – até porque nem sempre há sementes e mudas a preços acessíveis - fazendo com que empresas implementem seus próprios cultivos. Em Canelinha, por exemplo, Cecília Osaida, da Harmonia Natural, planta ginseng brasileiro e 12 espécies aromáticas que rendem óleos essenciais.
Estes óleos servem de insumos para os cosméticos orgânicos fabricados pela Herbia, de Joinville, que também participou da reunião. “Teria muito mercado no exterior para cosméticos brasileiros, desde que eles tenham diferencial pelo uso da biodiversidade da Mata Atlântica”, afirma Rafael Krause, da Herbia. “Não adianta usarmos lavanda para produzir cosméticos porque isso a França já faz bem.”
O primeiro passo do grupo é identificar espécies de interesse de todos os seus participantes, para então desenvolver protocolos de cultivo e contemplar outros aspectos da cadeia produtiva de plantas bioativas. “Os desafios são múltiplos e incluem garantir remuneração justa para os agricultores envolvidos”, acrescenta Silva Junior.



Fonte: http://www.portaldailha.com.br

terça-feira, 21 de junho de 2011

Emater começou a desenvolver na região de Pelotas o Programa de Pecuária de Corte Orgânica

A Emater começou a desenvolver na região de Pelotas o Programa de Pecuária de Corte Orgânica, para criar uma rede de apoio à adoção da prática e incentivar produtores a testarem sistemas orgânicos de produção de carne bovina e ovina.A iniciativa já conta com o apoio da Embrapa Clima Temperado e Universidade Federal de Pelotas.
A primeira meta é a constituição de unidades demonstrativas de pecuária orgânica, a serem montadas nos municípios de Jaguarão e Santa Vitória do Palmar. As propostas surgiram a partir do seminário de pecuária orgânica, realizado em outubro de 2010, em Jaguarão, e a expectativa das instituições é de que sejam observados resultados satisfatórios a médio e longo prazo.

Os passos do programa

O Programa de Pecuária de Corte Orgânica da Emater adotou como linhas de trabalho, entre outras, a melhoria da integração setorial, apoio à inserção no mercado orgânico e à agregação de valor, formação e capacitação em pecuária orgânica, apoio às questões ambientais, redes participativas de pesquisa em sua extensão, produção, transformação e venda.



Fonte: http://jcrs.uol.com.br

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Comércio de orgânicos cresce 30% anuais no Pão de Açúcar

Os produtos orgânicos representam 0,54% do faturamento do setor supermercadista, mas se destacam nas prateleiras do Grupo Pão de Açúcar (GPA), no qual a meta é vendê-los em volume até 30% maior neste ano. Após altas idênticas no último triênio e um faturamento de R$ 7,5 milhões em 2010, com as mercadorias "verdes", a rede de supermercados busca apoio do governo para incentivar a produção orgânica e auxilia por conta própria pequenos agricultores."A demanda que nós temos de orgânicos é maior que a oferta", afirmou o diretor do GPA, Paulo Pompilio. "A partir do momento em que você consegue equalizar o preço do orgânico, o consumidor tem optado por uma alimentação mais saudável", continuou. De acordo com o executivo, o desafio do grupo é justamente este: equilibrar os valores das mercadorias orgânicas e tradicionais.
Em 2008, quando a carne orgânica passou a ser vendida nos supermercados Pão de Açúcar, a peça custava 80% a mais que a tradicional. "Em 2010, houve um boom da carne orgânica", contou a gerente de orgânicos do GPA, Sandra Caires Sabóia, segundo a qual desde o ano passado a carne diferenciada apresenta uma margem de 20% a 25% superior à comum.Apesar desse caso, os preços continuam a ser desequilibrados em outras sessões. Na de hortifrútis, por exemplo, uma alface orgânica chega a custar 50% a mais que a tradicional; legumes, também; e as frutas, ainda mais, relatou Sandra. A gerente acredita num aumento de 15% da venda de produtos orgânicos este ano.
"A produção ainda é muito falha e a gente ainda não tem assistência técnica de campo. O próprio governo admite", apontou Sandra, que disse participar de reuniões sobre o assunto no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. "O apoio do governo é extremamente importante", acrescentou. Cerca de 130 produtores rurais, na maior parte de pequeno e médio porte, fornecem alimentos que foram cultivados sem agrotóxicos às unidades do Pão de Açúcar. Esses agricultores recebem apoio técnico da companhia, segundo Sandra, além de obterem a garantia do comércio, de acordo com o diretor Paulo Pompilio.
"No Brasil, é uma cultura nova, mas na Europa já existe há cerca de trinta anos", contou a gerente de Orgânicos. "Hoje morre muita gente jovem aplicando agrotóxico no campo. O orgânico (que dispensa o uso de agroquímicos) tem essa pegada de fazer o bem."De cada R$ 100 vendidos pelos supermercados brasileiros, apenas R$ 0,54 são lucrados com a venda de produtos orgânicos, de acordo com dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Atualmente, os alimentos orgânicos estão presentes nas prateleiras de 27% dos estabelecimentos do setor supermercadista no Brasil.
Entre eles, figura a Cooperativa de Consumo (Coop), uma rede de supermercados administrada por funcionários e atuante principalmente em determinadas regiões do Estado de São Paulo. A Coop oferece 74 itens na linha de orgânicos - o Pão de Açúcar tem 600. Os produtos desse tipo custam de 5% a 10% a mais que os tradicionais, segundo a cooperativa.A Coop diz que espera crescimento do comércio de orgânicos, mas depende da vontade das indústrias e dos produtores rurais que trabalham com o cultivo "limpo" de alimentos.
Segundo dados da Associação Brasileira de Orgânicos (Brasilbio), que reúne o setor produtivo em questão, 80% dos produtores de orgânicos no País são agricultores familiares. Segundo a Brasilbio, em 2011 os produtores devem faturar 40% acima dos R$ 500 milhões registrados no ano passado. A expectativa é chegar a R$ 700 milhões neste ano. Em todo o Brasil, há 90.497 empreendedores que produzem alimentos sem agrotóxicos, segundo o Censo Agropecuário de 2006, o último levantamento do tipo feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia de Estatística (IBGE)."95% da população brasileira não sabem ao certo o que é a cultura orgânica; apenas 5% fazem idéia. É preciso gerar conhecimento público sobre o assunto", defendeu a gerente de Orgânicos do Grupo Pão de Açúcar (GPA), Sandra Caires Sabóia.




Fonte: http://www.dci.com.br/

domingo, 19 de junho de 2011

Ministério dos Emirados Árabes Unidos procura promover os produtos orgânicos

O Ministério do Meio Ambiente e da Água de Dubai está definindo planos para vender produtos orgânicos dos Emirados Árabes Unidos em um mercado semanal. O ministério também está tentando encontrar meios adequados de comercialização de produtos provenientes de explorações orgânicas no setor privado.
Até o momento, 28 fazendas foram certificadas pelo ministério para a produção de frutas e vegetais orgânicos - ou seja, sem utilizar adubos químicos ou pesticidas - em todo o UAE.Os agricultores são incentivados a adotar modernas técnicas agrícolas para aumentar a produção e melhorar a qualidade dos alimentos produzidos nos Emirados Árabes Unidos.
Todas as fazendas que produzem produtos orgânicos devem ser registradas e aprovadas pelo ministério. Elas também devem estar sujeitos à supervisão e fiscalização pelo ministério e possuir um certificado do ministério, afirmou Mariam Al Shenasi, diretor executivo de Assuntos Técnicos do Ministério do Ambiente e da Água. No futuro, todos os produtos orgânicos provenientes de explorações nos Emirados Árabes Unidos terão de suportar um adesivo indicando isso.
Em uma tentativa de promover a agricultura orgânica, os agricultores conseguiram colher amostras de seus produtos e ter as amostras avaliadas, gratuitamente, em laboratórios do ministério antes que eles passem a solicitar o certificado. "Há um grande interesse dos moradores em produtos orgânicos, e igualmente os agricultores estão dispostos a seguir os regulamentos e normas da agricultura orgânica em suas fazendas, para registrar e ver os seus produtos à venda", disse Mariam.


Fonte: http://gulfnews.com/

sábado, 18 de junho de 2011

Gastronomia sustentável

Criar uma identidade gastronômica cultural e valorizar alimentos orgânicos. Foi com este objetivo que o chef Ofir Oliveira e alunos de Gastronomia da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), entre outras pessoas dedicadas à sustentabilidade, estiveram reunidas na tarde da última segunda-feira (13), na Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico de Balneário Camboriú (SecturBC).
O objetivo do encontro foi apresentar ao secretário municipal de Turismo, Carlos Humberto Silva, o projeto que existe há quatro anos em Balneário Camboriú, mas que somente agora está ganhando notoriedade, e visa resgatar e preservar a verdadeira identidade da gastronomia brasileira. Além disso, o grupo busca a parceria da Sectur para a divulgação e fomentação do projeto.
Proprietário da pousada Estaleiro Village, o chef Ofir Oliveira, é pioneiro na divulgação de alimentos advindos do extrativismo e inaugurou no começo deste mês o Centro Cultural Gastronômico Sabor Selvagem, que é filiado ao Terra Madre - Slow Food, na praia de Estaleiro.
Frutas, temperos e ervas pouco conhecidas em nossa região, como cupuaçu, bacuri, aviú, filhote, tucupi, jambú, tapioca, cumaru, breu, cacau e chocolates amazônia cacau, são exemplos de alimentos orgânicos, livres de agrotóxicos e pesticidas, que colaboram com a saúde do corpo e com o meio ambiente.



Fonte:http://www.jornaltribuna.com.br/

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Produção de orgânicos é destaque em congresso

Durante o 5º Congresso Dekassegui Empreendedor, realizado na sede do Sebrae, um protótipo do projeto de Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (PAIS) estará em exposição aos visitantes a partir das 14h. Com a sustentabilidade em alta, o modelo estimula a prática da agricultura orgânica utilizando processos produtivos sem agrotóxicos.O sistema de produção conta com um galinheiro ao centro, rodeado pelos canteiros com diversos cultivares, tendo um sistema de irrigação proveniente de caixa d’água para adubar a terra. Os interessados em investir na atividade orgânica terão explicações sobre o procedimento, além de receberem um folder informativo.
Para o consultor do Sebrae Élio Sussumo, o PAIS pode dar um bom retorno financeiro caso o produtor invista em sistemas de cultivo rotativo, como as hortaliças de canteiro, a rúcula, por exemplo, é colhida em 38 dias. “Os dekasseguis possuem uma cultura oriental de dedicação, por isso o projeto é uma boa oportunidade para eles já que exige uma atenção especial. O investimento também é baixo e o mercado está em constante expansão”, acrescenta.Na opinião da consultora do Sebrae, Claudia Matos, o mercado está propício para o cultivo livre de agrotóxicos e oportunidades, como a venda às escolas públicas, as feiras livres, restaurantes e supermercados.
Claudia acredita que os nipo-brasileiros também possuem um bom perfil para o projeto. “Os japoneses têm tradição em lidar com a terra, por isso é natural que seus descendentes desenvolvam aptidão na agricultura, o que facilita o empreendimento nessa parte rural”, reforça.A exposição do projeto de Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (PAIS) estará aberta a partir das 14h, hoje no decorrer do 5º Congresso Dekassegui Empreendedor. O modelo fica em exposição no Sebrae, para interessados, até o dia 22.



Fonte: http://www.correiodoestado.com.br

terça-feira, 14 de junho de 2011

Prefeito de Quatro Barras-PR, assina decreto que institui o Roteiro dos Orgânicos

Assinatura do decreto ocorreu durante a reunião dos produtores orgânicos

O roteiro Caminhos Históricos da Serra, que integra mais de 30 empreendimentos ligados ao turismo rural, ao ecoturismo e ao turismo de aventura, já passa a contar com roteiros específicos. No dia 08 de junho, o prefeito Loreno Tolardo assinou o decreto que institui o Roteiro dos Orgânicos, uma ação de incentivo à atividade turística e também determinante para o credenciamento de Quatro Barras no Projeto Talentos do Brasil Rural, que está selecionando cidades para integrar o roteiro oficial da Copa do Mundo de 2014.
Na lista de integrantes que aderiram ao novo roteiro, estão produtores de mel, compotas, vinhos, doces, além de artesãos dedicados à produção de cerâmicas, bonecas artesanais e travesseiros terapêuticos, produzidos com ervas medicinais orgânicas. Grande parte das propriedades está localizada na Estrada da Graciosa ou regiões vizinhas.
Tolardo assinou o decreto durante a reunião do Grupo de Produtores Orgânicos, realizada no Horto Municipal, onde estiveram presentes mais de 15 agricultores. “Estamos buscando não apenas o incentivo à produção de orgânicos, mas também a adesão dos produtores na atividade turística, que está em constante desenvolvimento”, disse o prefeito, ao lembrar que o Horto Municipal é o único horto orgânico do Estado do Paraná.

Novos roteiros

A implantação do novo roteiro é uma ação das secretarias de Turismo e Meio Ambiente e Agricultura, que vêm incentivando o setor turístico e também a produção agrícola nas áreas rurais. Além do Roteiro dos Orgânicos, estão sendo formatados mais quatro roteiros da Agricultura Familiar, nas regiões da Graciosa, Palmitalzinho, Ribeirão do Tigre e Monte Alegre, que também fazem parte das ações ligadas à Copa.
“Não temos medido esforços para credenciar Quatro Barras neste projeto que sem dúvida alguma pode impulsionar a atividade turística. Queremos que a cidade faça parte do roteiro turístico oficial da copa, juntamente com as outras 23 cidades de todo o Brasil que vão integrar o projeto”, disse Tolardo. Os roteiros serão apresentados à comissão do Projeto Talentos do Brasil Rural ainda no mês de junho.O encontro no Horto Municipal reuniu produtores, secretários municipais e contou com a presença da gerente do Banco do Brasil, Cleusa Taider, que falou sobre as linhas de crédito existentes, que podem atender os produtores.



Fonte: http://agoraparana.uol.com.br

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Prefeitura de Colombo-PR adquire hortifruti orgânicos da Agricultura Familiar

Em cumprimento a Lei 11.947/2009, a Prefeitura de Colombo está adquirindo as frutas, verduras e legumes orgânicos inseridos na merenda escolar dos alunos da rede municipal de ensino, por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar.
A Associação para o Desenvolvimento da Agroecologia (AOPA), que conta com uma filial na cidade, participou do Chamamento Público n° 003/2010 e se classificou, passando a entregar os produtos nas escolas.
“É de grande a importância a compra desses alimentos, pois além de valorizar a agricultura familiar, nossos alunos recebem uma merenda de ainda mais qualidade” , destacou o prefeito J. Camargo, lembrando que são oferecidas 20 mil refeições diárias, supervisionadas por nutricionista.

Lei

A Lei nº 11.947/2009 determina a utilização de, no mínimo, 30% dos recursos repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para alimentação escolar, na compra de produtos da agricultura familiar. “O processo de Chamamento Público prioriza os agricultores do município. Caso a cidade não possua cooperativa ou associação, esse processo pode ser expandido para produtores rurais de cidades e estados vizinhos”, explicou a coordenadora da Alimentação Escolar de Colombo, Juliana Gleice Beraldo Cavalheiro.O objetivo do Governo Federal com essa medida também é o de promover a segurança alimentar e nutricional das crianças.
“Esse procedimento tem o importante papel de aumentar a renda dos agricultores familiares, além da inclusão de produtos da época no cardápio, agregando ao valor nutricional, a qualidade e a variedade dos alimentos ofertados, que é fundamental para o desenvolvimento das crianças atendidas nas unidades escolares de Colombo”, finalizou a coordenadora.



Fonte: http://agoraparana.uol.com.br

domingo, 12 de junho de 2011

Área de orgânicos francesa continuou a crescer em 2010

A venda de orgânicos na França subiu para 3,4 bilhões de euros em 2010, que é 10,8 por cento maiores em relação ao ano anterior. A parte de alimentos orgânicos do mercado total de alimentos francês foi de 2 por cento. Isto é demonstrado pelos números publicados recentemente pela Agence Bio em Paris.
Os preços no varejo foram em grande parte estável em comparação com o ano anterior. O número de agricultores orgânicos e processadores tem crescido muito, subindo 23 por cento (30.850), dos quais dois terços são agricultores (20.604).A melhoria da produção orgânica no país reduziu a parcela de importação em 2009 para 35 por cento.
No final de 2010, a proporção de terras agrícolas utilizadas na França para a agricultura biológica foi de 3 por cento e da parte das fazendas de 4 por cento. O desenvolvimento positivo continua e outros 1.120 novos agricultores orgânicos foram adicionados no primeiro quadrimestre de 2011.


Fonte: http://www.organic-world.net

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Produção de pescado orgânico é regulamentada

A produção de pescado orgânico no Brasil tem agora regras específicas e os refrigeradores dos supermercados de todo o país poderão contar, em breve, com peixes, crustáceos e moluscos orgânicos. A ministra da Pesca e Aquicultura, Ideli Salvatti, assinou nesta segunda-feira (06/06) uma instrução normativa que regulamenta a atividade.
A nova regulamentação, que será assinada também pelo Ministério da Agricultura, irá estabelecer normas técnicas para os Sistemas Orgânicos de Produção Aquícola a serem seguidos por pessoas físicas e jurídicas. “A Lei para Orgânicos no Brasil, que entrou em vigor no início deste ano, era válida para diversas espécies animais e vegetais, mas não contemplava o setor de pescados”, explica a ministra Ideli Salvatti.
Segundo ela, muitos produtores já produzem pescado orgânico, mas não têm, até o momento, como atestar a qualidade dos produtos pela falta da regulamentação. Este é o caso, por exemplo, de quatro grandes produtores de camarão do Nordeste, que oferecem mais espaço para os animais no sistema de cultivo e não utilizam antibióticos, hormônios ou qualquer produto de origem química. “Sem a certificação, a produção deixa de ter o valor que merece no mercado interno e não pode ser exportada. A nova regulamentação supre esta lacuna”, complementa a ministra.
De acordo com as normas técnicas para os Sistemas Orgânicos de Produção Aquícola, as unidades produtoras deverão possuir registros dos procedimentos de todas as operações envolvidas na produção e dispor de um Plano de Manejo Orgânico atualizado. Os sistemas também devem ser planejados de forma que sejam produtivos e respeitem a necessidade e o bem-estar dos organismos aquáticos. A alimentação dos animais será totalmente de origem orgânica.



Fundo: http://revistagloborural.globo.com

quarta-feira, 8 de junho de 2011

São Paulo ganha espaço exclusivo para produtos orgânicos

O Quintal dos Orgânicos trouxe uma nova experiência aos consumidores, que se queixavam do número limitado de locais voltados à comercialização de orgânicos. Em um amplo galpão de 500 m2 na Vila Madalena, em São Paulo, nasceu um novo conceito de varejo que privilegia o sustentável. Desde a produção dos alimentos, passando pela arquitetura e vestuário, tudo que existe lá foi escolhido criteriosamente.
Ao todo, são aproximadamente 1.000 produtos orgânicos certificados voltados à alimentação, beleza, moda e decoração. "O consumidor deve ser conquistado pela confiança e isso vale tanto em relação ao retorno à loja quanto à garantia de estar levando produtos certificados para casa", acrescenta Nardi Davidsohn, administrador do espaço.
A oferta de produtos cultivados sem agrotóxicos inclui frutas, legumes, verduras, especiarias e temperos. No mobiliário, feito com madeira de demolição, é possível encontrar cafés, azeites, vinhos, geléias, doces, detergentes, lava-roupas, shampoos, sabonetes, hidratantes corporais. Tudo orgânico! Nos refrigeradores também há oferta de vários tipos de carnes da linha orgânica. Nesse caso, para ser considerado dessa categoria, o gado não pode ser tratado com medicamento alopático e nem alimentado em pasto com aditivos químicos.
O espaço dispõe de cafeteria e restaurante onde são servidos café da manhã, almoço e lanche da tarde. O cardápio muda diariamente aproveitando a sazonalidade dos alimentos. "Só vendemos o que está na época", salienta Nardi. A sustentabilidade também se faz presente na arquitetura do local. Além dos grandes armários confeccionados com madeira reciclada, a iluminação LED é de baixo consumo elétrico. As embalagens, compostas por sacolas e caixas dobráveis, são totalmente reutilizáveis.
Outro destaque do Quintal dos Orgânicos é a maneira utilizada na seleção de seus colaboradores. Todos eles foram indicados por ongs que lidam com treinamento e colocação de jovens de baixa renda no mercado de trabalho como Colméia, Comunidade Monte Azul, Gastronomia Solidária e Fundação Jovem Profissional.


Fonte: http://www.quintaldosorganicos.com.br

domingo, 5 de junho de 2011

Produtos orgânicos chegam a apenas 27% dos supermercados

De cada R$ 100 vendidos pelos supermercados brasileiros, apenas R$ 0,54 são lucrados com a venda de produtos orgânicos, de acordo com dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Mas a demanda está crescendo. Até alguns anos poucos varejistas investiam na comercialização dos itens. Atualmente os alimentos orgânicos estão presentes nas prateleiras de 27% dos supermercados do país. O aumento da demanda por produtos orgânicos beneficia principalmente os pequenos empresários.
Segundo dados da Associação Brasileira de Orgânicos (Brasilbio), que reúne os produtores, processadores e certificadores, 80% dos produtores de orgânicos no país são agricultores familiares. Em todo o Brasil há 90.497 empreendedores que produzem os alimentos sem agrotóxicos, segundo o Censo Agropecuário 2006, último levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia de Estatística (IBGE).
Os pequenos são os que mais lucram com o aumento do faturamento do setor. Segundo a Brasilbio, em 2011 os produtores devem faturar 40% acima dos R$ 500 milhões registrados no ano passado. A expectativa é chegar a R$ 700 milhões neste ano. "O volume ainda é baixo, mas este é um movimento novo, com tendência a crescer muito. E quem mais lucra são os pequenos. A maioria dos produtores no Brasil são agricultores familiares que vendem para grandes varejistas e atacadistas", afirma o presidente da Brasilbio, José Alexandre Ribeiro.
Uma das primeiras redes brasileiras a investir na alimentação sem agrotóxicos, o Grupo Pão de Açúcar comercializa orgânicos há 15 anos e atualmente conta com cerca de 130 fornecedores em todo o país. Nas prateleiras há mais de 300 produtos disponíveis. No ano passado a rede vendeu R$ 75 milhões em produtos orgânicos e a expectativa é que as vendas cresçam entre 30% e 40% em 2011. "Há 10 anos somente verduras e legumes estavam disponíveis nas lojas. Hoje, além dos itens in natura, temos carne, massas, molhos e todos os componentes para uma refeição completa e saborosa", afirma a gerente de orgânicos do Grupo Pão de Açúcar, Sandra Caires Sabóia.
Produtora há 25 anos de alimentos orgânicos, a Fazenda Malunga, localizada a 70 quilômetros de Brasília, viu todo o avanço do mercado. No início, ela e o marido, Joe Carlo Viana, vendiam a produção em uma feira semanal realizada na Universidade de Brasília (UnB). A mercadoria era transportada no porta-malas do carro. Atualmente fornecem para 60 supermercados de Brasília e de Goiânia, além de fazerem entregas diárias a 200 domicílios. Por dia, são mais de 1 mil caixas de legumes e verduras. O número de funcionários saltou de 12, em 2001, para 220. "A demanda cresceu mesmo foi nos últimos 10 anos. Os supermercados abriram mais espaços para os produtos agrícolas porque o consumidor está pedindo por estes produtos", afirma a proprietária da marca, Clezane Ribeiro Pereira.
Com o objetivo de gerar visibilidade e disseminar os benefícios dos alimentos produzidos sem agrotóxicos, o Ministério da Agricultura, em parceria com o Sebrae e diversas outras instituições, está promovendo até o próximo dia 5 de junho a 7ª Semana dos Alimentos Orgânicos. O tema da edição deste ano é "Produtos Orgânicos – ficou mais fácil identificar", com foco na divulgação do selo Produto Orgânico Brasil, que ajuda os consumidores a identificar esses produtos, e da Declaração de Cadastro do Agricultor Familiar, ambos instituídos pelo ministério.


Fonte:http://www.administradores.com.br/

sábado, 4 de junho de 2011

Conheça a lei que prevê alimentos orgânicos na merenda escolar


Ainda são poucos os municípios e Estados que cumprem, mas uma lei publicada em 2009, pouco conhecida da maior parte da população brasileira, pode ter implicação direta na vida de muita gente. Ela estreita o caminho entre os alimentos orgânicos e a mesa de milhares de escolas pelo país. A lei federal 11.974, de maneira geral, trata da merenda na rede pública de ensino, mas um de seus artigos é o responsável pela agregação de todos os possíveis beneficiados. Pela regra, 30% dos recursos repassados pela União para os Estados e Municípios relativos à alimentação escolar, através do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento para a Educação), devem ser aplicados na compra de produtos provenientes da agricultura familiar. Se respeitada, a medida pode beneficiar 64 milhões de estudantes e milhares de pequenos produtores.
A alimentação natural e livre de agrotóxicos também é incentivada pela legislação. Aproveitando a Semana Nacional da Alimentação Orgânica, comemorada entre 31 de maio e 5 de junho, especialistas comentam a importância de uma merenda com esses alimentos para o desenvolvimento da criança.

Alimentos orgânicos para os alunos

Segundo a lei, as escolas devem sempre priorizar, na compra junto aos agricultores, alimentos orgânicos. Há, inclusive, um acréscimo de até 30% no valor de venda que pode ser dado aos produtores de gêneros sem agrotóxicos, certificados pelo governo."Damos orientação técnica às entidades para que promovam a plantação orgânica", disse a consultora do MDA (Ministério de Desenvolvimento Agrário), Patrícia Kato. O órgão fornece cartilhas de conscientização sobre a importância deste tipo de produção, além de atuar com projetos de gestão para as cooperativas e agricultores interessados.
Segundo o MDA, o Programa de Aquisição de Alimentos atua atendendo as demandas dos agricultores familiares para a comercialização de seus produtos. O interessado deve elaborar uma proposta de participação (um pequeno projeto) que será avaliado por uma comissão e, se aprovado, o recurso é repassado. A partir daí, fica determinada a ponte para que os produtos vindos direto da colheita sejam encaminhados para as escolas.
O reflexo disso vai aparecer no desenvolvimento da criança. Segundo Lenycia Neri, nutricionista do Ambulatório do Instituto da Criança da USP (Universidade de São Paulo), "as crianças são as que mais se beneficiam destes alimentos [orgânicos] por não terem todos os mecanismos de defesa do organismo amadurecidos para eliminar toxinas de forma eficiente". "Além disso elas terão a vida toda de exposição à elementos artificiais e tóxicos, e como o efeito é cumulativo, quanto antes começar, maior a probabilidade de manifestarem os efeitos adversos deste consumo anteriormente", concluiu a especialista.

Pequenos produtores

O maior desafio para um pequeno agricultor é vender a sua produção a preços compatíveis com o mercado. Segundo o presidente da Cooperativa da Agricultura Familiar e Agroecologia de Americana, Venceslau Souza, "o agricultor familiar sabe produzir, mas ele não sabe comercializar".
Com as garantias do programa, o agricultor sabe que vai vender, não ficando à mercê de atravessadores, que compravam a produção a baixíssimos preços e revendiam nas cidades. Para Souza, a organização em cooperativa, que é um fenômeno muito comum no Sul do Brasil, "também facilita o trabalho da prefeitura, porque é muito mais difícil para a administração trabalhar com 40 agricultores isolados do que com um vendedor centralizado."

Escolas

A chefe de setor de alimentação escolar de Santa Barbara D'Oeste, no interior de São Paulo, Rosemary Mondoni, afirma que os 40 mil alunos do município comem em sua merenda alimentos provenientes da agricultura familiar. Segundo ela, as cozinheiras têm elogiado os produtos enviados pelos pequenos produtores, já que "veem que foi colhido a pouco tempo, não estão há dois dias no caminhão".
Mas ela ressalta que são poucos os municípios, pelo menos em São Paulo, que estão efetivamente aplicando a lei. "Em uma reunião que fizemos na região, de 34 municípios presentes, só oito tinham começado; alguns não tinham feito nem chamada pública para licitar os alimentos", ressalta.Em entrevista à Agência Brasil, Arnoldo Campos, representante do MDA, disse que o maior desafio do programa é “fazer com que esses dois mundos [escolas e agricultores familiares] se conheçam melhor para que possam comprar um do outro. Caso contrário, é muito difícil você formular um edital de compra sem saber onde está essa oferta”.



Fonte: http://www.band.com.br

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Ministério regulamenta produção têxtil orgânica de algodão

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento anunciou na quinta-feira, 2 de junho, a legislação que estabelece o regulamento técnico para produtos têxteis orgânicos derivados do algodão. A Instrução Normativa nº 23, publicada no Diário Oficial da União, aplica-se principalmente a indústrias que fabricam tecidos e roupas orgânicas a partir da fibra, obtida em sistema orgânico de cultivo e certificada pelo Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica. A regra determina que o algodão utilizado na peça têxtil seja produzido de acordo com as normas técnicas para os Sistemas Orgânicos de Produção Animal e Vegetal (IN nº 64, de 18 de dezembro de 2008). A norma também limita o uso de produtos químicos nos processos de tinturaria, estamparia e acabamento para reduzir os impactos ambientais da atividade.
O chefe da Divisão de Controle da Qualidade Orgânica do Ministério da Agricultura, Roberto Mattar, explica que a instrução normativa é uma demanda antiga do setor. “O mais importante é a lista de insumos que podem ser usados na fabricação, pois o processamento convencional de tecidos usa uma quantidade grande de produtos químicos, principalmente tintas, que são produtos poluentes, presentes no rejeito industrial da atividade”, ressalta. A legislação trata, ainda, sobre a etiquetagem e define a percentagem de matéria-prima orgânica necessária para um produto ser considerado orgânico e receber o selo oficial. Pontos como o transporte, beneficiamento e armazenamento também são descritos na publicação.



Fonte: http://www.sonoticias.com.br

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Setor de alimentos orgânicos prevê crescimento de 40%

O faturamento dos produtores de alimentos orgânicos no Brasil deve crescer 40% em 2011. Até dezembro, os agricultores nacionais estimam arrecadar R$ 700 milhões. A entrada em vigor da lei que regulamenta o setor pode impulsionar os negócios deste mercado.
Segundo a Associação Brasileira de Orgânicos (Brasilbio), o setor cresceu 40% no ano passado, quando faturou R$ 500 milhões. A expectativa é repetir o desempenho em 2011. “A demanda por orgânicos cresce. O consumidor está mais consciente dos benefícios deste tipo de alimento”, afirma o produtor Luiz Ferrari.
Ferrari cultiva frutas orgânicas em uma chácara de 7.200 metros localizada em Ribeirão Preto (SP). O produtor acaba de plantar a nova safra de acerola e limão e tem expectativa otimista para o ano. “Quem investir na produção e procurar os mercados tem grande chance de crescer."
Apesar do ânimo dos produtores, a participação dos orgânicos ainda é pequena no mercado agropecuário brasileiro. O valor faturado pelo agronegócio orgânico corresponde a apenas 0,2% dos R$ 255,3 bilhões registrados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
Segundo a Brasilbio, a o mercado deve ganhar um impulso em 2011 com a entrada em vigor da legislação que regulamenta a produção de orgânicos no Brasil – a lei foi sancionada em janeiro. “A regulamentação ajudou a alavancar o mercado. Tanto os produtores quanto o próprio governo estão divulgando a cultura e as pessoas estão mais conscientes do que é um produto saudável”, afirma o presidente da entidade, José Alexandre Ribeiro.
Para aumentar a divulgação, o Ministério da Agricultura, em parceria com o SEBRAE, realizada até o dia 5 de junho a 7ª Semana dos Alimentos Orgânicos. O tema da edição deste ano é “Produtos Orgânicos – ficou mais fácil identificar”, com foco na divulgação de um selo que ajuda os consumidores a reconhecer esses itens nas prateiras dos varejões e supermercados.


Fonte: http://eptv.globo.com

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Workshop sobre Arroz Orgânico produzido em MS será sábado

A 7ª Semana de Alimentos Orgânicos no Mato Grosso do Sul, que está sendo realizada no Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), em Campo Grande, contará, no próximo sábado, dia 3 de junho, com o Workshop “Produção de Arroz Orgânico em MS - perspectivas socioambientais e econômicas” – Proposta de Arroz Orgânico “Amigos do Pantanal” ou “Amigos do rio Miranda”, ministrada pelo Engenheiro Agrônomo Gilson Teixeira.
O Workshop tem como principal objetivo discutir as possibilidades técnicas, a viabilidade econômica e a importância da conversão agroecológica da rizicultura praticada na bacia do rio Miranda – MS, em especial quanto ao aumento previsto na demanda por alimentos orgânicos devido à Copa do Mundo e às Olimpíadas, que serão realizadas no país em 2014 e 2016 respectivamente. Durante o evento serão apresentados dados do sistema de produção "Amigo do TAIM", desde sua organização do sistema de produção, técnicas de cultivo, até os resultados econômicos em comparação com a lavoura de arroz convencional da região, além da produção total e outras informações técnicas como indicadores ambientais. Gilson é responsável técnico por este grupo de produtores do arroz orgânico “Amigos do Taim”, uma área úmida como o Pantanal localizada em Santa Vitória do Palmar no Rio Grande do Sul, fornecedora do produto para uma grande marca do ramo. A produção existe desde de 2003.
A 7ª Semana de Alimentos Orgânicos no Mato Grosso do Sul tem como principal objetivo valorizar a produção e o consumo de alimentos orgânicos no Estado e teve inicio na segunda-feira, dia 30 de maio. Os eventos acontecem até dia 4 de junho e incluem palestras, mostra de soluções sustentáveis e exibição de vídeos. Além das atividades na capital, estão ocorrendo eventos paralelos nas cidades do interior com apresentação de palestras e exibição de vídeos em escolas da rede municipal, assentamentos e centros culturais, destinadas a estudantes, professores e agricultores.
A semana é uma promoção do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, por meio da Comissão de Produção Orgânica em Mato Grosso do Sul, com a realização da Embrapa Pantanal(Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e o Sebrae-MS.



Fonte: http://www.msnoticias.com.br
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