quarta-feira, 30 de maio de 2012

Mato Grosso tem maior área do Brasil para os orgânicos

Mato Grosso é o estado que possui a maior área cultiva com produtos orgânicos do Brasil. O título só agrega valor à vocação agropecuária do Estado, que é o maior produtor nacional de grãos e fibras em escala comercial. Conforme dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), são 622,85 mil hectares destinados à produção de alimentos produzidos sem o uso de agrotóxicos e adubos de síntese química. Neste nicho de mercado consumidor destacam-se a carne bovina e castanha-do-pará. Os dados foram divulgados ontem, pelo Mapa, durante a 8ª Semana dos Alimentos Orgânicos e referem-se à produção do mês de maio. Segundo o levantamento, o Brasil tem uma área de 1,5 milhão de hectares e 11,5 mil unidades de produção controlada ligadas ao sistema produtivo de orgânicos, como fazendas e estabelecimentos de processamento. 
Destes, 691 estão em Mato Grosso. Além de Mato Grosso, os estados que possuem as maiores áreas desse tipo de agricultura são Pará (602,6 mil hectares), seguido por Amapá (132,5 mil ha), Rondônia (36,7 mil ha) e Bahia (25,7 mil ha). Em relação à quantidade de unidades de produção controlada, os maiores são Pará (3,3 mil), Rio Grande do Sul (1,2 mil), Piauí (768), São Paulo (741) e Mato Grosso (691). A região Norte (778,8 mil ha e 3,8 mil unidades de produção) é a que possui a maior área dedicada à agricultura orgânica, seguida por Centro-Oeste (650,9 mil ha e 1,1 mil), Nordeste (79,8 mil ha e 2,9 mil), Sul (24,8 mil ha e 2,3 mil) e Sudeste (19,1 mil ha e 1,2 mil). 
 O ministério pretende divulgar os dados de produtividade a partir do segundo semestre. De acordo com o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, Erikson Chandoha, o Mapa está implantando um sistema de gerenciamento onde serão lançadas informações quanto às expectativas de produção. Em Mato Grosso, os produtos orgânicos mais representativos são a carne bovina e a castanha-do-brasil. Já no Pará, destaque para o cacau, dendê, açaí e castanha-do-brasil. Os dados foram levantados pelo Departamento de Agroecologia da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC) do Mapa.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Evento destaca benefícios dos produtos orgânicos produzidos no ES

A 8ª edição da Semana de Alimentação Orgânica no Espírito Santo, que acontece até este sábado (2), em municípios da Grande Vitória, está levando o conhecimento sobre produtos orgânicos, através de oficinas e palestras, até a mesa dos capixabas. Nesse tipo de agricultura, não é permitido o uso de substâncias que coloquem em risco a saúde humana e o meio ambiente, como fertilizantes agrotóxicos e transgênicos. No estado, atualmente, existem 200 agricultores certificados que cultivam esses produtos, segundo o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper). No decorrer da semana, ocorrerão seminários científicos, palestras em instituições de ensino, exposições, feiras com degustação, dias de campo, oficinas e ações localizadas nos municípios que envolvem o público consumidor.
Os principais produtos orgânicos do Espírito Santo são as hortaliças, além de abobrinha, abóbora madura, aipim, banana prata e da terra, batata doce e inglesa, brócolis, cenoura, couve-flor, chuchu, couve flor, ervilha, ovo caipira e cachaça. As frutas mais produzidas são laranja, mamão, manga e morango. O pesquisador e coordenador do Programa de Agroecologia e Agricultura Orgânica do Incaper, Lúcio Demuner, explicou que a semana dos alimentos orgânicos vai colaborar para esclarecer os consumidores sobre os benefícios desses produtos.“Queremos estimular a produção e consumo desses alimentos, pois são produzidos com base nos princípios agroecológicos, o que significa que são mais seguros para quem produz, para quem consome e para o meio ambiente, respeitando as relações sociais e culturais”, explicou Demuner. 


 Fonte: http://g1.globo.com

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Evento divulga benefícios dos alimentos orgânicos

Começa nesta terça-feira (29) a VIII Semana dos Alimentos Orgânicos. Estão programadas diversas atividades destinadas a esclarecer aos consumidores sobre o que são alimentos orgânicos e quais benefícios ambientais, sociais e nutricionais desses produtos, a fim de estimular o consumo. A abertura oficial será às 14h, no Auditório José Irineu Cabral, na Embrapa Sede, na Asa Norte. Na ocasião, será anunciada a criação do primeiro Opac (Organismo Participativo de Avaliação da Conformidade) do DF, que pode autorizar os fornecedores por ele controlados a utilizar o Selo do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica. O Opac é um requisito para o Sistema Participativo de Garantia que caracteriza-se pela responsabilidade coletiva dos membros do sistema, que podem ser produtores, consumidores, técnicos e demais interessados. 
Programação Na quarta-feira (30), a Emater-DF vai orientar uma visita técnica a Sistemas Agroflorestais e Agrosilvopastoris em Unidades Demonstrativas no espaço da Agrobrasília, a partir das 9h. Ainda no mesmo dia, haverá uma reunião sobre o tema "Copa Orgânica e Sustentável", na Câmara Legislativa do DF. Na quinta-feira, acontece o Seminário de Sensibilização da Agricultura Orgânica, no auditório da reitoria da UnB. Outro destaque será o Dia de Campo sobre práticas em Agricultura Orgânica, que será realizado no campus do IFB, em Planaltina, na sexta-feira (1). No sábado, será possível conferir o Painel Fotográfico "Conhecendo a Produção Orgânica", no Mercado Orgânico, na Ceasa. A semana encerrará no domingo (3) com um dia de lazer no Parque da Cidade, com exposição tecnológica, distribuição de mudas, degustação de alimentos e divulgação de materiais informativos sobre os alimentos orgânicos. 

Fonte: http://noticias.r7.com

domingo, 27 de maio de 2012

Empresa busca BNDES para expandir plantação de orgânicos

Existem atualmente no mundo, de acordo com a UNCTAD, órgão das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento, cerca de dois milhões de agricultores orgânicos certificados - 80% deles de países em desenvolvimento. Além disso, essas nações representam 73% das terras certificadas para a apicultura orgânica e a coleta de produtos vegetais cultivados no estado selvagem. Às vésperas da Rio+20, Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que tem o apoio do Sebrae, o governo brasileiro prepara uma política nacional de agroecologia e produção orgânica. Até 2014, a meta é ampliar para 300 mil o número de famílias envolvidas na fabricação de produtos agroecológicos e incentivar o consumo desses itens pela população. 
O incentivo à produção orgânica é um dos fatores que motivou o empresário Paulo Savino, do Rio de Janeiro, a entrar com um pedido de empréstimo de R$ 5 milhões no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio do Banco do Brasil, para triplicar a plantação de tofu de sua pequena empresa e dobrar o número de funcionários. “Nossa produção de 2.500 unidades por dia está no limite. Temos pedidos de redes de supermercado que querem ampliar a distribuição para outros estados, mas não conseguimos atender. Precisamos desse financiamento do BNDES para crescer”, disse Savino, que participa, com o apoio do Sebrae, da Bio Fair Brazil 2012 – 8ª Feira de Produtos Orgânicos e Agroecologia, que termina neste domingo (27), em São Paulo. 
O evento reúne cerca de 250 expositores com produtos que vão desde roupas produzidas em algodão cru até cachaça, sucos e geleias.O empresário Paulo Savino espera que o financiamento saia até o final de maio para começar, em junho, a ampliação da fábrica, que fica em Guaratiba. A Ecobras produz também hamburgueres de tofu assados, sobremesas de chocolate (feitos com leite de soja), e pastas de tofu cottage. A empresa, que surgiu há 15 anos, já nasceu com preocupação ambiental. Tem uma estação de tratamento de efluentes, em que a água devolvida para a natureza possui 97% de potabilidade. Além disso, faz compensação de CO2 por meio do replantio de árvores. “Nossos funcionários recebem mensalmente uma cesta de produtos orgânicos e uma cesta de produtos de limpeza”, diz o empresário carioca. 
A iniciativa sustentável rendeu a Ecobras alguns prêmios, entre eles o selo Carbon Free, da Green Iniative, uma organização não governamental paulistana e o Prêmio do Projeto Rio Inovação, concedido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). 


 Fonte: http://www.tosabendo.com

sábado, 26 de maio de 2012

Cachaças orgânicas são destaques da Bio Brazil Fair

As cachaças orgânicas são uns dos destaques da Bio Brazil Fair (8ª Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia), que acontece até domingo (27/5), na Bienal do Ibirapuera. De Norte a Sul do país, pequenos produtores estão com exposições e degustação das bebidas na feira. O mercado de cachaça orgânica cresce, em média, cerca de 20% ao ano, acompanhando o ritmo de crescimento do setor de orgânicos. No entanto, os produtores acreditam que os números poderiam ser melhores se não fosse à cultura de discriminação da bebida. "No Brasil, colocam uma imagem muito negativa da cachaça. O brasileiro discrimina o seu próprio produto, enquanto no resto do mundo, quando se fala em cachaça de qualidade, só se pensa no Brasil", explica o gerente comercial da Agroecológica Marumbi, Francisco José de Lima. 
A empresa traz para a feira os três tipos da cachaça orgânicaPorto Morretes, produzida no município de Morretes (PN): a branca (recém-destilada), a água-ardente de cana composta de banana, e a ouro, armazenada de quatro a seis anos em barril de carvalho. Os preços das garrafas de 700 ml variam de R$ 35 a R$ 45 durante a feira. Há seis anos, a empresa exporta mais da metada da sua produção para os Estados Unidos, Suíça e Canadá. Só este último país compra 200 mil dos cerca de 400 mil litros da bebida produzida pela empresa. Com uma produção anual que chega até a 150 mil litros de cachaça, o produtor Vidalvo Costa, diretor-presidenteSamanaú, trouxe de Caicó (RN) a bebida orgânica produzida na região pela família. 
Os subprodutos da cana-de-açúcar - bagaço, leveduras - e mesmo as cinzas da caldeira são usados como adubo na plantação. A certificação da Orgânica Samanaú veio no início do ano, após sete anos na produção, aumentando a demanda do mercado doméstico, além de abrir portas para a exportação. "Queremos chegar ao final do ano com 80% a 90% a mais de vendas. Estamos fechando contratos para exportação direta, com a criação da Zona de Processamento de Exportação (ZPE)", afirma Costa. A cachaça prata recém-destilada é processada em alambique de cobre. A ouro é armazenada em tonéis de madeira de louro amarela, típica da Amazônia, e a envelhecida fica seis anos em barris de carvalho. As garrafas têm preços que vão de R$ 20 a R$ 30 cada. 
O produtor ensina o truque para apreciar a bebida. "Só se conhece a verdadeira cachaça pela branca. Se há algum erro na cachaça, é na branca que ele aparece", ensina. Ivandro Remus, produtor da cachaça orgânica Velho Alambique, de Santa Tereza (RS), também garante o aumento no mercado. Nos útlimos três anos, a empresa cresceu a produção em cerca de 40%. A empresa familiar produz, em média, 25 mil litros ao ano. "Procuramos fazer um produto diferenciado para apreciadores, agregando valor para se manter e investir na empresa", diz. Em 2007, a cachaça recebeu a certificação, que contribuiu para o aumento de 70% da qualidade do processo de produção. "E isso se refeltiu nas vendas", afirma Remus. A cachaça envelhecida Velho Alambique é armazenada em barril de carvalho, grapa e angico, dando um toque especial no sabor da bebida. 


Fonte: http://revistagloborural.globo.com/

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Sebrae-sp apóia 22 empresas na bio brazil e na naturaltech 2012

Entre os dias 24 e 27 de maio, 22 empresas de micro e pequeno portes de São Paulo estarão na Bio Brazil Fair – Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia – e na NaturalTech – Feira Internacional de Alimentação Saudável, Produtos Naturais –, participando com apoio do Sebrae-SP de duas das principais feiras de produtos orgânicos e naturais do País.A entidade subsidiará em 40% a participação de 7 empresas na Bio Brazil e 15 na NaturalTech. “Com este apoio garantimos que essas empresas acessem novos mercados e iniciem negociações complayers de outras regiões, aumentando sua competitividade e lucratividade”, afirma Bruno Caetano, diretor-superintendente do Sebrae-SP.As feiras serão realizadas paralelamente, no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, e juntas reúnem 240 empresas expositoras. 
Na edição de 2011, receberam cerca de 22 mil visitantes, um aumento de 20% em relação à edição anterior. Além do público em geral, boa parte dos visitantes é formada por compradores e profissionais ligados ao setor do Brasil e do exterior. “Além da expectativa econômica de aumento na produção e no consumo de alimentos orgânicos e naturais, a consciência da população, mais informada e exigente por produtos saudáveis e ecológicos, impulsionam o crescimento constante deste segmento e as micro e pequenas empresas encontram possibilidade de avançar nestes mercados”, destaca Janaína Pimental, analista do Sebrae-SP. 


Fonte: http://revistasustentabilidade.com.br

terça-feira, 22 de maio de 2012

Brasil avança na política agroecológica

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) tem compromisso especial com o processo de construção da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. A afirmação foi feita no dia 18 de maio de 2012 pelo secretário-executivo do MMA, Francisco Gaetani, durante o Diálogo Governo e Sociedade Civil - Devolutiva da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica.O encontro reuniu representantes do governo e sociedade civil, participantes ativos na elaboração do documento, previsto para ser lançado no próximo mês, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), no Rio de Janeiro.
O secretário destacou que a participação do MMA no processo de construção vai além das discussões ambientais, pois envolve questões relativas ao desenvolvimento agrário e agropecuário. "O nosso papel estratégico é consolidar todas as propostas apresentadas e discutir a agenda que deve ser implementada a médio e longo prazos", disse Gaetani. Ele lembrou, ainda, a ação é resultado decompromisso assumido pela presidente Dilma Rousseff com representantes de movimentos sociais em 2011 

Novo hábito 

Mais do que mudança de hábito, o governo federal quer promover a oferta de alimentos cada vez mais saudáveis à população, a partir do uso sustentável dos recursos naturais. Esse, que é o objetivo da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, foi ressaltado pelo secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA, Paulo Cabral.Cabral apresentou o primeiro esboço da proposta, ainda em discussão, elaborada a partir da somatória de trabalhos e debates que acontecem desde o ano passado. Ela funciona com base em seis eixos: produção, consumo, uso e conservação de recursos naturais, conhecimento e pesquisa, marco regulatório e gênero. 
O objetivo é fazer com que os sistemas orgânicos de produção cheguem a 300 mil famílias e promover investimentos financeiros de R$ 5 milhões até 2014.Na segunda etapa dos debates, representantes da sociedade civil (comunidades e povos tradicionais, associações e movimentos sociais) apresentaram suas demanda. Após a elaboração do escopo final do texto, será assinado decreto com as linhas de ação que darão sustentação às metas da agroecologia e da produção orgânica no Brasil. 


 FONTE:Ministério do Meio Ambiente

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Supermercados do Rio de Janeiro vendem R$ 64 milhões em produtos orgânicos

Os supermercados são a grande fonte de produtos orgânicos ao consumidor brasileiro, seguidos a alguma distância por lojas especializadas e feiras típicas. Dados pesquisados pela ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados e divulgados nesta quinta-feira pela Bio Brazil Fair revelam um crescimento de 8% em sua comercialização nos supermercados, alcançando R$ 1,12 bilhão em 2011. O departamento de economia da ABRAS também realizou recortes regionais de informações de seus associados, demonstrando que esses estabelecimentos no estado do Rio de Janeiro comercializaram R$ 64 milhões em produtos orgânicos durante o ano passado.
“O mercado de orgânicos nos supermercados tem apresentado um crescimento constante, com grande incremento de produtos, deixando de se limitar aos tradicionais hortifrutis. Nas grandes redes, a sua participação no faturamento é da ordem de 0,3% e tende a crescer nos próximos anos”, afirma o presidente da Abras, Sussumu Honda.Com um crescimento de área plantada em média de 30% ao ano, segundo o Embrapa, a agricultura orgânica e ecológica dá outros sinais de vigor no Brasil. “Há sete anos, na primeira edição da Bio Brazil Fair, reunimos cerca de 160 expositores e um público de 9 mil pessoas”, lembra Abdala Jamil Abdala, presidente da Francal Feiras, “na edição de 2011, foram mais de 220 expositores e 22 mil visitantes. 
Nesses anos, o perfil da feira se transformou de uma maioria de produtores de flvs (frutas, legumes e verduras) para uma maioria de produtos processados, de maior valor agregado”, conta Abdala.A Bio Brazil Fair é gratuita, aberta ao público e, de 24 a 27 de maio em São Paulo, reunirá desde produtores de vinho, azeites e molhos do sul do País até fabricantes de cosméticos à base de açaí, guaraná e andiroba, extraídos de forma sustentável da Amazônia. Além disso, será palco para discussões entre os principais especialistas do segmento na programação do 8º Fórum Brasileiro de Agricultura Orgânica.Representando o Rio na Bio Brazil Fair estão as empresas Dr. Orgânico, EcoBrás, Reserva Fólio, Rudá e Sítio do Moinho, além da associação sediada no estado, a Sociedade Nacional da Agricultura. 

Consumidor 

 O comprador típico de orgânicos é mulher, acima de 30 anos, possui alta escolaridade, e busca neles acima de tudo a saúde. Suas principais queixas são: o preço, a dificuldade em encontrá-los e a falta de variedade nas opções. O perfil estatístico foi traçado em 2011 pela Organic Services, baseado em quase 2 mil entrevistas em pontos de venda de sete capitais brasileiras.Uma outra avaliação da pesquisa ABRAS reflete que a adaptação do varejo às demandas desse consumidor típico trazem resultados: quase 90% das vendas de orgânicos são feitos por empresas de grande porte, com faturamento maior que R$ 100 milhões – 60% pelas de faturamento maior que R$1 bilhão. 
É possível inferir que tais redes ofereçam maior variedade de produtos e constituam uma fonte perene de orgânicos, em contraposição ao varejo itinerante. E entre os grandes players, é raro encontrar alguma loja que não tenha já uma seção específica para orgânicos. Somando as ações promocionais, festivais ou até pela criação de marcas próprias para explorar esse segmento, os supermercados reúnem elementos essenciais para alimentar essa demanda crescente do consumidor brasileiro por orgânicos, e assim o têm feito. 


Fonte: http://www.revistafator.com.br

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Selo IBD:A primeira e maior certificadora de organicos brasileira esta em crescente expansao no Brasil e no mundo

Prestes a completar trinta anos de atuação, o IBD Certificações é o grande pilar da qualidade dos orgânicos brasileiros, é o selo mais reconhecido pelos consumidores no mercado interno e responsável pela chancela de exportação dos nossos orgânicos para mais de 70 países.A agricultura orgânica brasileira começou como um movimento nos anos 70 e, nesta época, algumas iniciativas foram importantes marcos como a implantação da Estância Demétria, em Botucatu, interior de São Paulo. Fundada por antropósofos vindos de países europeus para o Brasil, o objetivo da Demétria era produzir alimentos saudáveis e totalmente livres de agrotóxicos. 
Em 1983, depois de estudar agricultura biodinâmica na Inglaterra, o engenheiro agrônomo Alexandre Harkaly*, já participando das atividades da Estância, fundou com um grupo de colaboradores a Associação Biodinâmica com a missão de divulgar a agricultura orgânica e biodinâmica no Brasil, período em que o IBD também foi fundado. Nos anos 90 iniciaram as primeiras certificações voltadas à exportação e, desde então, o órgão cumpre sua missão inicial de ser um pilar de credibilidade interna da qualidade orgânica e das relações comerciais de exportação e importação do agronegócio orgânico brasileiro. 
“A curva de crescimento do IBD é ascendente nos três últimos anos, a 20% ao ano. Nosso Know How acima da média do mercado nacional provém de décadas de atuação em certificação, dos relacionamentos internacionais e da equipe altamente capacitada. Fomos pioneiros na certificação para exportação do orgânico brasileiro, temos 50 inspetores em diversos países para atender a lei nacional, mais de 40 inspetores no Brasil, parceria estratégica com 20 certificadoras internacionais e atuamos em 12 países como China, Bélgica e França com o selo Eco Social”, conta Alexandre Harkaly, o diretor executivo do IBD. 

Mercado Orgânico 

O IBD já realizou mais de 2.000 certificações no país e possui cerca de 950 contratos de produções em certificação o que, entre cooperativas e Sebraes, engloba cinco mil produtores. O IBD detém a maior fatia do mercado de certificação no Brasil. O selo IBD é o certificador mais conhecido do público consumidor com 44% de identificação na hora da compra, de acordo com pesquisa feita no ano passado pela Organic Services. É a única certificadora 100% brasileira reconhecida na Europa, EUA e Japão e tem crescido nos últimos anos em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul. 
Projetos de certificação em parceria com o Sebrae de vários Estados têm alavancado grande número de pequenos produtores que querem se tornar orgânicos. O Brasil tem enormes vantagens nesse cenário como área disponível, e boa base produtiva com 90.000 produtores declarando-se orgânicos no último censo do IBGE, tem disponibilidade de crédito e mercado em expansão. “Percebemos aumento no consumo interno porque as vendas nos supermercados têm crescido, como a do Pão de Açúcar, que anunciou R$ 60 milhões em vendas no ano passado. 
O agronegócio orgânico movimenta US$ 60 bilhões em todo o mundo, e no Brasil, cerca de US$ 200 milhões. Nossos desafios internos estão na falta de conhecimento do consumidor quanto aos malefícios dos agrotóxicos à saúde humana e na dificuldade que o consumidor tem em relacionar problemas socioambientais aos hábitos cotidianos de consumo”, afirma Harkaly. E completa: “Há forte crescimento de investimentos de grandes indústrias interessadas em oferecer alimentação saudável com os orgânicos, biodinâmicos e sustentáveis o que alavanca toda a cadeia de produção”. 

Fonte: http://www.segs.com.br

sábado, 12 de maio de 2012

Método planeja conversão da cafeicultura para modo orgânico

Pesquisa realizada na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, aponta a conversão da cafeicultura convencional para o sistema orgânico de produção como alternativa para o cafeicultor gerar maior lucro, reduzir o impacto ambiental provocado pelo mau uso de agrotóxicos e adubos químicos. De acordo com o estudo, além do sistema priorizar a saúde do produtor, permite ofertar ao consumidor um produto orgânico certificado, isento de agroquímicos.
O autor da pesquisa, Renato Alves de Oliveira, realizou um planejamento de conversão parcial da cultura do café sob o sistema convencional para a técnica orgânica de produção em um sítio localizado em Espírito Santo do Pinhal (interior de São Paulo), por oito anos, respeitando a bienalidade do cafeeiro, passando por três fases de manejo: substituição de insumos, conversão e produção orgânica. Naquela propriedade, analisou cenários sem otimização e com otimização (maximização do lucro e minimização dos custos) com a adoção do sistema orgânico na cultura do café; comparou variáveis de custo e o lucro geral do planejamento entre os cenários com otimização e sem otimização; verificou a viabilidade econômica da produção orgânica de café em cenários com otimização e sem otimização, inclusive de maneira comparativa ao processo convencional.Foram analisados nove cenários para tratar o problema — três não otimizados, outros três com maximização de lucro, e mais três para minimização de custo. 
Na primeira análise, nos cenários sem otimização, com maximização do lucro e com minimização de custo, ocorreram reduções na produtividade de 10% em manejo em substituição, de 20% (primeiro ano) e de 30% (segundo ano) em manejo em conversão; em manejo orgânico não houve aplicação de fator redutor. Após o respectivo talhão ter passado pelo manejo em conversão, o preço do café orgânico foi de 30% maior que o preço do café convencional.“Aqui o sistema de produção orgânica se mostrou economicamente viável se o produtor receber um incremento de 30% sobre o preço da saca de café e se a produtividade retornar aos mesmos níveis do sistema convencional”, explica Oliveira. “Os resultados ainda revelaram que o quarto ano é crítico, pois deteve menor nível de lucro no planejamento, em função da maior incidência do fator redutor de produção e do aumento de custo em toda área”, revela. 

Custos 

 O pesquisador destaca, ainda, que essa primeira análise, por intermédio dos cenários otimizados, ilustrou um panorama importante, o de que é possível produzir organicamente com, no máximo, os mesmos custos do sistema convencional. “Isso ocorre devido a melhor alocação dos recursos, ou seja, o modelo de programação linear gerou o melhor nível de produção para se obter o maior lucro ou o menor custo, de acordo com as limitações impostas”, completa.Os resultados da segunda análise, nos cenários sem otimização, com maximização do lucro e com minimização de custo, identificaram uma situação de prejuízo do cafeicultor no quarto ano de planejamento, e uma condição econômica desvantajosa em relação ao sistema convencional, pois o lucro geral foi inferior, apesar de os outros anos mostrarem lucros positivos. 
“Isso se deve à queda de produtividade em manejo orgânico e, consequente redução de renda, de modo que o preço adicional não foi suficiente para manter níveis de lucro semelhantes aos da primeira análise”, diz o doutorando. “Essa queda não é progressiva a longo prazo, com estudos apontando aumento da produtividade após a conversão, que chega a atingir níveis iguais aos do sistema não orgânico”.Na terceira análise, por meio dos cenários sem otimização, com maximização do lucro e com minimização de custo, ocorreram reduções na produtividade de 10% em manejo de substituição, de 20% (1º ano) e de 30% (2º ano) em manejo de conversão; em manejo orgânico não houve aplicação de fator redutor. Após o respectivo talhão ter passado pelo manejo em conversão, o preço do café orgânico foi o mesmo do café convencional, ou seja, uma situação em que o produtor comercializou a saca de café orgânico ao preço do convencional. 
O pesquisador afirma que para a legislação brasileira de produtos orgânicos, o tempo de transição do convencional para o orgânico, no caso do café, exige no mínimo 18 meses, por ser uma cultura perene. Porém, em seu estudo ele optou por 24 meses, para que os resíduos químicos sejam degradados na natureza, além de um ano de substituição parcial. “É necessário que sejam feitos novos estudos, além de políticas de incentivo ao cultivo orgânico”, conclui. O trabalho, realizado no Programa de Pós-graduação (PPG) em Economia Aplicada, teve orientação do professor José Vicente Caixeta Filho, do Departamento de Economia, Administração e Sociologia (LES) da Esalq. 

 Fonte: USP

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Primeira safra de suco de uva orgânico da Salton chega ao mercado

Já está disponível no mercado o novo suco de uva orgânico da Vinícola Salton. Elaborado a partir da variedade Bordô, o produto é proveniente de vinhedos localizados na Serra Gaúcha e auditados por empresa sob o controle do Ministério da Agricultura. Foram produzidos e engarrafados 68 mil litros de suco, resultado da safra excepcional registrada neste ano na região. A partir de agora, o suco orgânico da Salton encontra-se à disposição dos consumidores na loja oficial da vinícola, localizada em Bento Gonçalves, e também em pontos de venda especializados em produtos naturais. 
“Ao longo de três anos, realizamos a seleção de produtores e a certificação das uvas e dos processos para garantir um produto final 100% orgânico e de qualidade”, explica o diretor-presidente da Vinícola, Daniel Salton. De acordo com o diretor-técnico da Salton, Lucindo Copat, todo o processo de elaboração do novo suco de uva seguiu rigorosos processos. “Investimos fortemente em pesquisa e certificação. Desde o monitoramento das culturas, que devem ser livres de herbicidas, até a elaboração diferenciada do produto, que exige tanques de armazenamento e produção isolados, tudo seguiu altos padrões de qualidade”, complementa. Rico em compostos bioativos capazes de diminuir o dano causado pelo estresse oxidativo no organismo, o suco da Salton enquadra-se em rigorosos códigos internacionais de produção de orgânicos. 
Além de saudável, o produto conta com um rótulo que remete ao pensamento sustentável. Desenvolvido pela agência AG 21, o design faz referência ao papel reciclado e mostra um cacho de uva moderno e estilizado. Saboroso, o suco orgânico auxilia na prevenção de doenças e age como estimulante de diversas funções do corpo. Constitui também a base de remédios farmacêuticos para o fígado e é um poderoso digestivo, acelerando o metabolismo e proporcionando muita energia. 


 Fonte: http://www.meuvinho.com.br

terça-feira, 8 de maio de 2012

Nova família de queijos orgânicos do Pão de Açúca

O Pão de Açúcar apresentará em seu estande na Bio Brazil Fair 2012 os lançamentos dos primeiros queijos orgânicos da marca Taeq: Minas Frescal e Ricota Fresca. As novidades são produzidas com leite pasteurizado orgânico proveniente de uma única fazenda no interior de São Paulo. “Este é um primeiro passo para o lançamento de uma linha de queijos orgânicos Taeq. Até o final do ano, outros produtos serão lançados, como o queijo mussarela e o requeijão, ampliando assim, nosso mix de soluções aos consumidores”, comenta Mariana Rangel, Gerente das Marcas Exclusivas do Grupo Pão de Açúcar. 
Além desses produtos, a Taeq levará a Bio Brazil Fair os seus últimos lançamentos: Iogurte Orgânico e Suco orgânico de uva bordô. Durante a feira, o Pão de Açúcar irá expor e comercializar cerca de 200 produtos orgânicos, entre cereais, geléias, sucos palmito, massa, torradas, açúcar e café. A rede foi a primeira varejista a reconhecer o potencial deste mercado há cerca de 20 anos, quando foi iniciado um trabalho de parceria com vários fornecedores. Essa ação contribuiu com a maior oferta e o sortimento de produtos. 


Fonte: http://www.paranashop.com.br/

domingo, 6 de maio de 2012

Norte americanos estão comprando cada vez mais produtos orgânicos

O norte americano está comprando cada vez mais produto orgânico. Um novo relatório mostra que os consumidores norte-americanos estão gastando mais de US $ 30,00,na compra de alimentos sem produtos químicos tóxicos.Segundo os últimos dados da Organic Trade Association (OTA), a indústria de orgânicos cresceu quase 10% em 2011.Por definição, a agricultura orgânica proíbe o uso de pesticidas sintéticos,usados intensivamente na agricultura convencional, cujos componentes têm sido associadas ao aumento de certos tipos de câncer, autismo, TDAH, infertilidade e outros problemas de saúde. Os Fertilizantes químicos, também são acusados da criação de enormes zonas mortas que prejudicam a indústria da pesca,e são proibidas na agricultura orgânica também. 
"Os consumidores estão cada vez mais engajados e exigentes quando vão às compras, tomam decisões baseadas em seus valores e na conscientização sobre saúde e preocupações ambientais", diz Christine Bushway, diretora executiva da OTA. "Para eles, esta importando cada vez mais saber se os alimentos são geneticamente modificados ou produzidos usando práticas que não são boas para suas famílias".Embora o preço às vezes seja um problema, a disponibilidade dos produtos, juntamente com as muitas lojas de varejo para produtos orgânicos, dá aos compradores uma maior oferta.A indústria de alimentos orgânicos cresceu quase 5% no ano passado.
Os frutos orgânicos e vegetais representaram 50% dessas vendas, e 40 por cento do total do mercado orgânico, enquanto a carne e os setores de aves experimentaram um aumento de 13% nas vendas em comparação com 2010.Hoje em dia, 6% de todos os produtos lácteos vendidos nos Estados Unidos são orgânicos de acordo com os dados da pesquisa.Em geral, os alimentos orgânicos representam 4,2% de todas as vendas de alimentos nos Estados Unidos, e 78% de todas as famílias norte-americanas estão comprando algum tipo de produto orgânico. A indústria orgânica não é apenas boa para a saúde dos norte americanos, de acordo com os dados da OTA eles são uma parte importante da economia dos EUA, também. 
A indústria orgânica cria 4 vezes mais empregos que a média nacional, e 94% das operações de orgânicos nos EUA estão planejando optar por manter funcionários ou aumentar o emprego em 2012.As 17.600 fazendas orgânicas certificadas no país,de acordo com os pesquisadores são 35% mais rentáveis do que a média das explorações convencionais. 


 Fonte: http://www.livetradingnews.com

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Papinhas orgânicas: educação alimentar com sabor e saúde

Toda mamãe sabe que acrescentar na alimentação de seus bebês preparações saudáveis, práticas e adequadas à idade de seus filhos é um dos grandes desafios da maternidade. Pensando nisso, a Prato Light oferece diversas opções de papinhas infantis, todas preparadas com ingredientes de melhor qualidade e produtos orgânicos, sem adição de sódio e conservantes químicos. Além disso, condizem com a faixa etária de cada criança, seguindo as recomendações do Ministério da Saúde com o Guia Alimentar para crianças menores de dois anos. 
Para os bebês de 6 a 8 meses, por exemplo – quando estão começando a ingestão de alimentos complementares –, as papinhas contam com frutas orgânicas ricas em nutrientes e de fácil digestão. Os sabores incluem Banana, Pêra, Mamão com Laranja e Mamão com Cenoura, nas chamadas papinhas da Fase I.Na Fase II, a partir dos 8 meses, o bebê já está com o sistema digestivo preparado para receber alimentos um pouco mais difíceis de se dirigir, como alguns vegetais ricos em fibras e carnes. Entre os ingredientes dos produtos para essa fase estão Brócolis e Caldo de Carne, Beterraba e Frango, entre outros. Já na Fase III, as papinhas são ideais para crianças a partir de um ano, as quais necessitam de mais energia e já têm seu sistema digestivo pronto para receber praticamente todos os alimentos, como a Sopinha de Feijão. 

Fonte: http://www.paranashop.com.br

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Alicia Silverstone lança linha da maquiagem orgânica

A atriz Alicia Silverstone (de “As Patricinhas de Beverly Hills”) lançou uma linha de cosméticos orgânicos e certificados, com a empresa Juice Beauty. A atriz, que é vegan e já virou uma “guru” desse estilo de vida, já tinha feito uma parceria com a marca de pincéis sustentáveis para maquiagem EcoTools, mostrando como é importante ter opções mais sustentáveis nesse mercado.
A linha da Juice Beauty usa ativos antioxidantes naturais, presente em diversas plantas, como o maracujá, alguns tipos de uva, chá verde e pepino. As embalagens também tem cuidados sustentáveis, sendo compostas em 95% de outras embalagens recicladas.Fazem parte da linha produtos como hidratantes, batons, pó compacto e até iluminador, todos desenvolvidos sem testes em animais. 

Fonte: http://atitudesustentavel.uol.com.br
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