quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Setor de cosméticos orgânicos cresce e se abre para negócios

A indústria de cosméticos brasileira é sólida e uma das que possui maior destaque no setor de beleza mundial. De acordo com o ranking de 2010 do Euromonitor Internacional, o País ocupa o terceiro lugar no mercado mundial de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos. E, agora, um dos nichos que vem ganhando destaque é o de cosméticos orgânicos, obtidos a partir de ativos vegetais. Segundo o mesmo centro de pesquisas, estima-se que em 2012 o segmento cresça 7,4% no Brasil.
Por isso, não é difícil imaginar que fornecer insumos vegetais seja um bom negócio. A Beraca, empresa que por meio da divisão Health & Personal Care extrai esses ativos de biomas nacionais, obteve um crescimento entre 20% e 30% nos últimos cinco anos nessa divisão. A empresa como um todo aumentou o faturamento em 15% no mesmo período. Mais do que o ativo vegetal, é valorizado o fornecedor que adota práticas sustentáveis em toda a cadeia. Ou seja, atua de forma a não agredir o meio ambiente e preocupa-se em desenvolver as comunidades locais onde estão as matérias-primas, preservando a biodiversidade e impulsionando o desenvolvimento social.
"Trabalhamos com cerca de 1,5 mil pessoas, que vivem em comunidades ribeirinhas ao redor da Floresta Amazônica e da Mata Atlântica", afirma Filipe Sabará, diretor de novos negócios da Beraca. A empresa treina a comunidade local para extrair matéria-prima de forma correta e, então, por meio de tecnologia, chega aos princípios ativos que interessam à indústria de cosméticos. "Antes, essas pessoas queimavam e cortavam as árvores para vender aos madeireiros. Agora, perceberam que podem ganhar dinheiro e também proteger a floresta", diz Sabará.
O aumento da demanda pelos chamados "cosméticos verdes" decorre da percepção de que eles proporcionam saúde melhor e aumento do bem-estar. "Os consumidores começaram a associar problemas de pele, nas unhas e cabelos aos cosméticos sintéticos. O orgânico passa a sensação de não agredir o corpo", esclarece o executivo da Beraca. Além disso, segundo ele, a conscientização de que é preciso proteger a natureza ajuda a explicar o consumo desses produtos.

Produto sustentável

De acordo com Alessandro Mendes, diretor de Desenvolvimento de Embalagens e Produtos da Natura, 80% das matérias-primas usadas em cosméticos da empresa são de origem vegetal e sustentáveis. O restante é composto por ativos sintéticos. "Esse tipo de cosmético já é uma tendência há dez anos", diz ele. Para Mendes, nem sempre a premissa de que o insumo vegetal traz mais benefícios à saúde é verdadeira, mas ele garante que em 100% dos casos há maior preocupação ambiental quando comparado aos sintéticos - extraídos do petróleo, por exemplo. A Natura desenvolve muitos ativos em seus laboratórios, mas também conta com fornecedores locais - a maioria de pequeno e médio porte. A empresa adota uma política de uso da biodiversidade nacional, que também deve ser seguida por seus parceiros. Entre as premissas estão desenvolver as comunidades locais, adotar práticas de repartição de benefícios com essas comunidades e preservar o meio ambiente.

Desafios do setor

Segundo o executivo da Natura, existe espaço para novos fornecedores de ativos vegetais para a indústria cosmética. Porém, faltam empresas com tecnologia suficiente para atender à demanda. "Não é tão simples transformar uma folha em um princípio ativo. É preciso conhecimento em várias áreas. Agronomia é um delas. É preciso saber a hora certa de plantar, colher", explica. Um movimento que tem acontecido, afirma Mendes, é o de empresas estrangeiras que vêm ao Brasil, retiram essa matéria-prima, usam a tecnologia dos seus países de origem e revendem para companhias de cosméticos nacionais. Filipe Sabará, da Beraca, diz que o principal desafio é o alto investimento exigido. Outro ponto é a necessidade de garantia de qualidade para atingir o nível determinado pelas indústrias. "O produto vegetal varia mais do que o sintético. Garantir padrão presume tecnologia", afirma. O diretor também explica que a empresa compra toda a safra antes mesmo de vender, o que diminui a margem de lucros. "Por outro lado, atuamos em um mercado de nicho, onde o consumidor final é mais fiel, até por questões de filosofia", esclarece.


Fonte: http://invertia.terra.com.br/

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Organics Brasil estima faturamento de US$ 40 milhões com Biofach

A participação do Projeto Organics Brasil na Biofach 2012, a maior feira do setor orgânico, proporcionou uma expectativa de negócios para os próximos 12 meses de US$ 40 milhões para as dez empresas visitantes e as nove cooperativas do MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário) que participaram do evento, conforme estimativa de Ming Liu, coordenador executivo do Organics Brasil.
"O mercado de orgânicos continua em alta, com muitos contatos novos e uma forte demanda para produtos da biodiversidade apesar da crise econômica na Europa. Os mercados continuam com crescimento positivo com índices semelhantes a antes de 2008, com retomada, por exemplo, de 12% de market share no mercado americano e de 9% na comunidade europeia", explica Liu.
Novos mercados estão interessados em negócios com cosméticos e alimentos orgânicos brasileiros, como a Rússia, Coréia do Sul, Japão e países escandinavos e do leste europeu. Este ano, os produtos têxteis apresentados pelo empreendimento Talentos do Brasil despertou interesse nos mercados da Itália, Turquia, Reino Unido, Dinamarca e França.


Fonte: http://www.revistafator.com.br

sábado, 25 de fevereiro de 2012

No Brasil, produtos orgânicos agora vão além do setor de alimentos.

Já conhecidos no setor alimentício, os produtos feitos a partir de matérias-primas cultivadas sem a utilização de agrotóxicos ganham novos segmentos da indústria, como têxtil e cosméticos. É o caso da cooperativa têxtil e de confecção Natural Fashion, que apostou nos orgânicos como forma de diferenciar seus produtos frente a entrada de importados chineses no mercado nacional. Já a Beraca, empresa que passou de importadora a produtora de matérias-primas naturais para a indústria cosmética, vê na mudança de hábitos dos consumidores um potencial de negócios.No ano 2000, dez empresas de confecção e tecelagem paraibanas se uniram para buscar um diferencial para seus produtos e enfrentar a concorrência com os importados asiáticos.
Em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), descobriram o algodão colorido, produzido sem a utilização de corantes e o consequente despejo de efluentes líquidos tóxicos. Hoje, são 27 cooperados, 23 deles com fábricas próprias na cidade de Campina Grande, que produzem 5 mil peças ao mês, abastecendo uma marca própria e vendas para grandes empresas de surfwear. Numa prática de reaproveitamento de resíduos, as sobras da produção são utilizadas na fabricação de bonecas, bichinhos e almofadas. "Nossa diferença é trabalhar a cadeia produtiva como um todo, do plantio e descaroçamento, passando pela certificação, fiação, tecelagem e fabricação das peças", conta a diretora presidente da Coopnatural, Maysa Gadelha. Isso, segundo ela, explica o preço 30% mais alto do produto, em relação ao comum, pois a empresa paga mais em todo o processo.
O faturamento em 2011 foi de R$ 1,5 milhão, mantendo o valor registrado em 2010, mas crescendo em relação a 2009, quando a cooperativa obteve R$ 1 milhão. "Já fomos maiores, quando exportávamos mais, até 2008. Com a crise americana e europeia, veio o crescimento no mercado interno, que compensou, de alguma forma, as perdas", conta a empresária. As exportações, que chegaram a consumir até 50% dos produtos, hoje representam cerca de 10% da produção, para países como Japão, Itália e Noruega. Para 2012, a expectativa é atingir R$ 1,7 milhão em faturamento. "Contamos com o esclarecimento com relação ao algodão orgânico e à produção sustentável, o que cresce com o aumento do nível de educação do brasileiro", diz.
O aumento da conscientização também é a esperança da Beraca. "Este é nosso principal desafio de mercado, esperar que o consumidor final tenha mais consciência em buscar um produto que não agrida seu corpo, para que nossos clientes, que fabricam os cosméticos acabados, busquem mais nossos produtos", afirma do diretor de negócios da empresa Filipe Sabará.A companhia, que completa 56 anos, começou com a distribuição de produtos químicos para segmentos diversos e, na década de 1980, passou a importar da Europa produtos naturais. Em 2000, a empresa instalou uma fábrica própria na Amazônia para passar a produzir matérias primas a partir da diversidade biológica brasileira. A fabricação teve início com óleos vegetais, posteriormente expandindo o leque para extratos, esfoliantes e argilas.
"A evolução dos naturais foram os orgânicos, o que veio do mercado de alimentos", conta Sabará. A empresa possui hoje seis fábricas, sendo duas voltadas para a produção de ingredientes para a indústria cosmética e farmacêutica. O faturamento em 2011 foi de R$ 118 milhões, alta de 10% sobre 2010, sendo 30% do negócio representado pelo segmento de Health & Personal Care. A capacidade de produção é de 400 toneladas ao ano de matérias primas.Os produtos são cerca de 20% mais caros que os comuns. "Há todo um custo para isolar os materiais, em áreas, embalagens e transportes diferentes. Além disso, há custo para a certificação das áreas agrícolas e das fábricas", explica o executivo. A empresa exporta de 40% a 60% da sua produção, para países como EUA, Inglaterra, França, Alemanha e Itália.
"Não sentimos um decréscimo nas vendas nesses mercados, mas houve sim uma diminuição no número de novos projetos, o que deixou as exportações estáveis", relata o diretor. Isso se explica, segundo ele, porque o mercado de orgânicos é menos sensível a variações no cenário econômico. "O consumidor que opta por orgânico não volta a consumir químicos, mesmo na crise", diz.Em 2011, a empresa investiu na abertura de uma empresa nos Estados Unidos. Em pesquisa e desenvolvimento, o aporte é de 3,6% da receita. Para 2012, a companhia aposta na expansão de suas equipes no mercado externo, com projeção de crescimento entre 15% e 20%, na expectativa de uma retomada do mercado.


Fonte: http://www.dci.com.br

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Ovos orgânicos coloridos conquistam consumidores

O consumidor brasileiro está cada vez mais interessado em alimentos orgânicos. Prova disso é que, para alguns produtos, a demanda é maior que a oferta. Em São Paulo, isso acontece com a produção de um tipo de ovo diferente.Não é apenas a qualidade que chama a atenção, mas principalmente as cores. O consumidor pode escolher entre verde, vermelho, e até rosa. O que determina a cor do ovo é a raça da galinha. As que põem ovos coloridos são as chamadas ameraucanas e araucanas, originárias do Chile. Segundo a Embrapa, a cor não interfere no sabor e nem no valor nutricional do alimento.
"Esse é um detalhe visual que ajuda nos sentidos. Dizem que a gente pega a comida com cinco sentidos, então o visual também ajuda", diz o aposentado Jorge Marino.Foi o sabor que conquistou Marino. Toda a semana ela vai à feira que funciona há mais de 20 anos dentro do Parque da Água Branca, em São Paulo. Só de ovos, ele chega a levar até três caixas às vezes."O gosto é diferente e a gente percebe que não há nenhum problema na digestão. Então, para mim isso é um motivo pra cuidar da saúde mesmo", explica o aposentado.A feira que só vende produtos orgânicos pertence à Associação de Agricultura Orgânica, uma ONG que defende este sistema de produção. A entidade, criada em 1989, tem atualmente mais de dois mil associados. Boa parte deles é composta por produtores rurais.
A feira tem um público seleto, com consumidores exigentes e bem informados. A dona de casa Norma Gonçalves sabe que paga um pouco mais por estes produtos, mas diz que não abre mão por causa da qualidade. Na banca da produtora rural Inês Scarpa Carneiro, além dos ovos orgânicos e coloridos, também há frutas, verduras e até feijão de corda. Tudo é fresquinho, mas quem não comprar logo cedo, pode ficar sem. Os ovos são vendidos apenas por encomenda. As galinhas dos ovos coloridos são criadas no próprio sítio de Inês. São mais de 300 animais, que ficam em um espaço de cinco mil metros quadrados e se alimentam de verduras e frutas produzidas na propriedade.
O sistema de produção é rústico. Inês tira de 40 até 50 dúzias por semana. Ela explica que terá que produzir galinhas da raça que bota ovos coloridos, já que não encontra quem venda animais desse tipo no mercado. A produtora garante que o sistema de criação interfere no valor nutricional do alimento, assim como no preço. Cada caixa com dez ovos custa R$ 10. Isto representa pelo menos três vezes mais que o ovo comum. "Ele é mais caro porque é mais saboroso. As galinhas são livres pra botar, botam mais ainda quando tem sol. A gente não pode botar nenhum tipo de hormônio. E ele fica mais saboroso por isso, porque elas são livres", diz.
Já faz 25 anos que Inês Scarpa Carneiro e o marido compraram o sitio e há 11 ela produz orgânicos. Ela se mantém com a produção e está construindo um entreposto, por exigência da Vigilância Sanitária, para industrializar a produção. Para isso, vai precisar aumentar o plantel. O objetivo é chegar a mil galinhas no pátio.


Fonte: Portal Rural BR

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Alemanha abriga maior feira de orgânicos do mundo: a BioFach

Tomates da Holanda, pepinos da Espanha, bananas da Colômbia - um passeio pela área de orgânicos dos supermercados alemães é uma viagem culinária ao redor dAdicionar vídeoo mundo. De 15 a 18 de fevereiro de 2012, a cidade de Nurembergue, na Baviera, abriga a maior feira de orgânicos do mundo: a BioFach. O evento reúne cerca de 2.500 expositores de todo o mundo, abrangendo, além de alimentos, outros itens, como cosméticos e tecidos.
A Alemanha é o segundo maior consumidor de orgânicos. Somente em 2011, as vendas de tais produtos cresceram 10% no país. Nesse mesmo ano, importaram-se 18 mil toneladas de tomates "bio" - termo utilizado para orgânico em alemão. Porém, cada vez mais produtores alemães desistem da agricultura orgânica - que não utiliza aditivos químicos sintéticos ou transgenia -, para plantar milho, usado na geração de biogás. Hoje, é a importação que sustenta o boom de orgânicos da Alemanha.

Dependência de importados

No caso das batatas, por exemplo, a participação alemã na produção ainda é relativamente grande: 72%. Mas sem os importados, algumas prateleiras de supermercados especializados em orgânicos ficariam vazias. "Cerca de 50% das cenouras são importadas, e esse número chega a 80% ou mais para pimentões e tomates", disse Alexander Gerber, diretor da Associação de Produtores de Alimentos Orgânicos (BÖLW, na sigla em alemão). "O leite, por exemplo, vem da Áustria e da Dinamarca; a carne de porco, da Dinamarca, da Holanda, da Itália.” Um a cada cinco consumidores alemães compra produtos orgânicos pelo menos uma vez por semana. Todos os itens devem estar disponíveis em todas as estações do ano. Para suprir a demanda por orgânicos, a Alemanha recorre principalmente a seus vizinhos europeus - estando os países do Leste se transformando no celeiro de orgânicos alemão.
Mas o sistema estende-se mundo afora, principalmente quando se trata de arroz, café e banana. Do Paquistão, do Equador e do Brasil, as mercadorias são trazidas para a Alemanha. Para manter a qualidade dos produtos durante a viagem, a logística é complicada e cara. "Além disso, todas as etapas, da produção à entrega, precisam ser controladas. Um grande esforço para que, no final, tenhamos um produto orgânico seguro", explica Gerber.

Certificação européia determina produção mundial

Quem quiser entrar no mercado alemão precisa produzir de acordo com os padrões europeus e aplicar o selo orgânico do continente. Tais certificações dificultam a produção de orgânicos fora da Europa. "Para o comércio justo, há padrões globais; para os orgânicos, não", diz Markus Arbenz, diretor da Federação Internacional do Movimento da Agricultura Orgânica (IFOAM, na sigla em inglês). Cada país produz de acordo com seus próprios padrões. Países como a Índia, Argentina e Costa Rica entraram em acordo com a Comissão Europeia (CE) sobre procedimentos de importação simplificados. Entretanto, outros produtores orgânicos emergentes, como a China, são alvos cada vez mais freqüente da crítica. Organismos oficiais chineses especulam a possibilidade de comprar a certificação na Europa. O maior escândalo do setor dos últimos anos foi, porém, protagonizado por produtores da Itália -- o principal exportador para o mercado alemão. Mercadorias no valor de 220 milhões de euros com selos orgânicos falsificados teriam sido vendidas ao exterior, incluindo a Alemanha.

Índia e Brasil

Em 2012, a Índia é o destaque da feira BioFach. Tradicionalmente, o país vende principalmente chá orgânico para a Alemanha. Mas agora a Índia quer se beneficiar com uma nova tendência: a "moda orgânica". "O algodão orgânico é muito apreciado na Europa, mas nos concentramos em duas vertentes: os tecidos e as especiarias", disse Welle Asit Tripathy, presidente da Sociedade de Promoção à Exportação indiana (APEDA).Os alemães gastaram cerca de 6,5 bilhões de euros com produtos orgânicos em 2011. A Alemanha, enquanto importadora de orgânicos, ficará cada vez mais dependente de produtores estrangeiros para suprir sua demanda por alimentos de qualidade. E o Brasil também entrou nessa onda. Na BioFach 2012, há 26 expositores brasileiros. Um deles é o Projeto Organics Brasil, que reúne 74 empresas exportadoras de produtos orgânicos. "A crise econômica não deve ter impacto significante nas negociações, especialmente as fornecedoras de matérias-primas que servem de base para alimentos, cosméticos e fármacos", prevê o coordenador-executivo do projeto, Ming Liu, destacando que, no Brasil, o mercado interno de orgânicos também está aquecido.


Fonte:Deutsche Welle

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Linha orgânica e sem adição de açúcar ganha destaque na Bio Brazil Fair 2012

Em sua oitava edição, a Bio Brazil Fair - Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia – reunirá entre os dias 24 e 27 de maio cerca de 200 expositores e um público estimado em 22 mil visitantes no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, na capital paulista.De olho no crescimento e na importância desse evento, a Blessing Orgânicos – uma das empresas mais tradicionais neste segmento – trará novidades em seu rol de produtos. O Purê de Maçã Orgânico e Sem Adição de Açúcar traz um novo conceito à marca, cada vez mais preocupada com as necessidades específicas de seus consumidores.
“Este produto é inovador porque pode ser usado como papinha de bebê, como alimento para idosos com dificuldade de deglutição, como opção para pessoas com restrição ao açúcar e ainda pode ser carregado na bolsa para ser consumido simplesmente como lanche da tarde”, garante José Estefno Bassit, Diretor da Blessing Orgânicos.O purê orgânico é composto exclusivamente por 99% de maçã e 1% de limão, este último ingrediente entra como conservante natural do produto. Em sua composição, não há aditivos químicos como, por exemplo, a pectina de fruta, corante, suco concentrado ou conservante. Por ser versátil, o purê de maçã também pode ser utilizado como recheio de doces ou como acompanhamento em pratos salgados.
Outra novidade desta linha é a Geléia Orgânica de Frutas Vermelhas Sem Adição de Açúcar. Ela é composta por 5 diferentes tipos de frutos orgânicos como mirtilo, morango, amora, framboesa e maçã, o que lhe confere alto poder antioxidante e uma grande concentração de fibras e minerais. Em sua composição, não há adição de açúcar, água, gelificante, saborizante ou conservante, dando ao produto final uma combinação única e um sabor natural de frutas frescas.
Mercado em expansão-Segundo as entidades do setor, 2011 foi um bom ano para o segmento. A taxa de crescimento da produção girou em torno de 40% e o faturamento dos produtores se aproximou dos R$ 700 milhões. A expectativa para 2012 também é alta devido ao aumento do mercado consumidor interno.Desde que foi implantado o sistema de certificação do setor, em 2010, mais de 15 mil produtores orgânicos já foram cadastrados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A certificação representa uma segurança adicional aos consumidores, pois estabelece as normas técnicas que garantem a origem dos produtos e os critérios de comercialização.

Fonte: http://www.revistafator.com.br

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Vendas globais de orgânicos sobem 9,2%

As vendas globais de produtos orgânicos subiram 9,2% em 2010 diante da demanda mais forte dos Estados Unidos, França e Alemanha. Foram comercializados US$ 59,1 bilhões, em relação aos US$ 54,1 bilhões de 2009, informou a Federação Internacional dos Movimentos de Agricultura Orgânica, entidade sediada em Bonn, na Alemanha e que possui 750 membros, em 116 países.
Os produtores rurais desse tipo de agricultura evitam usar pesticidas sintéticos e fertilizantes."O mercado para os produtos orgânicos continua a crescer", disse a entidade, com sede em Bonn, que costuma divulgar os dados com atraso de um ano. "Os primeiros dados disponíveis para 2011 mostram mais avanços".
A área plantada com sementes orgânicas praticamente não sofreu variações - 37 milhões de hectares globalmente.Os EUA foram o principal mercado destes produtos em 2010, com vendas de US$ 26,7 bilhões. A Alemanha teve a segunda maior movimentação comercial no ano, com vendas de 6,02 bilhões de euros e a França com 340 milhões de euros movimentados.


Fonte: DCI

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Surya Brasil participa de Feira Internacional de Orgânicos

O Projeto Organics Brasil reúne 74 empresas exportadoras do segmento de orgânicos e, de 15 a 18 de fevereiro, participa da maior e mais importante feira mundial do setor - a Biofach, com mais de 2.500 expositores e 44 mil visitantes profissionais da área.
A Surya Brasil é uma das empresas participantes do Projeto, que participa da Biofach. Teve como primeiro lançamento a Surya Henna Pó (1995), com matérias-primas importadas da Índia. Em pouco tempo a empresa se tornou líder no segmento de colorações à base de henna, posto que mantém até hoje, fortalecido pelo lançamento, em 1997, da Surya Henna Creme, a primeira com ingredientes orgânicos. Com a experiência em cosméticos verdadeiramente naturais baseados na constante inovação, sustentabilidade e responsabilidade social, a Surya Brasil evoluiu naturalmente para o desenvolvimento de cosméticos orgânicos. Em 2007 a linha Amazônia Preciosa, com ingrediente da biodiversidade da floresta Amazônica, recebeu a certificação Ecocert uma certificadora francesa de credibilidade internacional.
Hoje a Surya Brasil continua sendo um exemplo, para o mercado, no que se refere à cosméticos que respeitam o consumidor e o meio ambiente. E no momento atual, com a crescente preocupação mundial em relação à preservação do planeta, os cosméticos orgânicos não são uma moda passageira. A Surya Brasil, com sua vocação para o bem-estar do consumidor, está preparada para inovar cada vez mais, a fim de oferecer uma variedade cada vez maior de cosméticos para um mundo melhor.

Fonte: http://www.revistafator.com.br

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Venda de orgânicos deve crescer 20% em 2012

A venda de produtos orgânicos deve crescer 20% em 2012, no País mas as exportações devem seguir estáveis. A afirmação é do coordenador-executivo do Projeto Organics Brasil, Ming Liu. Segundo ele, as vendas externas não evoluem porque "a produção não está acompanhando o crescimento da demanda." Por isso, com a valorização do real - que dificulta colocar o produto no mercado internacional - e com o aquecimento do mercado interno, produtores de orgânicos estão focados no mercado nacional.
Para Liu, cada vez mais o consumidor brasileiro tem-se voltado para os orgânicos. Se antes as pessoas levavam em consideração apenas o preço, agora elas estão pensando nos riscos e benefícios que o produto traz à saúde. Liu atribui isso ao que chama de efeito 'boca-a-boca'. Ele diz que grande parte das pessoas ainda não sabe o que é orgânico, mas que a indicação de familiares e amigos tem feito o papel de disseminar essa informação.
Outro aspecto que colaborou para alavancar o setor foi a criação de um marco regulatório. A nova lei de orgânicos, que entrou em vigor em janeiro de 2011, cria mecanismos para aumentar a regulamentação e estabelecimento de políticas públicas na área. Agora, os produtos têm de ser certificados por uma empresa ou instituição credenciada pelo Ministério da Agricultura. "Isso incentiva grandes empresas a entrarem no setor. Ele passa a ser mais controlado, oferecendo menos riscos", afirma Ming Liu.
Para o dirigente, a lei também tem fortalecido o mercado interno, pois complica a importação. Agora, para entrar no Brasil, o produto tem de ter certificação de todos os processos, desde a base primária. "Para importar macarrão, por exemplo, exige-se certificado desde o trigo até o fim da cadeia e isso é muito difícil", explica. Com isso, o mercado brasileiro acaba procurando produtores nacionais. Em 2005, apenas cinco empresas participavam do Projeto Organics Brasil, todas do setor de alimentos. Hoje, são 74 de setores diversos, como o de bebidas, cosméticos, ingredientes, serviços e têxtil.
Do ponto de vista da lei, diz Liu, estamos dez anos atrasados em relação a países como os Estados Unidos. Entretanto, já podemos ser considerados uma potência no setor. Para o dirigente, em termos de produção de orgânicos, o País vem crescendo, falta apenas organização. "O Brasil é orgânico por natureza, falta mudar a mentalidade dos pequenos produtores para que virem empreendedores."


Fonte: http://invertia.terra.com.br

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Conferência sobre desenvolvimento orgânico na Europa Central e Ásia

A 4 ª Conferência Internacional sobre o Desenvolvimento do Setor Orgânico na Europa Central , Leste Europeu e países da Ásia Central terá lugar em Izmir,Turquia nos dias 13 e 14 Abril de 2012. A conferência deste ano se concentrará na agricultura orgânica e como manter e melhorar a sua integridade. Além disso serão debatidos os seguintes temas; a garantia da qualidade na produção, transformação e comércio, a fiscalização de resíduos, atividades anti-fraude, rastreabilidade, bem como educação e formação profissional.
Como a Turquia é líder na produção de algodão orgânico e produtos têxteis,um debate sobre os têxteis sustentáveis serão incluídos na conferência. A conferência irá apresentar conhecimentos práticos e científicos e permitira a troca de experiências entre os produtores de orgânicos do Mar Negro e Mediterrâneo ,produtores de avelãs, uvas passas sem sementes, figos, damascos, cereais, arroz e produção de sementes, criação de animais, cultivo de algodão e coleta silvestre , deverão ampliar a compreensão sobre as questões de qualidade e também procurarão discutir nova técnicas para diminuir os obstáculos existente em toda a cadeia produtiva do setor orgânico.


Fonte: http://turkey.organic-conference.info/home.html

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Lançada novas regras da União Européia para o vinho orgânico

Novas regras da União Européia para "vinho orgânico" foram acordadas no Comitê Permanente da Agricultura Biológica (SCOF), e será publicado no Jornal Oficial nas próximas semanas. Com o novo regulamento, que será aplicável a partir da safra 2012, os viticultores orgânicos serão autorizados a usar o termo"vinho orgânico" em seus rótulos. Os rótulos também devem mostrar a logo UE-orgânico e o número de código da sua certificadora, e devem respeitar as regras de rotulagem de vinho. Apesar de já existirem regras para "vinho feito de uvas orgânicas", estes não se referirem práticas de vinificação.
O vinho é o único setor que não está totalmente coberto pelas regras da UE em matéria de normas de agricultura orgânica no âmbito do Regulamento 834/2007.Após a votação na SCOF, o comissário da UE para a Agricultura e Desenvolvimento Rural Dacian Ciolos, declarou: "Estou muito contente que finalmente se chegou a um acordo sobre este dossier, era importante estabelecer regras harmonizadas que garantam uma oferta clara para os consumidores que estão mais e mais interessados em produtos orgânicos. Apraz-me que temos agora regras que fazem uma clara diferença entre o vinho convencional e orgânica - como é o caso de outros produtos orgânicos. Como resultado, os consumidores podem ter certeza de que qualquer "vinho orgânico" terá sido produzido usando regras mais estritas de produção.
"As novas normas têm a vantagem da transparência e um melhor reconhecimento do consumidor. Ela não só ajudará a facilitar o mercado interno, mas também irá reforçar a posição dos vinhos orgânicos da UE a nível internacional, uma vez que muitos países que produzem (EUA, Chile, Austrália, África do Sul) já estabeleceram padrões para os vinhos orgânicos. Com esta legislação, a agricultura orgânica da União Européia agora está completa e abrange todos os produtos agrícolas. O novo regulamento estabelece um subconjunto de práticas enológicas e substâncias para os vinhos orgânicos definidos no âmbito do Regulamento 606/2009 da Organização Comum do Mercado do Vinho (OCM). Por exemplo, o ácido sórbico e os dessulfurizadores não serão permitidos e o nível dos sulfitos no vinho orgânico deve ser de pelo menos 30 - 50 mg por litro, inferior do que o seu equivalente convencional (dependendo do teor de açúcar residual). Para além destas práticas enológicas ",o vinho orgânico" deve também, naturalmente, ser produzido com uvas orgânicas - como definido nos termos do Regulamento 834/2007.


Fone: http://europa.eu/

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Na Grécia a empresa Bläuel reporta crescimento de 10% em 2011

A Bläuel Greek Organic Products, com base no Oeste de Mani, sul do Peloponeso, na Grécia, é um grande sucesso,apesar da crise econômica grega, graças a seus 30 anos de tradição de produção sustentável e socialmente responsável de alimento naturais de alta qualidade. Fritz Bläuel, fundador e diretor administrativo sênior afirma que: "Em 2011, nossas vendas cresceram cerca de 10%, atingindo 5,5 milhões de euros Nosso crescimento no mercado de orgânicos na Alemanha no ano passado foi de cerca de 50%.".A empresa é especializada em azeite e outros produtos orgânicos da região de Mani e vê a si mesmo servindo como uma ponte no fosso cultural entre a Grécia e a Europa Central.
"A nossa azeitona é da variedade Koroneiki, que produz um dos melhores azeites do mundo, devido à localização ideal e as condições climáticas da área", explica Fritz Bläuel. "Nós aprendemos a viver e trabalhar apesar de algumas deficiências na infra-estrutura em uma área distante que não é altamente desenvolvida A crise na Grécia teve pouco efeito sobre a empresa, pelo contrário – a economia da Grécia vai ser ajudada se o seu produtos agrícolas serem comercializados diretamente da Grécia e se outros países como a Alemanha cada vez mais importar produtos gregos. "Fritz Bläuel está convencido de que" a Grécia precisa se reinventar como um fornecedor de qualidade ".


Fonte: http://www.blauel.gr/

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Orgânicos à mesa nos hotéis e restaurantes do Ceará na Copa

Já está feito o mapeamento dos produtores e empresas cearenses que trabalham com agricultura orgânica e que deverão ser beneficiados com a campanha Copa Orgânica e Sustentável, a ser lançada ainda este semestre. O projeto, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), prevê que estes produtos sejam servidos durante a Copa do Mundo de Futebol de 2014, nos hotéis, restaurantes e supermercados.
"Aqui no Ceará estamos com uma comissão. A gente está coordenando, juntamente com secretário executivo do Conpam (Conselho de Políticas Públicas e Meio Ambiente), Iraguassu Teixeira, e com o Manuel Furtado, secretário adjunto da Secretaria de Pesca e Aquicultura. Já realizamos duas reuniões, aonde fizemos o mapeamento", afirma o secretário adjunto da Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA), Antônio Amorim.

Próximos passos

Segundo ele, o próximo passo será negociar com a comunidade hoteleira para servir os produtos orgânicos no período da Copa das Confederações e da Copa do Mundo. "E, depois disso, tanto no FNE (Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste), quanto no Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), você tem linhas de crédito específicas inclusive pra tratar da produção. É uma questão de quebra de paradigma, porque nós temos já mais de 13 mil hectares de produtos orgânicos no Ceará. Agora, isso é muito pouco para tudo o que nós precisamos" disse.
Amorim afirma que o Estado possui mais de dois milhões de hectares plantados, e que a meta é de que metade disso seja ocupada com a agricultura orgânica. "E nós vamos fazer agora que esse grupo possa avançar cada vez mais, porque também interessa ao mercado externo o produto orgânico para a alimentação saudável", reforça, destacando que a Copa será a oportunidade de divulgar estes itens produzidos no Estado.

Kits de irrigação

Entre este ano e 2014, o Ceará deverá receber cinco mil kits de irrigação que serão levados a plantações de 50 hectares, através do Ministério da Integração Nacional, acrescentou o secretário adjunto da SDA. Ele disse que já existem recursos aportados por emendas de parlamentares para a complementação dos kits, permitindo a irrigação de áreas novas e maiores.De acordo com Amorim, o Ministério já fez a licitação dos kits, e a previsão é de que as primeiras 1.500 unidades sejam entregues no 2º semestre deste ano. Os recursos serão aportados a fundo perdido, ou seja, os agricultores não irão contrair dívida. Após a liberação do Ministério, a SDA irá cadastrar os agricultores e realizar a seleção.

Estado planeja produzir laranja

Depois de começar a colher suas primeiras maçãs, que estão sendo plantadas em um cultivo experimental em diversos municípios, e de iniciar estudos para cultivo de peras e figos, o Ceará poderá agora, partir para o plantio de laranja.A empreitada ainda não está garantida, mas o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado (Adece), Roberto Smith, terá hoje, reunião decisiva com investidores interessados no projeto."Há interesse, mas eu não ainda tenho resposta. Eles estão analisando, estão nos locais, viajando em vários cantos", informa. Smith diz que já existem áreas que, a princípio, seria propícias ao cultivo, em terras irrigadas.

Sol e tecnologia

"Nós temos área com insolação necessária para a atividade da laranja. Nós temos tecnologia, eles deverão fazer um cultivo preliminar, para saber se as coisas vão dar certo", acrescenta Roberto SmithO presidente da Adece adianta que eles (investidores) estão estudando também o custo da terra e querem saber em quê que o Governo do Estado poderá contribuir para o projeto. "Estão pensando numa produção de cinco mil hectares. A gente vai conversar com eles e ver o que eles precisam", conta Smith.

Consórcio

Ele informou que o grupo é um grande produtor, mas que possui a intenção de fazer uma integração com pequenos produtores no Ceará. "Isso dentro de padrões tecnológicos e desde que haja medidas de controle sanitário, para não gerar problemas. Ainda são estudos preliminares", aponta.


Fonte: http://diariodonordeste.globo.com

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Norte de Minas ganha destaque na produção e certificação de cachaça orgânica

O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) certificou no ano passado 221 marcas de cachaça de alambique. Desse total, 65 marcas são produzidas na região do Grande Norte – vales do Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas. Além de se manter como uma das maiores produtoras de cachaça de qualidade em Minas, de um total de 36 marcas registradas como orgânicas, ou seja, produzidas sem a utilização de agrotóxicos e adubos químicos, a região do Grande Norte obteve 20 produtos classificados nesta condição.O município de Salinas, conhecido como a Capital Nacional da Cachaça manteve, em 813,82 ha liderança com a certificação de quinze marcas. Mas o destaque em número de produtos certificados como orgânicos ficou para o município de Serro, com o registro de cinco marcas: Velha Serrana Clássica, Medalha de Minas, Velha Serrana, Dona Lucinha Clássica e Dona Lucinha Ouro. Salinas obteve o registro de quatro cachaças de alambique na condição de produto orgânico: Havana, Ferreira e Januária, Anísio Santiago e Sentinela.
Com duas marcas registradas como produto orgânico ficaram os municípios de Jequitinhonha (Grafina Ouro e Grafina Prata); Presidente Juscelino (Terra Forte e Terra Forte Prata); Buenópolis (cachaças Cristalina e Cristalvana) e Taiobeiras com as marcas Marquesa e Marquesa Ouro. Já os municípios de Felixlândia, Coronel Murta e Joaquim Felício obtiveram, cada um, o registro de uma marca de cachaça orgânica: Flor das Gerais, Relíquia e Feliciana, respectivamente.
Além destes municípios na região do Grande Norte também se destacaram na obtenção da certificação: Bocaiúva, Pavão, Pedras de Maria da Cruz e Novo Cruzeiro (3); Paraopeba, Malacacheta (2); Buritis, Montes Claros, Matias Cardoso, Fronteira, Mato Verde, Caraí, Capelinha, Ponto Chique, Fruta de Leite e Morro da Garça (1). O programa de certificação de produtos agropecuários e agroindustriais do IMA é voltado para produtores de cachaça artesanal, produzida com fermento natural e destilada em alambique de cobre. A certificação é de adesão voluntária e o interessado em participar desse processo pode procurar um dos escritórios do Instituto para receber as orientações necessárias.

Competitividade

No momento de requerer a certificação, o produtor pode optar por três sistemas produtivos da cana: o sistema orgânico, o sem agrotóxicos e o sistema tradicional. No primeiro, a cana deve ser cultivada sem agrotóxico e adubo químico. No segundo, não pode haver aplicação de agrotóxicos e o uso do adubo químico é permitido. E no tradicional, é permitido o uso de agrotóxicos e adubos químicos indicados para esta cultura, dentro dos parâmetros agronômicos prescritos.As cachaçarias são certificadas segundo o processo de produção usado, atendendo os procedimentos de boas práticas, adequação social e responsabilidade ambiental. Esses estabelecimentos passam a ter o direito de uso do certificado, da marca de conformidade e dos selos de certificação oficiais do estado de Minas Gerais, que são adesivados nas garrafas.
-A certificação é uma maneira de atestar a qualidade e agregar valor ao produto, tão popular em Minas, mas que ganha novos mercados através do Programa de Certificação. O que gera também, maior competitividade dos produtores, garante a qualidade da bebida e propicia melhores opções aos consumidores finais, afirma diretor geral do IMA, Altino Rodrigues Neto.As cachaças certificadas também possuem a chancela de Conformidade do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) vinculada à condição de Organismo Certificador de Produto (OCP) que o IMA possui desde 2009.


Fonte: http://www.onorte.net

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Europa importa batatas orgânicas da Argélia

Importadores europeus altamente exigentes estão importando batatas orgânicas provenientes da Argélia, de acordo com o Ministro da agricultura argelino Rachid Benaissa, que prometeu mais apoio para os produtores. A produção de batata Argelina aumentou drasticamente nos últimos anos, relata a AIAB (Associação Italiana para a agricultura Orgânica) .Em 2011, a produção atingiu 3,8 milhões de toneladas, sendo que era de 3,2 milhões de toneladas em 2010 e 2,67 milhões de toneladas em 2009. Uma vez que muitos agricultores foram contatados por empresas francesas, italianas e espanholas interessadas em Importar batatas orgânicas argelinas, Rachid Benaissa fixou um objetivo ambicioso: a exportação de batata orgânica deve chegar a 5 milhões de toneladas em 2014.

Fonte: http://www.aiab.it/

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Associação de Deficientes de Mato Grosso produz orgânicos

Silval Barbosa, no programa radiofônico “Bom Dia Governador” desta sexta-feira (03.01), falou sobre o trabalho desenvolvido pelo Estado na Associação de Deficientes Físicos de Mato Grosso. A entidade está produzindo orgânicos no primeiro assentamento de deficientes físicos do Brasil, localizado próximo ao Bairro Nova Conquista, em Cuiabá.Conforme o governador, o programa é pioneiro no País e resulta de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas) e o Banco do Brasil.
“A Associação já fazia artesanato, mas queria trabalhar com produtos orgânicos. Por isso, lançamos um assentamento produtivo, onde os deficientes e os cadeirantes irão trabalhar em torno de mandalas, inicialmente em uma área de 2,5 hectares, e produzirão de tudo”, explicou o governador.Silval Barbosa enfatizou que os deficientes físicos precisam de oportunidade, pois têm capacidade de desenvolver qualquer tipo de trabalho. “É só adaptar dentro das suas condições. No assentamento, 25 famílias começarão a produzir orgânicos e também trabalharão com piscicultura”, disse o governador, informando também que o Governo Estadual irá auxiliar na resolução de problemas como luz, adaptação de habitações, perfuração de poços artesianos, entre outros.
“Este trabalho é o resultado de um conjunto de forças que cria oportunidades para todos”, finalizou o governador, acrescentando que este projeto é um trabalho conjunto da Setas, com o apoio técnico da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Agricultura Rural (Sedraf/MT) e da Empresa de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), com o apoio financeiro do Banco do Brasil.


Fonte: http://www.circuitomt.com.br

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Pão de Açúcar traz sucos orgânicos para refrescar o verão 2012

Para aproveitar tudo de melhor que o verão tem a oferecer (muito sol e calor) é preciso tomar cuidados especiais com o corpo e a alimentação. No Pão de Açúcar o cliente encontra uma variedade de sucos orgânicos, que são saudáveis e refrescantes. Cultivados sem agrotóxicos e adubos químicos, os alimentos representam uma relação harmoniosa com a natureza e trazem mais saúde à mesa do consumidor.A rede comercializa seis marcas de sucos prontos orgânicos, totalizando 25 variedades dos mais diferentes sabores: tangerina, laranja, maracujá, maçã e amora, com preços a partir de R$12,19. O destaque neste começo de ano é o primeiro suco orgânico da Taeq, marca exclusiva do Grupo Pão de Açúcar.
No sabor uva bordô, o lançamento não tem nenhuma adição de açúcar e, em sua composição, apenas o suco integral da fruta. O produto é certificado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e toda a sua preparação é realizada em uma única fazenda, no Rio Grande do Sul. Até o fim do verão, o Pão de Açúcar espera crescer 15% com a venda de sucos orgânicos, impulsionado pelo sortimento e o lançamento da Taeq. Referência em alimentação orgânica, o Pão de Açúcar trabalha com o segmento há cerca de 20 anos, quando os primeiros itens chegaram às gôndolas.


Fone: http://www.paranashop.com.br

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Campanha internacional mostra oportunidades de negócios com biodiversidade brasileira

O Projeto Organics Brasil reúne 74 empresas exportadoras de produtos orgânicos, fomentando negócios com participação em feiras internacionais e missões comerciais para mostrar o que o Brasil pode oferecer para esse segmento de mercado, que gera US$ 45 bilhões/ano. Em 2012, o Projeto Organics Brasil muda seu slogan mundial “organics by nature” para o conceito de “Brazil Biodiversity”, ampliando a mensagem de orgânico por natureza para uma gama mais abrangente da biodiversidade brasileira e todos os recursos sustentáveis que podem ser descobertos pelo mercado internacional.
O designer Cobi Cruz, da Cobi Design, responsável por toda identidade visual, publicações e publicidade do Organics Brasil explica essa nova etapa na comunicação do projeto como uma vitrine para o país. “Brazil Biodiversity é um grande agregador de valor para quem procura ser percebido como um produto natural, sustentável, proveniente desta exuberância do nosso país que é orgânico por natureza”, esclarece Cobi..
Para a identificação para o estande do Projeto nas feiras foram adotados painéis no estilo exposição fotográfica, com poucos elementos para não conflitar com a exuberância das imagens. “O Brasil é muito mais quente e cromático que as cores da bandeira, temos o Brasil Biodiversity em verde amarelo e criamos uma atmosfera mais elegante e ao mesmo tempo com soltura através das imagens”, explica Cobi Cruz.
O catálogo passa a ter a localização no mapa do Brasil por bioma e não mais por estado, com informações e contatos das empresas associadas. Um folder em inglês será a apresentação do Organics Brasil, com imagens do fotógrafo Zig Koch, que apresenta cada bioma.


Fonte: http://www.revistafator.com.br
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