quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Os 10 benefícios do iogurte orgânico



 
É inegável que de duas décadas para cá a produção de iogurtes no Brasil cresceu exponencialmente. Hoje os iogurtes podem usados como opção para: sobremesa, lanche rápido, café da manhã, e até como ingrediente base para pratos quentes e frios. Possuem versões sem lactose, podem conter adição de proteínas e são recomendados para todas as idades, ajudando também a envelhecer com saúde. Os benefícios dos iogurtes orgânicos são muitos e em todas as fases da vida, mas para te incentivar a consumir mais iogurte orgânico no seu dia a dia, abaixo você pode conferir 10 benefícios exclusivos desses iogurtes:
1. Possui diversos nutrientes, tais como: fósforo, potássio, ácido fólio, niacina e riboflavina
2. Melhora a saúde do intestino por conter probióticos, que o forçam a deixar de ser “preguiçoso” e funcionar melhor.
3. Baixo teor ou isento de gordura, excelente para dietas.
4. Regula o sistema imunológico, nos protegendo de microrganismos que causam doenças.
5. Rico em vitaminas: A, B6 e B12 que ajudam a regular o organismo.
6. Auxilia no crescimento das crianças por conter altos índices de cálcio que fortalecem os ossos e dentes.
7. É fácil de digerir porque promove a digestão correta dos alimentos e também a absorção dos nutrientes.
8. Pode melhorar o hálito porque reduz os níveis de gás sulfídrico.

9. Protege contra o desgaste dos ossos porque uma única porção de 100 gramas do alimento contêm, aproximadamente, 121mg de cálcio.
10. Deixa a pele mais bonita e saudável porque possui vitamina A.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Danone visa liderar setor orgânico com a compra da WhiteWave Foods



 
O grupo de alimentos francês Danone anunciou que deseja assumir a liderança mundial da alimentação orgânica com a compra da empresa americana WhiteWave Foods, sua maior aquisição em 10 anos. Com a ação, a Danone quer se converter na líder da alimentação orgânica. A empresa americana comercializa produtos lácteos orgânicos, alternativas vegetais ao leite e ao iogurte, produtos frescos e cremes para café, entre outros, por meio de marcas como Silk, Horizon Organic ou Earthbound Farm, e tem 5.500 funcionários.
A operação, “totalmente amistosa”, foi anunciada pela Danone e deixa o valor da WhiteWave Foods em 12,5 bilhões de dólares.A ação da Danone passou a operar em alta na Bolsa de Paris após o anúncio.A transação, que será financiada na íntegra com base na dívida, permitirá a Danone “duplicar seu tamanho nos Estados Unidos”, afirmou Emmanuel Faber, CEO da empresa francesa, em uma teleconferência.“Nossa perfeita complementaridade nos permitirá criar um líder mundial orgânico, com um posicionamento único”, disse Faber.
A Danone propôs a compra da WhiteWave Foods por 56,25 dólares por ação, com pagamento total em dinheiro.A oferta representa uma valorização de quase 24% me relação ao preço médio de fechamento das 30 últimas sessões na Bolsa.A Danone propõe desembolsar 9,95 bilhões de dólares pelo capital da WhiteWave Foods, aos quais serão adicionados a dívida e certos passivos do grupo americano, que em 2015 registrou um volume de negócios de 4 bilhões de dólares, 85% nos Estados Unidos e 15% na Europa.Desde que entrou na Bolsa em 2012, as vendas da WhiteWave registraram uma taxa média de crescimento anual de 19%, destacou a Danone.
Com a operação, a Danone se transformará no líder mundial da alimentação orgânica e dos produtos lácteos frescos, e deve assumir o primeiro plano no mercado das alternativas vegetais ao leite e o iogurte.“Achamos que essa aquisição reforçará as vendas de Danone”, afirmaram em nota os analistas da Morgan Stanley.Do ponto de vista estratégico, a operação dará à marca francesa “uma posição de liderança em categorias em forte crescimento, como a alimentação e as bebidas orgânicas”, acrescentam.A operação já foi aprovada pelos conselhos de administração das empresas, mas ainda precisa receber o aval dos acionistas da WhiteWave Foods e das autoridades reguladoras.Faber disse que da parte das autoridades reguladoras não espera dificuldades substanciais, nem na França, nem nos Estados Unidos.O grupo afirmou que espera um impacto positivo “sólido” em seu lucro líquido por ação a partir do ano seguinte à aquisição da empresa americana.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

O mercado global orgânico continua a crescer em todo o mundo

A empresa de pesquisa de mercado Organic Monitor estima que o mercado global de alimentos orgânicos atingiu 81,6 bilhões de dólares em 2015 (aproximadamente 75 bilhões de euros). Os Estados Unidos são o principal mercado com 35,9 bilhões de euros, seguidos da Alemanha (8,6 bilhões de euros), da França (5,5 bilhões de euros) e da China (4,7 bilhões de euros). Em 2015, a maior parte dos principais mercados apresentou taxas de crescimento de dois dígitos. A maior despesa per capita foi na Suíça (262 euros), e a Dinamarca tem a maior quota de mercado orgânico (8,4% do mercado alimentar total).

Mais de dois milhões de produtores

Em 2015, foram registrados 2,4 milhões de produtores orgânicos. A Índia continua a ser o país com o maior número de produtores (585.200), seguido pela Etiópia (203.602), e o México (200.039).

Mais de 50 milhões de hectares de terras agrícolas orgânicas

Um total de 50,9 milhões de hectares foram geridos organicamente no final de 2015, representando um crescimento de 6,5 milhões de hectares comparados a 2014, o maior crescimento já registrado. A Austrália é o país com a maior área agrícola orgânica (22,7 milhões de hectares), seguido pela Argentina (3,1 milhões de hectares) e os Estados Unidos da América (2 milhões de hectares). Quarenta e cinco por cento das terras agrícolas orgânicas globais estão na Oceania (22,8 milhões de hectares), seguidas pela Europa (25 por cento, 12,7 milhões de hectares) e América Latina (13 por cento, 6,7 milhões de hectares).

Dez por cento ou mais das terras agrícolas são orgânicas em onze países

O Liechtenstein (30,2 por cento), a Áustria (21,3 por cento) e a Suécia (16,9 por cento) são os países com a maior quota de terras agrícolas orgânicas do seu total de terras agrícolas. Em onze países, 10% ou mais de todas as terras agrícolas são orgânicas.


domingo, 12 de fevereiro de 2017

Cooperativa gaucha lança sucos orgânicos elaborados com frutas e vegetais



 
Intituladas de AntiOx, Uva Zen e EcoBeta, as novidades visam atender consumidores que buscam produtos de alta qualidade aliados ao conceito de vida sustentável Inserida em um nicho de mercado que vem ganhando cada dia mais adeptos, a Cooperativa de Produtores Ecologistas de Garibaldi (Coopeg) desenvolveu três novas opções de sucos mistos orgânicos com vegetais. Auxiliando no combate a radicais livres, com propriedades antioxidantes e calmantes, as bebidas nominadas AntiOx, Uva Zen e EcoBeta chegam às prateleiras para atender os consumidores que buscam produtos de alta qualidade, com apelo funcional e que são elaborados em um arranjo produtivo ambientalmente e socialmente sustentável.
Utilizando como matérias-primas beterraba e gengibre, o suco EcoBeta apresenta ação antioxidante, assim como o AntiOx, que leva em sua composição, além dos ingredientes anteriores, suco de uva integral, que contém elevado índice de resveratrol e flavonoides. Já o Uva Zen une os sucos de uva integral e de alface, que possui compostos que atuam como calmantes naturais.
Os produtos não possuem adição de água, açúcar, corantes ou conservantes artificiais. Também são livres de lactose, glúten e compostos alergênicos. As combinações são resultados de um ano e meio de pesquisa e desenvolvimento.A distribuição da novidade iniciou no mês de dezembro. Assim como o tradicional suco de uva integral, já bastante conhecido pelo mercado, os novos sucos mistos estarão disponíveis em garrafas de 300ml e de um litro e poderão ser adquiridos por meio de contato direto com a Coopeg, em Garibaldi (RS), e em lojas especializadas de produtos ecológicos nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.
Os sucos mistos Coopeg chegam às lojas trazendo outro benefício aos revendedores e consumidores: possuem seis meses de validade e podem ficar armazenados em prateleiras e não apenas em refrigeradores. Produtos da mesma categoria, além de terem cerca de 10 dias de validade, também necessitam de armazenamento em baixas temperaturas. Após abertos, os sucos mistos Coopeg precisam ser refrigerados e consumidos em até cinco dias.
Os sucos mistos foram desenvolvidos com recursos da Financiadora de Estudo e Projetos (Finep) e Fundo de Amparo à Pesquisa do Estado do RS (Fapergs), por meio do edital Tecnova-RS. O propósito do projeto foi trabalhar com pesquisa e inovação na busca de soluções sustentáveis com a utilização de produtos que não foram aproveitados comercialmente. Os novos itens são todos elaborados a partir de frutas e verduras orgânicas cultivadas pela cooperativa. Além das três opções de bebidas, a iniciativa também inclui a elaboração de snacks de vegetais orgânicos, que irão para as prateleiras das lojas em 2017.

CONHEÇA A COOPEG

Apontada pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) como modelo de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável, a Cooperativa de Produtores Ecologistas de Garibaldi (Coopeg) é composta por 53 famílias de pequenos agricultores localizados em nove municípios da Serra Gaúcha.
O grupo produz mais de 50 diferentes tipos de olerícolas, frutas e verduras, além de sucos de uva, sucos mistos com vegetais, vinhos e espumantes livres de agroquímicos. Os cooperados observam a aplicação rigorosa das normas de produção orgânica definidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), sendo certificados pela Rede Ecovida de Agroecologia.
Seus produtos são distribuídos principalmente para os estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro, entretanto, a Coopeg atende também as demandas de todo o país. Na média dos últimos três anos, foram elaborados 112 mil litros de suco integral, 10 mil litros de vinhos e espumantes, 1,1 mil quilos de doces de frutas e 420 mil quilos de hortifrútis.

Fonte: http://www.coopeg.com.br/

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Diferença entre café gourmet e café orgânico




 
O café gourmet é reconhecido no mercado de cafés especiais como indicador de qualidade superior, relacionado a características intrínsecas do grão verde, como aroma, sabor, corpo, acidez e sabor residual.A partir da implantação do Programa de Qualidade do Café (PQC) em 2004, a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic) estabeleceu normas para classificação do produto e obtenção de selo de qualidade da instituição. Dessa forma, classificou o café torrado em grão ou torrado e moído, em três níveis: tradicionais, superiores ou gourmet.
Os cafés gourmet são constituídos de café 100% arábica de origem única, ou ”blendados", que atendam às características e à qualidade global da bebida. Em relação ao aspecto, devem apresentar grãos de café arábico dos tipos 2 a 4 COB13, com ausência de grãos com defeitos pretos, verdes, e ardidos, preto verdes e fermentados.A qualidade superior está também ligada à origem da cultura, quando se explora a diferenciação por meio dos atributos territoriais (solo, clima, altitude e temperatura). A denominação de origem pode ser identificada informalmente, identificando-se a localização específica de uma determinada fazenda ou região, ou de modo formal, a partir de critérios estabelecidos na legislação, como no caso de Minas Gerais, que foi precursor ao estabelecer quatro regiões produtoras, por meio de um decreto.É importante ressaltar que a lei foi importante, mas, na prática, é fundamental estabelecer um padrão específico e inerente a cada região, para que possam ser adotados sistemas de controle e certificação como garantia de que o produto está em conformidade com os critérios mínimos exigidos.
Café orgânico
Para que um café possa adotar essa denominação, deve ser produzido com base em princípios de não utilização de agrotóxicos. Outro fator importante é a adoção de sistemas de produção orgânica que possam oferecer um equilíbrio entre o solo e a planta, a partir do uso da matéria orgânica, resultando em plantas mais resistentes a pragas e doenças. Essa cultura deve seguir a filosofia mais ampla da agricultura orgânica e adotar princípios básicos e sistemas de certificação capazes de atestar e garantir as características inerentes, permitindo assim a busca de posicionamento e valores diferenciados no mercado.

Fonte: https://www.sebrae.com.br