segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Água e alimentação com orgânicos no verão para manter um corpo saudável

Se a intenção é se preparar para o verão investindo em cremes hidratantes, shampoo e condicionadores que prometem milagres, é bom saber que não há nada melhor do que vários copos de água ao longo do dia para ficar com a saúde – e o visual – em dia. Por isso, nada melhor para os dias de calor do que água. Os especialistas recomendam ingerir dois litros por dia. Ela não tem gosto, cheiro ou cor, mas é um santo remédio para manter o corpo saudável – e bonito – durante o verão. Para quem está pensando em perder aqueles quilinhos extras para o verão, a boa notícia é que beber água, além de facilitar a eliminação de resíduos a partir das fezes e urina, também ajuda a emagrecer. “Uma boa hidratação promove uma remoção mais fácil da gordura, então vale a pena combinar a ingestão de líquido com refeições que incluam alimentos ricos em água, como as verduras, legumes e frutas frescas e in natura, em todas as refeições”, garante a nutricionista Sandra Lima.
A orientação dos especialistas é que ao comprar água, especialmente em supermercados, os consumidores, busquem marcas tradicionais e especiais. O ideal, aponta Sandra Lima, é tomar água filtrada ou mineral. “Cada marca traz componentes do solo onde a fonte nasce, então preste atenção se não traz metais pesados e toxinas como níquel e arsênico. Periodicamente escolha outra marca para não consumir sempre os mesmos componentes e exija galões higienizados, que não estejam amassados e não apresentem resíduos”, explica.
Contudo, se os adultos sofrem com os efeitos da desidratação durante o verão, entre as crianças e os idosos o problema é ainda maior. Para os pequenos, que geralmente não identificam bem a sensação de sede, o ideal é oferecer água ao longo do dia e favorecer uma dieta com alimentos ricos em líquidos, como frutas e legumes. Uma opção pode ser os sucos de origem orgânica.Cultivados sem agrotóxicos e adubos químicos, os alimentos representam uma relação harmoniosa com a natureza e trazem mais saúde à mesa do consumidor.


Fonte: Ascom

domingo, 29 de janeiro de 2012

IKOVE,produtos de beleza orgânicos com certificação USDA

Removedor de maquiagem
Açaí com Chocolate
Chegou à nova linha - Açaí com Chocolate da Poli Óleos.Esta linha é composta por produtos extremamente puros e certificados orgânicos pelo padrão USDA e comércio justo (certificado pela TransFair USA). O padrão USDA para alimentos orgânicos mantém a autenticidade e integridade do significado de produto orgânico. Na realidade o padrão USDA é conhecido como "Padrão de Ouro" no Mercado de produtos orgânico. Para que o símbolo USDA possa ser empregado na embalagem de um produto, esse produto deve conter entre 95% a 100% de ingredientescertificados orgânicos.
Pelo padrão USDA água e sal não devem ser incluídos na contagem de ingredientes, e caso o produto contenha ingredientes não orgânicos, estes devem estar limitados a 5% e devem estar incluídos na lista de ingredientes aprovados pelo programa nacional de orgânicos dos Estados Unidos (NOP). Devido à falta de tecnologia, limitação de ingredientes e custos poucas empresas de beleza conseguiram, atingir o padrão USDA. A Poli Óleos lançou IKOVE, que é a primeira e única linha completa brasileira, de produtos de beleza, a receber a certificação USDA. A Poli Óleos está comprometida com o uso de ingredientes orgânicos e de comércio justo. A empresa trabalha com cooperativas rurais que também estão comprometidas com a preservação do meio-ambiente e comércio justo. O sistema de certificação comércio justo é monitorado internacionalmente e garante um preço mínimo para os agricultores, proíbe o trabalho infantil e promove a sustentabilidade ambiental. São utilizadas na Linha Ikove, manteiga de cacau proveniente de comércio justo (certificado pela TransFair USA). O óleo de castanha do Pará, de Babaçu e as ervas brasileiras são adquiridos diretamente de cooperativas.

Fonte: http://www.ikove.com.br/

sábado, 28 de janeiro de 2012

Agricultura e ecologia se unem e trazem benefícios

Agricultura e ecologia estão caminhando cada vez mais lado a lado. Os benefícios para o meio ambiente e para a qualidade de vida das pessoas são inegáveis, assim também são as vantagens para o agricultor, como redução de custos e aumento de produtividade. A agricultura começa 2012 com o desafio de alimentar 7 bilhões de habitantes e aliar isso à preservação ambiental.“Isso exige uma nova agricultura, a agricultura sustentável. Com um paradigma de eficiência que não é só uma produção por hectare de mais alimentos, mais fibras, mais biomateriais... Para uma agricultura muito mais científica do que a atual”, afirma o secretário do Ministério da Ciência e Tecnologia, Carlos Nobre.Em Cristais Paulista, o cafeicultor Gabriel Afonso mostra que dá conta da parte dele.
Ele trocou o sistema de irrigação tradicional pelo gotejamento. “Dentro do sistema de gotejo, nós estamos aperfeiçoando para gastar cada vez menos água.”A porção exata de água não vem só do cano, mas de um trabalho inovador e de equipe. Um funcionário da fazenda de Gabriel Afonso colhe as informações meteorológicas em uma estação própria.
Os computadores analisam e os funcionários sabem exatamente quando e quanto irrigar.Ações sérias e profissionais como essa fazem parte do que os especialistas chamam de "economia verde", que é produzir sem devastar, ou, em uma única palavra: sustentabilidade. “É você usar um recurso natural sem acabar com ele, deixando para que as gerações futuras possam usufruir daquele bem”, diz Carlos Eduardo Alencastre, diretor regional do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE).

Controle de agrotóxicos

No último estudo de resíduos feito pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), 28% das frutas e dos vegetais foram considerados insatisfatórios para o consumo devido aos agrotóxicos.A terra que o produtor de orgânicos João Paulo Bernardes precisava tinha que ser boa, fértil e, principalmente, saudável. “A terra que planto hoje estava sem produção havia 45 anos, estava sem resíduos, sem nada mesmo.”Essa terra ele encontrou em Morungaba, onde cenoura, alface, brócolis e couve-flor crescem sem agrotóxicos.
O adubo é composto de esterco animal. Em vez de funcionários, Bernardes só trabalha com sócios ou meieros. Tudo o que eles produzem é vendido e o lucro é dividido.Para se firmar no campo como uma atividade rentável, a bagunça aparente da cultura orgânica teve que vencer uma lei da economia que parecia inquestionável: ela custa mais caro, portanto teria menos chances de dar certo. Mas o que se vê hoje é o contrário disso. Em tempos de preservação do planeta e do próprio corpo, é cada vez maior o número de consumidores que percebem que segurança alimentar vale dinheiro.
Há dez anos, os alimentos orgânicos eram uma promessa para o futuro. Uma rede de supermercados do interior de São Paulo nem tinha esses produtos, mas o futuro chegou e virou presente de bandeja. “Em relação a 2010, esse crescimento é de uma média de 58%. As pessoas estão mais conscientizadas sobre os produtos orgânicos”, conta o gerente de supermercado Marco Antônio de Oliveira.A diferença de preços entre os alimentos tradicionais e os orgânicos pode chegar a até três vezes, como é o caso do tomate. Se dependesse só do produtor, essa quantidade não seria tanta. “Às vezes custa até 50%, 60% a mais para produzir do que o convencional”, diz Bernardes.


Fonte: http://eptv.globo.com

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Apresentação de vinhos orgânicos na ProWein nos dias 4 a 6 Março de 2012 na Alemanha

A ProWein terá lugar em Düsseldorf dos dias 4 a 6 Março de 2012.Pela primeira vez, associações do setor alemão e organismos internacionais e empresas apresentarão o tema vinho orgânico em uma participação conjunta. No Hall 7.1, visitantes podem encontrar tudo sobre o setor vitivinícola ecológico.Entre os participantes estão, entre outros:Ecovin,Deméter, Fepeco (Espanha), FNIVAB (França),Associação Regional Bioland da Renânia Palatinado (LandesverbandRheinland Pfalz), Naturian, Vivolvin.
Ralph Dejas, diretor da ECOVIN disse: "Estamos muito satisfeitos com esta apresentação conjunta de vinhos produzidos organicamente. Vinhos orgânicos estão desempenhando um papel cada vez mais importante no cenário internacional de vinhos. Os visitantes podem agora no ProWein reunir informações abrangentes oferecidas por este segmento dinâmico.


Fonte: http://www.prowein.com

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Número de produtores de orgânicos na Romênia triplicou de 2009 à 2011

O número de operadores de produtos orgânicos na Romênia triplicou de 2009 até 2011, de acordo com os relatórios do Instituto Emg.rs. “De acordo com a pesquisa a maioria dos agricultores que plantam produtos orgânicos possuem entre três e 20 hectares de terra, ou mantêm 04 a 57 vacas, 50 a 100 ovelhas ou tem uma dúzia de de colméias ", afirmou o presidente da Associação romena de Operadores de Agricultura Orgânica.
O uso de terras para a produção de orgânicos também aumentou chegando a 300.000 hectares em 2011 (1% da superfície agrícola total do país).A Romênia é visto atualmente como um mercado produtor de matérias-primas e menos por sua capacidade de processamento. Cereais (trigo e milho), vegetais e mel continuam a ser os principais produtos orgânicos. De acordo com dados fornecidos pelo Ministério da Agricultura (MADER), as exportações de produtos orgânicos da Romênia que era de 80 milhões de euros em 2009 aumentou para 100 milhões de euros em 2010.

Fonte: http://www.emg.rs

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Cultivar alimentos orgânicos é tarefa difícil em Araçoiaba da Serra -SP

A produção de alimentos orgânicos na região ainda é pequena e a maioria dos agricultores não depende exclusivamente desse tipo de cultivo como fonte de renda. Um exemplo de insistência na agricultura orgânica, porém, é do aposentado Rogério Magagna, de 63 anos, que cultiva hortaliças, cenoura e tomates orgânicos em sua propriedade, em Araçoiaba da Serra. Iniciada há 20 anos para consumo familiar e transformada em negócio há seis anos, a produção demanda 100% de atenção do agricultor que, segundo ele mesmo, é "teimoso e sofredor".
Magagna avalia que o mercado está crescendo lentamente. Mas bastante carente de uma conscientização coletiva de que é preferível pagar mais, e comer melhor. Na Alemanha, 100% dos produtos consumidos são orgânicos. Acho que isso aconteceu devido campanhas educativas e incentivo público, do contrário, não seria possível", sugere ele que, depois de perder quatro safras de tomate, acredita que colherá a primeira. "Por isso que digo que sou sofredor e teimoso", brinca ele. Isso porque o agricultor iniciou a produção com experimentações e de metro em metro expandiu o cultivo. "Comecei com hortaliças, avancei nos temperos. Arrisquei legumes, frutas. Idealizei o cultivo de tomates. Perdi várias safras, mas acho que este ano terei uma boa colheita", diz ele.
Atualmente mantém 10 mil metros quadrados da propriedade para a produção de 12 culturas de orgânicos e conta com a ajuda de três funcionários. "Cultivar alimentos sem o uso de agrotóxicos é uma tarefa difícil. Um descuido e a safra é perdida. É preciso acompanhar de perto, é preciso paciência", detalha.

Custo e burocracia

Segundo o aposentado, a falta de proteção dos orgânicos às pragas e doenças, exige determinação no cultivo. "Pelo que percebi aqui, a planta demora a se acostumar ao clima e a resistir às pragas. É preciso desde esterco natural à aplicação de inseticidas naturais, à base de alho e pimenta, por exemplo", explica ele.
O que numa plantação convencional poderia ser feito por apenas uma pessoa, na propriedade de Magagna exige o empenho e dedicação de um grupo. "Com os orgânicos, a colheita demora mais que o convencional, os alimentos não crescem com rapidez. Por isso demanda mão-de-obra e encarece o produto final", afirma o agricultor que também reclama do custo e da burocracia para obter a certificação do governo federal. "O valor encareceu o processo. Penso que para muitos pequenos produtores, a certificação inviabiliza o processo", opina.
Tanto que para comercializar seus produtos, Magagna faz parte da Cooperativa dos Produtores de Alimentos Diferenciados (Copad) de Araçoiaba da Serra e Capela do Alto, que conta com cerca de 80 produtores, sendo três deles de orgânicos. "Eu vendo meus produtos à cooperativa, que por sua vez revende. A cooperativa mantém parceria com o Programa Fome Zero, do governo federal", afirma. Ele também colabora com a barraca da entidade na feira da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) de Sorocaba, que acontece às quartas e sábados. No local, os produtos orgânicos são, em média, 100% mais caros que os convencionais. "Porém, quando tenho muita demanda e com risco de perda, tenho de vender os produtos como convencionais, infelizmente", assume ele, explicando que faz isso para evitar o desperdício.


Fonte: http://portal.cruzeirodosul.inf.br

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Produção de alimentos orgânicos diminuiu em Sorocaba

A falta de incentivos de todos os tipos, inclusive da desburocratização para regulamentação e a ausência de conscientização dos consumidores, tem inibido a produção de alimentos orgânicos em Sorocaba e região. Em 2009, o Sindicato Rural local contava com oito produtores na sua área de abrangência, num total de quatro cidades, mas hoje tem apenas um registro, uma fazenda na Serra de São Francisco que produz hortaliças. Já a Secretaria Estadual da Agricultura não tem nenhum levantamento preciso, mas estima que existam cerca de 200 agricultores divididos nas 19 cidades que abrange, com a maioria deles concentrada em Ibiúna.
Porém, a exemplos de outros países do exterior, como a Alemanha, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) pretende mudar o quadro brasileiro ainda neste ano, estimulando o crescimento e a organização do setor, que soma atualmente apenas 15 mil agricultores no País.Segundo o Mapa, desde 1º de janeiro de 2011, os produtores de alimentos orgânicos precisam ter selo do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica (SiSOrg) para a comercialização dos produtos, uma forma de padronizar e organizar a produção e o comércio dos orgânicos. Essa normatização restringiu o desempenho de pequenos produtores, principalmente porque a certificação é paga, cerca de R$ 2 mil ao ano. Mas ainda assim, o governo federal aposta no setor. O desejo, entre outros, segundo informações do Mapa, é fazer do país a referência em produtos biológicos de controle de pragas, com a criação, inclusive, de uma delegação de especialistas para discutir o tema junto da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Além disso, as leis brasileiras abriram uma exceção à obrigatoriedade de certificação dos produtos orgânicos para agricultura familiar, que hoje pode vender os orgânicos diretamente aos consumidores finais. Mas para isso os agricultores precisam estar vinculados a uma Organização de Controle Social (OCS). Porém, a prática têm sido difícil aos produtores locais. Segundo o presidente do Sindicato Rural de Sorocaba e Região, Luiz Antônio Marcello, sete agricultores espalhados entre Sorocaba, Salto de Pirapora, Votorantim e Sarapuí deixaram de produzir alimentos orgânicos devido às exigências e custo da certificação, além de ausência de incentivos, como políticas de redução de impostos para a área rural, projeto de melhor uso da água na agricultura, parceria entre produtores e Prefeituras para uso dos produtos na merenda escolar e feiras segmentadas.
"Existe muito ainda a ser feito para a conscientização coletiva de que o produto orgânico, apesar de mais caro, é mais benéfico à saúde - inclusive dos agricultores -, que não precisam ter contato com agrotóxicos. Mas o que percebemos também é que os governos ainda não desenvolveram políticas efetivas para o setor", afirma ele. Isso porque, além da dificuldade de custear a certificação, a produção orgânica depende mais do agricultor do que a convencional, que tem uma colheita mais rápida e menos chances de perda. "A agricultura tradicional não depende exclusivamente do homem como na orgânica, que precisa ser zelada justamente porque não utiliza-se agrotóxicos para acabar com pragas. Os alimentos orgânicos são mais sensíveis. Por isso, a produção exige mais mão-de-obra, o que encarece em até 15% o produto", observa ele, que acredita em propostas de incentivo como a do governo paranaense, de melhor utilização da água e baixo custo aos agricultores.
"Em Sorocaba não existe mais área rural. O imposto nestes locais é de área urbana. O mesmo acontece com a água, enquanto no Paraná o governo desenvolveu uma proposta voltada ao agricultor e reduziu seus custos", defende. Além disso, o sindicalista destaca que nos últimos quatro anos o sindicato rural desenvolveu oito cursos profissionalizantes e de gestão voltados ao produtor de orgânicos. "Havia um projeto de uma feira exclusivamente com produtos orgânicos. Não sei o que aconteceu, mas não saiu do papel", desabafa. Marcello tem como sugestão uma parceria entre os produtores e as Prefeituras para merenda escolar. "É fácil resolver e essas crianças precisam se alimentar bem. Uma forma de fazer isso era comprar os orgânicos para a merenda. Seria uma forma de manter o produtor no campo, já que essa cultura é mais desenvolvida no âmbito familiar", acredita ele, que também pondera, "mas o produtor também precisa se organizar e investir. O cultivo é demorado e exige planejamento". A Prefeitura de Sorocaba informou, por sua vez, que ainda tem interesse no setor e que há projeto, ainda sem previsão, de desenvolver o comércio de produtos orgânicos no Mercado Distrital, que está sendo reformado.


Fonte: http://portal.cruzeirodosul.inf.br

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Estufas de cultivos orgânicos começam a ser implantadas em Campo Grande

Com objetivo de reduzir perdas na produção de orgânicos, estufas de cultivo produtivo estão sendo implantadas em Campo Grande. A primeira foi montada hoje (19) no pólo de orgânicos.A Prefeitura da Capital, por meio da parceria de sucesso firmada entre a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia,Turismo e do Agronegócio (Sedesc), Fundação Banco do Brasil, Sebrae, Organocoop já doaram a cinco produtores de orgânicos da Capital, estufas que propiciam o cultivo protegido.
De acordo com informações da Prefeitura, também serão instaladas estufas nos assentamentos Nova Era (duas), uma no Conquista e uma no Rochedinho. Já existem 10 em funcionamento no município de Sidrolândia e, com as que serão instaladas em Campo Grande, o Estado terá no total 23 estufas de cultivo protegido.


Fonte: http://www.capitalnews.com.br

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Vendas de produtos orgânicos devem crescer cerca de 13% em Teresina

A consciência das pessoas para uma alimentação mais saudável vem fomentando o crescimento das vendas de produtos orgânicos que movimentam cerca de R$ 500 milhões ao ano. Para este início de ano, grandes redes de supermercados esperam um aumento de 13% nas vendas de produtos orgânicos em Teresina.
Em sucos prontos, a rede GPA, por exemplo, trabalha com algumas marcas em diversos sabores, com destaque para os sucos especiais, disponíveis em sabores inusitados, como açaí e cranberry, trazendo um diferencial de sabor ao consumidor. Os mais consumidos são as embalagens de 1,5 litro e 200ml, ideais para o consumo em família e o lanche da tarde. A expectativa da categoria para esta estação é crescer 13% em vendas se comparado ao mesmo período do ano passado.
O GPA também apresenta uma solução completa em sucos para este verão. Cultivados sem agrotóxicos e adubos químicos, os alimentos representam uma relação harmoniosa com a natureza e trazem mais saúde à mesa do consumidor. São 25 variedades dos mais diferentes sabores: tangerina, laranja, maracujá, maçã e amora, com preços em até R$ 19,99.
O outro fator favorável ao setor, considerado pelos especialistas, foi a aprovação da nova lei dos orgânicos no início do ano tornando obrigatória a certificação dos produtores junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Segundo recente avaliação do Mapa, apenas 5,5 mil produtores orgânicos estão de acordo com as novas regras. O número é muito abaixo, já que o País reúne de 15 mil a 20 mil produtores.


Fonte: http://www.cidadeverde.com

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Produtores do PAIS são referência na venda de produtos orgânicos em Feira Livre

Cerca de 40 produtores do programa de Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (Pais), desenvolvido pela Prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria Municipal de Agricultura (Semagric), estiveram reunidos nesta terça-feira, 17, para discutir a reorganização do fornecimento de produtos da Feira Livre que acontece todos os domingos no espaço dos produtores, situado na Rua Rogério Weber. O fato é que os agricultores conseguiram espaço garantido na preferência dos freqüentadores da feira e a procura pelos produtos de cultivo orgânico tem sido alta.
Clarisse Braga da Semagric, conta que os produtores começaram a vender os alimentos em novembro do ano passado. “A princípio os alimentos são expostos a cada 15 dias, no entanto muitos freqüentadores não querem esperar tanto tempo. Nós faremos uma exposição intercalada. Será uma escala, na semana em que um grupo vai expor, o outro está preparando a sua horta”, afirma.
Ruslan Magalhães Abreu, presidente da Associação dos Produtores Orgânicos, explica que a mudança dos produtos de químicos para orgânicos é crescente em todo o país e que o comprometimento dos produtores tem sido o sucesso dessa aposta e uma nova fonte de renda. “A secretaria de agricultura nos deu toda a estrutura para que produzíssemos alimentos saudáveis para a nossa família. Crescemos ao ponto de produzir para vender na Feira Livre, para um grande supermercado, entre outros. Estamos nos organizando e procuramos fazer as coisas com responsabilidade para não nos comprometermos em fornecer e não termos condições de cumprir com o combinado”, conta Ruslan.
Segundo Hidelbrando Antunes Júnior, ficou definido pela maioria dos produtores que estes ainda não têm condições de produzir semanalmente. “Com a adesão de novos produtores nos meses de março e abril teremos maiores condições de todos estarem expondo.No entanto temos seis destes produtores podem estar no local periodicamente e eles tem espaço garantido”, disse Hidelbrando.Participaram da reunião os representantes do Sebrae e Emater que são parceiros do PAIS, na capacitação dos produtores sobre empreendedorismo e na assessoria técnica.


Fonte: http://www.rondoniaovivo.com

domingo, 15 de janeiro de 2012

Entidades fortalecem produção de orgânicos em Goiás

O mercado de alimentos orgânicos em Goiás ainda é tímido, mas registra crescimento na oferta e demanda nos últimos dez anos. Um dado do Sebrae em Goiás mostra o interesse do trabalhador em produzir alimentos sem o uso de agrotóxicos. O número de produtores cadastrados para comercializar orgânicos no estado quase quadruplicou de 2002 a 2011: passou de 20 para 68. A estimativa de área plantada, atualmente, é de 200 hectares, considerando hortaliças, frutas e raízes.
Para manter o quadro de progresso, cooperativas e entidades foram criadas no estado para auxiliar o produtor, do cultivo ao comércio de orgânicos. Elas também mostram os benefícios ambientais, sociais e nutricionais desse tipo de alimento. Um exemplo é o trabalho desenvolvido pela Associação para o Desenvolvimento dos Alimentos Orgânicos de Goiás (Adao Goiás). Criada em 1999, a entidade baseou suas atividades numa experiência de sucesso desenvolvida em Fortaleza, onde existe uma associação com o mesmo nome e voltada para o estímulo e a prática da agricultura orgânica.
A Adao Goiás possui cerca de 60 associados ativos, formada por produtores e consumidores. Segundo seu presidente, Mariano Alejandro Parejo, atende pessoas conscientes do impacto da agricultura no meio ambiente. A meta da entidade é desenvolver canais de comercialização, aproximando os associados, e promover comércio justo entre consumidores e produtores.Mariano considera que a Adao deve vencer desafios por ser uma corrente ainda pequena na agricultura geral. “Existem dificuldades, desde a falta de técnicos na área até na hora de financiar projetos, pois alguns planos não se encaixam nos padrões da agricultura convencional”, enfatiza.
Projeto Goiás Orgânico
Em 2008, o Sebrae realizou evento em Goiânia para assinatura de um pacto chamado Projeto Goiás Orgânico, que estabeleceu objetivos como aumentar a produtividade e a qualidade do orgânico no estado. Nessa época, a Cooperativa Goiás Orgânico foi idealizada. Nasceu da união de propostas de produtores para comercializar conjuntamente e trocar informações.“Formamos um conjunto composto por pessoas de perfis diversos, mas com interesses similares, preocupadas com a qualidade de vida, com o meio ambiente, com a sustentabilidade e com os princípios que norteiam quem produz alimentos orgânicos”, ressalta Ester Galvão, da diretoria da cooperativa.


Fonte: http://www.tosabendo.com

sábado, 14 de janeiro de 2012

Improcrop conquista selo IBD em mais três produtos

NemOut™, Compost-Aid® e Soil-Set® são os três produtos que agora estão certificados pelo IBD – Instituto Biodinâmico de Desenvolvimento Rural. Junto com o Agro-Mos® e Crop-Set™ a nova certificação busca ajudar ainda mais os produtores interessados na agricultura orgânica, já que os alimentos tratados com esses produtos se encaixam nessa categoria. Outra grande vantagem do selo é o fato dele abrir as portas para produtores que pensam em exportar, isso porque o IBD é reconhecido em vários países, entre eles Japão, Estados Unidos, Canadá e União Européia.

Processo

Quem explica todo o processo para obtenção do selo é a Bacharel em Química e Gerente de Qualidade da Improcrop, Graziela Silva. Ela conta que o primeiro passo é entrar em contato com o IBD para solicitar o formulário e preencher com todos os dados da empresa, os produtos fabricados, e para aqueles que vamos pedir a certificação, é necessário descrever todo o processo de produção, qualidade e suas matérias-primas. “Após a entrega e análise de todos os documentos, o IBD encaminha o contrato para assinatura e após tudo isso é solicitada a inspeção na empresa”, conta. Graziela explica que essa é a parte mais burocrática, já que é verificada toda a documentação, laudos, procedimentos de qualidade e planilhas de produção, além da vistoria que acontece na fábrica para certificação. “Para que a certificação seja aceita, os produtos não deverão conter em sua formulação nenhuma matéria-prima que derivada de produtos geneticamente modificados ou tenha um potencial de contaminação alimentar ou ambiental”, explica.

Benefícios


Essa vitória acontece após uma série de mudanças e empenho de toda a equipe Improcrop, comprometida sempre com o meio ambiente e também com o consumidor final, grandes beneficiados dessa conquista. “O principal beneficio que o selo nos trás é poder atender nossos clientes que produzem exclusivamente produtos orgânicos, facilitando a negociação para outros estados e países”, conta Graziela.
Essa conquista beneficia todo o setor agropecuário, como explica Ney Ibrahim, Diretor Comercial da Improcrop. Para ele, significa o reconhecimento dos esforços em encontrar soluções naturais para a agricultura com qualidade e segurança. “O IBD segue regras rígidas de âmbito internacional para suas certificações e nos orgulhamos de estar respeitando esses critérios na fabricação de nossos produtos”, explica.
Mas não são somente os produtores orgânicos que se beneficiam desta mudança. Ney conta que a certificação dá mais segurança aos produtores convencionais, que “mesmo não tendo a obrigatoriedade de usarem produtos certificados, sabem que o uso dos mesmos traz segurança alimentar para toda população e não oferece nenhum risco à saúde das pessoas envolvidas nos processos produtivos”. Para Leonardo Porpino Alves, gerente técnico da Improcrop, outro destaque importante é o atual cenário da agricultura em todo o mundo. “A procura pela minimização da utilização de agroquímicos acontece em todo o planeta, com isso a existência no mercado de produtos que venham a complementar esta lacuna de maneira natural é extremamente desejada”, conta. Ney também destaca que um dos grandes desafios da agricultura orgânica é a disponibilidade de produtos certificados que auxiliem os processos produtivos, permitindo que os produtores alcancem grandes volumes de produção e qualidade para atender a demanda. “Agora estes produtores podem contar com uma linha de produtos que proporciona estes ganhos de produtividade e qualidade já reconhecidos pela agricultura convencional”, finaliza.Principais benefícios dos produtos:

Compost-aid®

É um inoculante resultante da mistura de enzimas e bactérias especialmente selecionadas que aceleram o processo de compostagem e da produção de biofertilizantes, transformando o esterco e restos vegetais em biomassa natural enriquecida.

• Acelera a decomposição dos materiais orgânicos;

• Promove a ativação microbiológica do solo;

• Melhora o equilíbrio na rizosfera conferindo maior sanidade.

Soil-Set™

É um fertilizante foliar que atua na proteção dos cultivos a partir do fornecimento balanceado de nutrientes complexados por aminoácidos:

• Fonte equilibrada de nutrientes, melhora a sanidade das plantas;

• Auxilia na regulação osmótica minimizando os efeitos do estresse hídrico.

NemOut™

Atua na matéria orgânica estimulando os microrganismos do solo, evitando o desequilíbrio na zona radicular, conferindo maior sanidade às plantas.

• Ativa a flora microbiológica do solo;

• Melhora a sanidade da zona radicular;

• É um produto natural e não provoca desequilíbrio;


Fonte: http://www.paranashop.com.br

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Jasmine lança Papinhas e Purezinhos orgânicos neste verão

Já que comer bem também é coisa de criança, a Jasmine Alimentos, que atua há mais de 20 anos no mercado com alimentos naturais, integrais e orgânicos, amplia a sua linha com o lançamento das Papinhas e Purezinhos infantis orgânicos. Os produtos chegam às grandes redes de varejo e pontos de venda especializados em meados de janeiro, um período de verão e férias que pede mais praticidade nas refeições dos pequenos.
Serão cinco sabores, sendo três opções salgadas – Purezinho de Abóbora, Batata e Milho; Purezinho de Macarrão com Vegetais (Abóbora, Batata, Milho e Brócolis) e Purezinho de Vegetais com Arroz e Quinoa – e duas de frutas – Maçã e Mix de Frutas (Maçã, Pêra e Banana), embaladas em potes plásticos de 113 gramas, que podem ser levados diretamente ao micro-ondas, são 100% recicláveis, sem risco de quebra e livres da substância Bisfenol A.
Além da segurança, facilidade no transporte e armazenamento, os pais – hoje tão preocupados com a origem dos ingredientes que compõe a alimentação das crianças – podem ficar tranquilos em relação à qualidade das Papinhas e Purezinhos Jasmine. O produto é certificado com o selo brasileiro de produto “orgânico” – SISORG – conforme as novas regras de orgânicos do Ministério da Agricultura. Isso significa que é feito com ingredientes selecionados e orgânicos, livres de quaisquer substâncias nocivas à saúde.A Jasmine, que tem como missão e objetivo incentivar a alimentação saudável e integral em todas as fases da vida, agora oferece esta opção também às crianças a partir dos seis meses, com a mesma filosofia e cuidado dos fundadores ao criarem seus filhos e netos.

Beabá da Alimentação

O lançamento das Papinhas e Purezinhos Orgânicos Jasmine vem acompanhado de mais uma novidade. A empresa coloca no ar também o site Beabá da Alimentação, que além de apresentar os novos produtos e demais opções da linha Jasmine para complementar as refeições das crianças, dará dicas de alimentação para os bebês a partir dos seis meses de idade.Estas funcionalidades estão contempladas na primeira etapa do projeto que vai trazer outras surpresas ao longo do primeiro semestre de 2012, como um fórum exclusivo para que os pais e mães possam trocar ideias e experiências sobre todas as fases de desenvolvimento dos bebês. Os interessados poderão preencher o cadastro disponível na página inicial do site e receber as notícias em primeira mão.


Fonte: http://www.paranashop.com.br

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Governo incentiva a produção de alimentos livres de agrotóxico

A presidente Dilma Roussef afirmou hoje (03/01), na coluna "Conversa com a presidenta" que o governo tem se esforçado para incentivar a produção de alimentos livres de agrotóxicos no país, com políticas específicas de incentivo à produção e o consumo de alimentos saudáveis. Um dos programas citados pela presidente é o Pró-Orgânico, do Ministério da Agricultura, que incentiva a conversão da produção para sistemas orgânicos, com projetos que viabilizam insumos e tecnologias apropriadas.
A inclusão de produtos orgânicos no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do Ministério do Desenvolvimento agrário, e no Programa de Alimentação Escolar (PNAE), do Ministério da Educação, também foram citados pela presidente como ações do governo.
“O próprio governo compra dos produtores alimentos sem agrotóxicos. Temos o Pronaf Agroecologia, com linha de financiamento para o agricultor familiar que quer investir nesse segmento. Realizamos também a campanha Semana do Alimento Orgânico, em vários estados, informando sobre os benefícios ambientais e nutricionais desses alimentos. O resultado de todas essas ações é que o consumo de alimentos livres de agrotóxicos tem crescido cerca de 20% a cada ano.”


Fonte: http://www.jb.com.br

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

VI Congresso Europeu de produtos orgânicos

O grupo IFOAM EU, em cooperação com a Organic Denmark, anunciou o VI Congresso Europeu de orgânicos em Copenhague, na Dinamarca, de 17 a 18 de abril de 2012. São esperados 200 participantes, incluindo palestrantes de alto nível da Comissão Européia, Parlamento Europeu e o setor da agricultura orgânica européia, o VI Congresso Europeu orgânico, terá lugar num momento crucial em tempo para o debate sobre a futura política agrícola comum (PAC). Durante o Congresso decisões moldarão os sistemas alimentares europeu para o futuro, que incluirão discussões entre o parlamento europeu, o Conselho de Ministros sobre a política agrícola comum 2014 - 2020 com base nas propostas apresentadas pela Comissão em outubro de 2011.
Além disso, serão analisados os desafios para o futuro alimentar, como a mudança climática, a escassez dos recursos naturais e mudanças sócio-econômicas na procura de zonas rurais progressiva nas políticas e práticas de exploração.
O VI congresso europeu orgânico abordará a mudança política necessária para alcançar uma PAC mais verde, mais inteligente, mais justo para o futuro e uma melhora na disponibilidade de forma sustentável, produzindo alimentos mais seguros para os consumidores, assegurando simultaneamente a credibilidade da certificação de sistemas de exploração sustentável.


Fonte: http://www.organic-congress-ifoameu.org
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