segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

leite orgânico Fazenda Timbaúba

A Fazenda Timbaúba, uma das poucas produtoras de leite orgânico no Brasil, localiza-se na região do semi-árido nordestino, com mil hectares distribuídos em quatro áreas nos municípios de Cacimbinhas e Dois Riachos, Alagoas, e em Iati, Pernambuco, e um rebanho com 500 animais. A produção, que é certificada pelo Instituto Biodinâmico (IBD), gira entorno de 1.800 litros diários, uma média de 13 por vaca. 
Seus produtos, antes comercializados apenas na região de Alagoas, agora podem ser encontrados também no Rio de Janeiro. Trabalhando na produção leiteira desde a década de 50, foi nos anos 2000 que a Fazenda Timbaúba ingressou no segmento orgânico e, quatro anos depois, em 2004, lançou a Timbaúba Orgânicos. A empresa, que comercializa produtos lácteos orgânicos, possui sete linhas de produtos, que demandam 25 mil litros de leite por mês para serem produzidos, dentre os mais vendidos estão: leite integral, desnatado, iogurte de morango e manteiga. 


Fonte: Sociedade Nacional de Agricultura

domingo, 30 de dezembro de 2012

Iogurte orgânico Glenisk


Cresce o número de vendas de iogurtes orgânicos das empresas Glenisk e Danone. A companhia irlandesa Glenisk anunciou que as vendas de seu iogurte orgânico tiveram crescimento de 27% e arrecadação de 14 milhões de euros em 2011. A companhia controla agora 90% do mercado de iogurte orgânico da Irlanda. Sua participação no mercado global desse item mais que duplicou desde 2008, e agora, atinge a marca de 11%.Através da unidade Stonyfield Farm, a empresa francesa de lacticínios Danone, detém, uma parte minoritária desse negócio. Lançada há cinco anos, a marca da Danone, Les 2 Vaches, de início, encontrou dificuldade para ingressar no mercado dos grandes varejistas. Em 2011, a marca Les 2 Vaches elevou sua arrecadação em vendas para o valor de 20 milhões de euros, atingindo assim, a quota de 16% do mercado francês de iogurtes orgânicos. 


Fonte: Organic-Market.Info

sábado, 29 de dezembro de 2012

Organique Energy Drink, um energético orgânico à base de erva-mate, guaraná e açaí

Em 2007, aos 24 anos, João Paulo Sattamini concluiu seu curso de Master of Business Administration (MBA) na Espanha. O projeto de conclusão de curso foi um café orgânico, classificado como o melhor entre os outros trabalhos acadêmicos. Nascia aí o embrião para sua criação futura: o Organique Energy Drink, um energético orgânico à base de erva-mate, guaraná e açaí. Após o curso, João passou três meses meditando na Índia quando teve um insigth sobre sua próxima criação. "A viagem foi mais espiritual e holística do que qualquer outra coisa. Mas caiu a ficha de que eu deveria fazer um produto que fizesse bem para as pessoas e tivesse um impacto positivo no mundo", conta. Segundo ele, os alimentos orgânicos fazem bem, pois preservam a biodiversidade, e ainda são saudáveis. "Foi a filosofia do carma, que diz que o que você faz volta pra você, que me influenciou na tomada de decisão por um produto assim", explica o idealizador. 
Para viabilizar a criação de um produto orgânico no Brasil, João estudou bastante. "Em 2008, quando voltei da Índia, o mercado de orgânicos na Europa e nos Estados Unidos já gerava milhões de dólares e no Brasil estava apenas engatinhando", lembra. Após desenvolver a fórmula ¿no panelão de casa¿, como ele mesmo conta, contratou uma equipe de engenheiros de alimentos e químicos e desenvolveu o conceito. João criou a empresa Brasil Beverages em 2009, com sede em Porto Alegre e produção em Santa Maria (RS). Para facilitar a logística, também foram criados centros de distribuição em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. 

A empresa 

Embora a empresa tenha três anos, seu primeiro produto, o energético entrou há quatro meses no mercado com planos ambiciosos: pretende faturar R$ 10 milhões no primeiro ano e R$ 50 milhões no terceiro ano. A abertura de lojas não faz parte do plano de expansão da Brasil Beverages. Por enquanto, João pretende aumentar o alcance no Brasil e no exterior. "Acabamos de entrar no mercado baiano, mas pretendemos focar no Rio de Janeiro, onde há muito que ser feito, e nas outras capitais", diz. A propagação ainda contempla países como Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Dinamarca, Holanda, Japão e China. Para o verão, novos produtos serão lançados. Em janeiro, deve começar a comercialização de uma linha de chás-mate, também orgânicos, nos sabores limão e pêssego. 


 Fonte: http://invertia.terra.com.br/

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Primeira linha de maquiagem orgânica e vegana está à venda no país

Já ouviram falar em maquiagem orgânica e vegana? Pois a novidade existe e já está à venda no mercado brasileiro, há cerca de dois anos. A empresa Alva Brasil, com sede em Joinville (SC), é a responsável pela importação e distribuição dos produtos inovadores, certificados pela Ecocert e Vegan, de origem europeia.A linha de maquiagem orgânica e vegana da Alva Brasil, fabricada na Alemanha, é pioneira no país. O diferencial é o fato dos produtos serem fabricados a partir de matérias primas 100% naturais e orgânicas, não possuírem em suas fórmulas nada que seja de origem animal, e não serem testados em animais.
Maquiagem orgânica significa que os produtos vegetais utilizados em sua composição são provenientes de plantações sustentáveis, isto é, não utilizam agrotóxicos, nem métodos que agridem o meio ambiente. Também quer dizer que em suas fórmulas há minerais naturais como mica, óxido de zinco, óxido de ferro, dióxido de titânio, entre outros, que fornecem pigmentos e também proteção solar e efeitos anti-inflamatórios. Não há, em sua composição: chumbo, alumínio, óleo mineral e derivados de petróleo.
Os produtos da Alva Brasil, tais como batons, pós faciais, sombras, máscaras para cílios, bases, glosses, entre outros itens, são totalmente isentos de aditivos químicos como álcool, corantes, aromatizantes, parafinas, conservantes, parabenos, produtos OGM (origem geneticamente modificados), etc – tão comuns em cosméticos convencionais industrializados. Na medida do possível, a marca adquire embalagens e serviços regionais e reduz o uso de materiais descartáveis em seus produtos, respeitando assim um dos princípios de sustentabilidade. 

Fonte: http://www.correaneto.com.br/

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

No Brasil, poucos derivados de frango e suíno têm certificado de bem-estar animal

O abate de frangos e suínos registrou no primeiro trimestre de 2012 o maior aumento desde o ano 2000, informou o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Foram 830,1 mil toneladas de suínos e 2,9 milhões de toneladas de frango. Desses, poucos produtos finais têm certificação de bem-estar animal.Uma das únicas empresas certificadas no país, a Korin Agropecuária, foi responsável pelo abate de 4 milhões de frangos no ano todo. Pelo peso médio nacional, isso equivale a 8,6 mil toneladas, ou 0,3% do total da produção do trimestre.Frangos e suínos são as criações que menos seguem as regras internacionais de bem-estar. A fim de aumentar a produção, os animais seriam confinados em ambientes apertados, sem luz natural e submetidos a alimentação excessiva para ganhar peso mais rapidamente. Essas práticas interferem na qualidade do produto que chega à mesa do consumidor. 
No Brasil, segundo especialistas, as práticas de bem-estar ainda são pouco conhecidas, mas passam a ser exigidas pelos compradores, cada vez mais preocupados com a saúde.A Korin foi a primeira empresa a produzir frango seguindo normas de bem-estar em escala industrial no Brasil. A empresa cria os animais sem o uso de antibióticos, oferece no mínimo seis horas de descanso no escuro por dia - as aves em criação intensiva são expostas à luz artificial 24 horas por dia a fim de acelerar o metabolismo e promover o crescimento mais rápido - e alojam as aves em galpões respeitando limites de lotação, para que possam se movimentar.“A adoção de práticas de bem-estar animal proporciona a redução dos índices de condenação, melhor qualidade do produto final e a conscientização dos consumidores [sobre] os cuidados adotados no trato e abate dos animais, uma vez que o selo da certificação é colocado nos rótulos dos produtos”, explica a coordenadora de Produção Animal da Korin, Leikka Iwamura. Segundo ela, a empresa pretende expandir a produção para as carnes suína e bovina no próximo semestre.
Para a normatização, a empresa recorreu à Humane Farm Animal Care (Hfac), certificadora norte-americana, que estabelece como os animais devem ser criados. No Brasil, existe apenas uma certificadora, a filial da francesa Ecocert, que também segue as normas da Hfac. A empresa tem apenas cinco clientes na área animal contra 5 mil produtores de orgânicos certificados.“Esse número [cinco clientes] não vem crescendo. Muita gente pergunta, mas não temos um aumento no pedido de certificações. O nível de adesão em países europeus e nos Estados Unidos é bem maior. O bem-estar animal é bem mais estudado e exigido nesses países”, diz o diretor-geral da Ecocert Brasil, Luiz Mazzon. Segundo ele, nos Estados Unidos está disponível um aplicativo capaz de localizar restaurantes que vendem carne certificada. “O assunto aqui só vai começar a deslanchar com o interesse do consumidor”, acrescenta.O interesse existe, mas os consumidores muitas vezes não sabem como exigir o bem-estar animal e acabam deixando de comer carne completamente. 
A estudante Giulia Batelli é vegetariana há um ano, desde que assistiu a um vídeo sobre sofrimento animal. Ela admite que até hoje está se adaptando e acredita que ainda não se alimenta bem. Sente falta de carne, mas se recusa a comprar de grandes produtores que não têm certificação. Os alimentos certificados são difíceis de encontrar e caros.Além da falta de certificação, há produtores de criação intensiva que divulgam fotografias e ilustrações de animais em pastos, ao ar livre, quando não é esse o modo de produção. Não há no país exigência de que se divulgue no rótulo o modo de criação do animal. Assim, a divulgação de fotografias pode induzir a erro.“Às vezes, o produto não é transgênico em si, mas a galinha, por exemplo é alimentada com ração que contém transgênico. Isso altera o produto final, mas não vem no rótulo”, explica o diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), José Geraldo Tardin.
O consumidor que se sentir lesado deve fazer uma denúncia na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que pode ser feito pela internet. A partir daí, o produtor deve ser submetido a uma inspeção. O consumidor pode também registrar um boletim na Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), que o submeterá à perícia da Polícia Civil. Após esses laudos é possível promover ação na Justiça por dano material ou moral. 


Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Pão de Açúcar inicia comercialização do primeiro Camarão Orgânico Brasileiro

O crustáceo é criado em águas 100% salgadas no Estado do Ceará utilizando apenas alimentação natural (microalgas desenvolvidas em laboratórios pela própria Nutrimar) e sem o uso de nenhum tipo de medicamento e conservante. “Isso determina que o produto final apresente coloração, textura, odor e, principalmente, sabor diferenciado. Uma opção de camarão mais gostosa e, acima de tudo, saudável”, comenta Fabricio Ribeiro, Diretor Comercial da Nutrimar. Nesse processo, o produto fica com aproximadamente 20% menos água, o que deixa os nutrientes concentrados e resulta em uma carne mais saborosa. Segundo o executivo, a parceria com o Pão de Açúcar foi um processo natural. 
“A rede é referência em alimentação orgânica no país e está em sinergia com nossos valores de oferecer produtos de qualidade e saudáveis aos consumidores”. Pioneiro na comercialização de orgânicos no país, o Pão de Açúcar possui em suas lojas cerca de 750 itens orgânicos cadastrados e com o camarão inaugura a expansão da categoria para a peixaria. “Disponibilizamos uma variedade de soluções para todos os momentos do dia a dia: desde legumes e verduras, passando por lacticínios, bebidas, cereais, carnes e pães. Nossos clientes estão acostumados a encontrar produtos orgânicos nas lojas e buscavam também uma alternativa na peixaria”, comenta Sandra Caires, Gerente Comercial do Pão de Açúcar. O brasileiro tem procurado uma alimentação mais saudável e orgânica. 
Segundo pesquisa divulgada no dia 15/8 pelo Ministério do Meio Ambiente, 85% dos consumidores se declararam mais propensos à compra de produtos se forem fabricados sem agredir o meio ambiente, como é o caso dos orgânicos. Além disso, outros 81% afirmaram ter maior interesse em um produto cultivado organicamente. Foram ouvidas 2.201 pessoas entre os dias 15 e 30 de abril nas cinco regiões do país. Um levantamento recente da Abras (Associação Brasileira de Supermercados) divulgou que em 2011 a comercialização de orgânicos cresceu 8% nos supermercados do país, atingindo R$ 1,1 bilhão. Apenas no Pão de Açúcar, a venda de orgânicos cresce anualmente cerca de 30%. 


Fonte: http://www.midianews.com.br

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Marca exclusiva do Pão de Açucar, Taeq, lança linha de Sucos Orgânicos

Taeq, marca exclusiva do Grupo Pão de Açúcar, lança este mês uma linha completa de sucos e néctares orgânicos. Nos sabores Goiaba, Laranja, Limonada e Manga, o lançamento pode ser encontrado nas redes Pão de Açúcar e Extra. A novidade vem para incrementar o portfolio de orgânicos Taeq, que ganhou reforço nos últimos 12 meses com os lançamentos das primeiras linhas de Iogurte e de queijos, além do suco orgânico de uva bordô. Os produtos são encontrados em modernas embalagens de 1 litro e estão prontos para consumo. A linha possui em sua composição suco concentrado ou polpa de frutas orgânicos, além de açúcar também orgânico. 
Todos os sabores são 0% glúten.Referência em alimentação saudável, Taeq possui uma extensa linha orgânica, com sortimento em produtos como chás, cafés, verduras, legumes, azeite, palmito, quinua, e geleias. Cultivados sem agrotóxicos e adubos químicos, os alimentos orgânicos representam uma relação harmoniosa com a natureza e trazem mais saúde e sabor à mesa do consumidor. Além disso, a procura tem crescido – no Pão de Açúcar, pioneiro na comercialização de orgânicos - a categoria cresce cerca de 30% em vendas anualmente.Pesquisa divulgada este ano pelo Ministério do Meio Ambiente, revelou que 85% dos consumidores se declararam mais propensos à compra de produtos se forem fabricados sem agredir o meio ambiente, como é o caso dos orgânicos. Além disso, outros 81% afirmaram ter maior interesse em um produto cultivado organicamente. Foram ouvidas 2.201 pessoas nas cinco regiões do País. 

Fonte: http://180graus.com

domingo, 23 de dezembro de 2012

Renda é fator decisivo para a compra de alimentos orgânicos

O aumento da renda familiar do brasileiro está ligado diretamente ao consumo de alimentos orgânicos, revela estudo feito pela Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo). De acordo com o levantamento, o nível de renda é fator relevante para o consumo de alimentos orgânicos. Além disso, o estudo mostra que esse aumento do consumo de orgânicos acontece, principalmente, em residências em que o chefe ou responsável é do sexo feminino e também existe um maior consumo por pessoas acima de 60 anos. No entanto, evidencia a reduzida quantidade (média) disponível de alimentos orgânicos para a totalidade das famílias brasileiras”, comenta a professora do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição, Marina Vieira da Silva. 
O estudo também revela que a busca por alimentos provenientes de sistemas de produção mais sustentáveis, como os métodos orgânicos de produção, é uma tendência que vem se fortalecendo mundialmente. Tipo de alimento Quando começam a consumir mais produtos orgânicos, cada região brasileira tem como destaque um nicho específico de alimentos. “Com relação aos grupos alimentares, merece destaque a maior participação dos Laticínios, especialmente para as famílias moradoras nas áreas rurais da região Sul. 
Para a região Centro-Oeste, no entanto, foram identificados os valores (médios) que superaram as médias nacionais e aqueles obtidos para as demais regiões para os grupos de Aves e Carnes. Verifica-se que o consumo de alimentos orgânicos de origem animal se destacou em relação aos produtos considerados relativamente mais baratos, tais como frutas e vegetais”, aponta a economista doméstica Edinéia Dotti Mooz. 


Fonte:http://www.infomoney.com.br

sábado, 22 de dezembro de 2012

Orgânicos ganham espaço no mercado internacional

Temas como a qualificação técnica de jovens agricultores familiares e a formação inicial e continuada de jovens, adultos e de agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) estão entre as prioridades do ministério que pretende, até 2015, ter mais de 100 mil técnicos e agricultores preparados para trabalhar com esse mercado. A Coopaflora, cooperativa que atua apenas com alimentos orgânicos, estabelecida no município de Turvo, no Paraná, aproveitou os benefícios das ações do ministério. Com uma produção inicial de 14 toneladas, em 2006, a Coopaflora fechou 2011 com 92 toneladas de produtos orgânicos. A partir de então, o grupo começou a vender para mercados estrangeiros, além do Brasil inteiro. 
Hoje seus produtos – condimentos, chás, ervas aromáticas e erva-mate – podem ser encontrados na Europa, em países como França, Suíça e Alemanha. Para o ano a meta são os EUA.Para a cooperativa, nesta caminhada, o apoio do MDA foi essencial. O acesso aos programas de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e de Aquisição de Alimentos (PAA), bem como técnicas de cultivo e manejo oferecidas pela Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), asseguraram a estruturação dos cooperados.
O agente de mercado e também representante da Coopaflora, Henrique Vinicius Eurich, conta que o cuidado com a preservação do meio ambiente sempre foi uma necessidade. Produtor de plantas medicinais há mais de 20 anos, um dia percebeu que para se conservar as áreas de floresta nativa situadas no interior de pequenas propriedades rurais só havia um caminho: aquele em que o produtor pudesse tirar seu sustento a partir da mata, preservando-a para que se tornasse uma fonte de renda permanente. Em sua opinião, “as pessoas buscam cada vez mais viver em um mundo sustentável.” 

Espaço para crescer 

Embora praticamente todas as regiões do País tenham uma produção orgânica ou agroecológica, “o Sul e o Sudeste encontram-se mais adiantados quando o assunto é organização para os mercados”, comenta Arnoldo Campos, diretor do Departamento de Geração de Renda e Agregação de Valor do MDA. Para ele, “temos um espaço fantástico para desenvolver e a Agricultura Familiar tem aí a grande oportunidade para se inserir e consolidar como produtora, processadora e comercializadora neste segmento de mercado”. Segundo registro foi feito pelo Censo Agropecuário 2006, divulgado em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 80% da produção orgânica do País são oriundas dos agricultores familiares. O desenvolvimento do setor mostra-se crucial para o crescimento da produção agrícola brasileira, oferecendo ótimas oportunidades de negócio para os agricultores familiares. O mercado de produtos orgânicos movimenta hoje, no Brasil, aproximadamente, meio bilhão de reais e cresce entre 15% e 20% ao ano. Os supermercados, por exemplo, tem aumentado à oferta de produtos orgânicos para atender seus clientes, cada vez mais exigentes no que diz respeito à compra de alimentos social e ecologicamente corretos. O mesmo movimento pode ser percebido em restaurantes também.  

Orgânicos para o futuro 

Para incentivar a produção sustentável o governo federal, no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), oferece vantagens aos agricultores que optarem por usar o sistema agroecológico ou orgânico: o preço pago por produtos com estas características é 30% mais alto do que o valor oferecido aos convencionais. Já o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), executado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, determina que 30% do valor de repasse recebido pela escola seja destinado à compra de produtos oriundos da agricultura familiar, preferencialmente orgânicos. O ministério lançou também a campanha Brasil Orgânico e Sustentável cuja finalidade é incentivar a oferta e o consumo de produtos da agricultura familiar com a marca da sociobiodiversidade. 

Paraná dá o exemplo 

De acordo com os dados da Secretaria de Estadual de Educação do Paraná, o estado foi o primeiro a atingir a meta mínima de utilização da verba destinada à alimentação escolar que hoje alcança 87% das escolas estaduais. No ano passado, 140 escolas de 24 municípios receberam alimentos orgânicos. Em 2012, esse número subiu para 414 escolas em 68 municípios. Em termos quantitativos, foi um salto de nove para 660 toneladas. A tendência é que aumente ainda mais. 


Fonte:http://www.cenariomt.com.br

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Setor de alimentos orgânicos deve crescer 46% até 2014

A procura, cada vez maior, por alimentos sem agrotóxicos, impulsiona o mercado de orgânicos. O setor deve crescer 46% até 2014. Em São Paulo, a procura é grande e o consumidor encontra espaços especializados em produtos orgânicos e até bufê sustentável.Os empresários Geovah Cabral e Luiz Matuguma preparam bufê saudáveis para empresas. São frutas, saladas, cereais integrais, tudo natural. E a maioria dos produtos é orgânica, cultivada sem agrotóxicos.Eles investiram R$ 35 mil no negócio, em 2010. E na onda da sustentabilidade, atendem consumidores cada vez mais conscientes e exigentes.“Hoje, bufê é uma coisa que existe muito, tem muito, mas a gente tem um diferencial que os clientes hoje valorizam que é a pegada da sustentabilidade”, diz Cabral.
Uma das clientes do bufê é Carmen Filippino. Ela é dona de uma empresa de treinamento e, recentemente, contratou a empresa para servir durante um evento sobre qualidade de vida. O custo foi de R$ 63 por pessoa, com lanche e coquetel.“Não pode ir por quanto custa. O diferencial é tão grande... A gente saber que um suco de uva não tem nenhum conservante faz toda a diferença”, avalia Carmen.Entre as opções de comida e bebida, servidas em eventos, estão algumas bem diferentes. Há, por exemplo, um suco de maracujá com couve.“Está muito bom. Eu acho uma ótima ideia. É bom para a saúde e é gostoso também”, comenta a cliente Larissa Trevisan, depois de experimentar a novidade.
Outro prato é o tabule de quinoa. O grão já cozido é misturado com tomate, cebola e pepino picados. A receita ainda leva hortelã e salsa. Um quitute pouco calórico e 100% orgânico.“Nós temos empresas grandes que contratam com a gente porque a gente trabalha com o orgânico, trabalha com a sustentabilidade”, comenta o empresário Matuguma.Dentro das normas de uma empresa ecologicamente correta, o bufê também faz parcerias com organizações não governamentais (ONGs) e projetos sociais. 

Fonte: http://g1.globo.com

sábado, 1 de dezembro de 2012

Idec lança mapa de feiras de produtos orgânicos no Brasil


O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) lançou um site que aponta onde estão as feiras que comercializam produtos orgânicos em todo o país. A ideia da iniciativa é facilitar e estimular a alimentação saudável dos brasileiros. Em enquete realizada em janeiro deste ano, o instituto constatou que 71% dos leitores consumiriam mais alimentos orgânicos se eles fossem mais baratos. Outros 23% optariam por orgânicos se houvesse mais feiras especializadas perto de suas casas. O bom, contudo, é que os alimentos orgânicos vendidos em feiras são bem mais baratos que nos supermercados. 
Segundo o Instituto, a diferença de preços chegou a 463% entre os supermercados (mais caros) e as feiras (mais baratas), como apontou uma pesquisa feita em 2010.A ferramenta estimula o consumo de alimentos saudáveis, torna os produtos orgânicos mais acessíveis e valoriza o pequeno produtor. O mapa permite localizar a feira de produtos orgânicos mais próxima, os dias e horários de funcionamento e quais são os tipos de produtos que são comercializados. Além disso, é possível ver quais são as frutas, verduras e legumes da estação na sua região. Fonte: 


http://br.noticias.yahoo.com
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