segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

leite orgânico Fazenda Timbaúba

A Fazenda Timbaúba, uma das poucas produtoras de leite orgânico no Brasil, localiza-se na região do semi-árido nordestino, com mil hectares distribuídos em quatro áreas nos municípios de Cacimbinhas e Dois Riachos, Alagoas, e em Iati, Pernambuco, e um rebanho com 500 animais. A produção, que é certificada pelo Instituto Biodinâmico (IBD), gira entorno de 1.800 litros diários, uma média de 13 por vaca. 
Seus produtos, antes comercializados apenas na região de Alagoas, agora podem ser encontrados também no Rio de Janeiro. Trabalhando na produção leiteira desde a década de 50, foi nos anos 2000 que a Fazenda Timbaúba ingressou no segmento orgânico e, quatro anos depois, em 2004, lançou a Timbaúba Orgânicos. A empresa, que comercializa produtos lácteos orgânicos, possui sete linhas de produtos, que demandam 25 mil litros de leite por mês para serem produzidos, dentre os mais vendidos estão: leite integral, desnatado, iogurte de morango e manteiga. 


Fonte: Sociedade Nacional de Agricultura

domingo, 30 de dezembro de 2012

Iogurte orgânico Glenisk


Cresce o número de vendas de iogurtes orgânicos das empresas Glenisk e Danone. A companhia irlandesa Glenisk anunciou que as vendas de seu iogurte orgânico tiveram crescimento de 27% e arrecadação de 14 milhões de euros em 2011. A companhia controla agora 90% do mercado de iogurte orgânico da Irlanda. Sua participação no mercado global desse item mais que duplicou desde 2008, e agora, atinge a marca de 11%.Através da unidade Stonyfield Farm, a empresa francesa de lacticínios Danone, detém, uma parte minoritária desse negócio. Lançada há cinco anos, a marca da Danone, Les 2 Vaches, de início, encontrou dificuldade para ingressar no mercado dos grandes varejistas. Em 2011, a marca Les 2 Vaches elevou sua arrecadação em vendas para o valor de 20 milhões de euros, atingindo assim, a quota de 16% do mercado francês de iogurtes orgânicos. 


Fonte: Organic-Market.Info

sábado, 29 de dezembro de 2012

Organique Energy Drink, um energético orgânico à base de erva-mate, guaraná e açaí

Em 2007, aos 24 anos, João Paulo Sattamini concluiu seu curso de Master of Business Administration (MBA) na Espanha. O projeto de conclusão de curso foi um café orgânico, classificado como o melhor entre os outros trabalhos acadêmicos. Nascia aí o embrião para sua criação futura: o Organique Energy Drink, um energético orgânico à base de erva-mate, guaraná e açaí. Após o curso, João passou três meses meditando na Índia quando teve um insigth sobre sua próxima criação. "A viagem foi mais espiritual e holística do que qualquer outra coisa. Mas caiu a ficha de que eu deveria fazer um produto que fizesse bem para as pessoas e tivesse um impacto positivo no mundo", conta. Segundo ele, os alimentos orgânicos fazem bem, pois preservam a biodiversidade, e ainda são saudáveis. "Foi a filosofia do carma, que diz que o que você faz volta pra você, que me influenciou na tomada de decisão por um produto assim", explica o idealizador. 
Para viabilizar a criação de um produto orgânico no Brasil, João estudou bastante. "Em 2008, quando voltei da Índia, o mercado de orgânicos na Europa e nos Estados Unidos já gerava milhões de dólares e no Brasil estava apenas engatinhando", lembra. Após desenvolver a fórmula ¿no panelão de casa¿, como ele mesmo conta, contratou uma equipe de engenheiros de alimentos e químicos e desenvolveu o conceito. João criou a empresa Brasil Beverages em 2009, com sede em Porto Alegre e produção em Santa Maria (RS). Para facilitar a logística, também foram criados centros de distribuição em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. 

A empresa 

Embora a empresa tenha três anos, seu primeiro produto, o energético entrou há quatro meses no mercado com planos ambiciosos: pretende faturar R$ 10 milhões no primeiro ano e R$ 50 milhões no terceiro ano. A abertura de lojas não faz parte do plano de expansão da Brasil Beverages. Por enquanto, João pretende aumentar o alcance no Brasil e no exterior. "Acabamos de entrar no mercado baiano, mas pretendemos focar no Rio de Janeiro, onde há muito que ser feito, e nas outras capitais", diz. A propagação ainda contempla países como Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Dinamarca, Holanda, Japão e China. Para o verão, novos produtos serão lançados. Em janeiro, deve começar a comercialização de uma linha de chás-mate, também orgânicos, nos sabores limão e pêssego. 


 Fonte: http://invertia.terra.com.br/

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Primeira linha de maquiagem orgânica e vegana está à venda no país

Já ouviram falar em maquiagem orgânica e vegana? Pois a novidade existe e já está à venda no mercado brasileiro, há cerca de dois anos. A empresa Alva Brasil, com sede em Joinville (SC), é a responsável pela importação e distribuição dos produtos inovadores, certificados pela Ecocert e Vegan, de origem europeia.A linha de maquiagem orgânica e vegana da Alva Brasil, fabricada na Alemanha, é pioneira no país. O diferencial é o fato dos produtos serem fabricados a partir de matérias primas 100% naturais e orgânicas, não possuírem em suas fórmulas nada que seja de origem animal, e não serem testados em animais.
Maquiagem orgânica significa que os produtos vegetais utilizados em sua composição são provenientes de plantações sustentáveis, isto é, não utilizam agrotóxicos, nem métodos que agridem o meio ambiente. Também quer dizer que em suas fórmulas há minerais naturais como mica, óxido de zinco, óxido de ferro, dióxido de titânio, entre outros, que fornecem pigmentos e também proteção solar e efeitos anti-inflamatórios. Não há, em sua composição: chumbo, alumínio, óleo mineral e derivados de petróleo.
Os produtos da Alva Brasil, tais como batons, pós faciais, sombras, máscaras para cílios, bases, glosses, entre outros itens, são totalmente isentos de aditivos químicos como álcool, corantes, aromatizantes, parafinas, conservantes, parabenos, produtos OGM (origem geneticamente modificados), etc – tão comuns em cosméticos convencionais industrializados. Na medida do possível, a marca adquire embalagens e serviços regionais e reduz o uso de materiais descartáveis em seus produtos, respeitando assim um dos princípios de sustentabilidade. 

Fonte: http://www.correaneto.com.br/

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

No Brasil, poucos derivados de frango e suíno têm certificado de bem-estar animal

O abate de frangos e suínos registrou no primeiro trimestre de 2012 o maior aumento desde o ano 2000, informou o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Foram 830,1 mil toneladas de suínos e 2,9 milhões de toneladas de frango. Desses, poucos produtos finais têm certificação de bem-estar animal.Uma das únicas empresas certificadas no país, a Korin Agropecuária, foi responsável pelo abate de 4 milhões de frangos no ano todo. Pelo peso médio nacional, isso equivale a 8,6 mil toneladas, ou 0,3% do total da produção do trimestre.Frangos e suínos são as criações que menos seguem as regras internacionais de bem-estar. A fim de aumentar a produção, os animais seriam confinados em ambientes apertados, sem luz natural e submetidos a alimentação excessiva para ganhar peso mais rapidamente. Essas práticas interferem na qualidade do produto que chega à mesa do consumidor. 
No Brasil, segundo especialistas, as práticas de bem-estar ainda são pouco conhecidas, mas passam a ser exigidas pelos compradores, cada vez mais preocupados com a saúde.A Korin foi a primeira empresa a produzir frango seguindo normas de bem-estar em escala industrial no Brasil. A empresa cria os animais sem o uso de antibióticos, oferece no mínimo seis horas de descanso no escuro por dia - as aves em criação intensiva são expostas à luz artificial 24 horas por dia a fim de acelerar o metabolismo e promover o crescimento mais rápido - e alojam as aves em galpões respeitando limites de lotação, para que possam se movimentar.“A adoção de práticas de bem-estar animal proporciona a redução dos índices de condenação, melhor qualidade do produto final e a conscientização dos consumidores [sobre] os cuidados adotados no trato e abate dos animais, uma vez que o selo da certificação é colocado nos rótulos dos produtos”, explica a coordenadora de Produção Animal da Korin, Leikka Iwamura. Segundo ela, a empresa pretende expandir a produção para as carnes suína e bovina no próximo semestre.
Para a normatização, a empresa recorreu à Humane Farm Animal Care (Hfac), certificadora norte-americana, que estabelece como os animais devem ser criados. No Brasil, existe apenas uma certificadora, a filial da francesa Ecocert, que também segue as normas da Hfac. A empresa tem apenas cinco clientes na área animal contra 5 mil produtores de orgânicos certificados.“Esse número [cinco clientes] não vem crescendo. Muita gente pergunta, mas não temos um aumento no pedido de certificações. O nível de adesão em países europeus e nos Estados Unidos é bem maior. O bem-estar animal é bem mais estudado e exigido nesses países”, diz o diretor-geral da Ecocert Brasil, Luiz Mazzon. Segundo ele, nos Estados Unidos está disponível um aplicativo capaz de localizar restaurantes que vendem carne certificada. “O assunto aqui só vai começar a deslanchar com o interesse do consumidor”, acrescenta.O interesse existe, mas os consumidores muitas vezes não sabem como exigir o bem-estar animal e acabam deixando de comer carne completamente. 
A estudante Giulia Batelli é vegetariana há um ano, desde que assistiu a um vídeo sobre sofrimento animal. Ela admite que até hoje está se adaptando e acredita que ainda não se alimenta bem. Sente falta de carne, mas se recusa a comprar de grandes produtores que não têm certificação. Os alimentos certificados são difíceis de encontrar e caros.Além da falta de certificação, há produtores de criação intensiva que divulgam fotografias e ilustrações de animais em pastos, ao ar livre, quando não é esse o modo de produção. Não há no país exigência de que se divulgue no rótulo o modo de criação do animal. Assim, a divulgação de fotografias pode induzir a erro.“Às vezes, o produto não é transgênico em si, mas a galinha, por exemplo é alimentada com ração que contém transgênico. Isso altera o produto final, mas não vem no rótulo”, explica o diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), José Geraldo Tardin.
O consumidor que se sentir lesado deve fazer uma denúncia na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que pode ser feito pela internet. A partir daí, o produtor deve ser submetido a uma inspeção. O consumidor pode também registrar um boletim na Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), que o submeterá à perícia da Polícia Civil. Após esses laudos é possível promover ação na Justiça por dano material ou moral. 


Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Pão de Açúcar inicia comercialização do primeiro Camarão Orgânico Brasileiro

O crustáceo é criado em águas 100% salgadas no Estado do Ceará utilizando apenas alimentação natural (microalgas desenvolvidas em laboratórios pela própria Nutrimar) e sem o uso de nenhum tipo de medicamento e conservante. “Isso determina que o produto final apresente coloração, textura, odor e, principalmente, sabor diferenciado. Uma opção de camarão mais gostosa e, acima de tudo, saudável”, comenta Fabricio Ribeiro, Diretor Comercial da Nutrimar. Nesse processo, o produto fica com aproximadamente 20% menos água, o que deixa os nutrientes concentrados e resulta em uma carne mais saborosa. Segundo o executivo, a parceria com o Pão de Açúcar foi um processo natural. 
“A rede é referência em alimentação orgânica no país e está em sinergia com nossos valores de oferecer produtos de qualidade e saudáveis aos consumidores”. Pioneiro na comercialização de orgânicos no país, o Pão de Açúcar possui em suas lojas cerca de 750 itens orgânicos cadastrados e com o camarão inaugura a expansão da categoria para a peixaria. “Disponibilizamos uma variedade de soluções para todos os momentos do dia a dia: desde legumes e verduras, passando por lacticínios, bebidas, cereais, carnes e pães. Nossos clientes estão acostumados a encontrar produtos orgânicos nas lojas e buscavam também uma alternativa na peixaria”, comenta Sandra Caires, Gerente Comercial do Pão de Açúcar. O brasileiro tem procurado uma alimentação mais saudável e orgânica. 
Segundo pesquisa divulgada no dia 15/8 pelo Ministério do Meio Ambiente, 85% dos consumidores se declararam mais propensos à compra de produtos se forem fabricados sem agredir o meio ambiente, como é o caso dos orgânicos. Além disso, outros 81% afirmaram ter maior interesse em um produto cultivado organicamente. Foram ouvidas 2.201 pessoas entre os dias 15 e 30 de abril nas cinco regiões do país. Um levantamento recente da Abras (Associação Brasileira de Supermercados) divulgou que em 2011 a comercialização de orgânicos cresceu 8% nos supermercados do país, atingindo R$ 1,1 bilhão. Apenas no Pão de Açúcar, a venda de orgânicos cresce anualmente cerca de 30%. 


Fonte: http://www.midianews.com.br

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Marca exclusiva do Pão de Açucar, Taeq, lança linha de Sucos Orgânicos

Taeq, marca exclusiva do Grupo Pão de Açúcar, lança este mês uma linha completa de sucos e néctares orgânicos. Nos sabores Goiaba, Laranja, Limonada e Manga, o lançamento pode ser encontrado nas redes Pão de Açúcar e Extra. A novidade vem para incrementar o portfolio de orgânicos Taeq, que ganhou reforço nos últimos 12 meses com os lançamentos das primeiras linhas de Iogurte e de queijos, além do suco orgânico de uva bordô. Os produtos são encontrados em modernas embalagens de 1 litro e estão prontos para consumo. A linha possui em sua composição suco concentrado ou polpa de frutas orgânicos, além de açúcar também orgânico. 
Todos os sabores são 0% glúten.Referência em alimentação saudável, Taeq possui uma extensa linha orgânica, com sortimento em produtos como chás, cafés, verduras, legumes, azeite, palmito, quinua, e geleias. Cultivados sem agrotóxicos e adubos químicos, os alimentos orgânicos representam uma relação harmoniosa com a natureza e trazem mais saúde e sabor à mesa do consumidor. Além disso, a procura tem crescido – no Pão de Açúcar, pioneiro na comercialização de orgânicos - a categoria cresce cerca de 30% em vendas anualmente.Pesquisa divulgada este ano pelo Ministério do Meio Ambiente, revelou que 85% dos consumidores se declararam mais propensos à compra de produtos se forem fabricados sem agredir o meio ambiente, como é o caso dos orgânicos. Além disso, outros 81% afirmaram ter maior interesse em um produto cultivado organicamente. Foram ouvidas 2.201 pessoas nas cinco regiões do País. 

Fonte: http://180graus.com

domingo, 23 de dezembro de 2012

Renda é fator decisivo para a compra de alimentos orgânicos

O aumento da renda familiar do brasileiro está ligado diretamente ao consumo de alimentos orgânicos, revela estudo feito pela Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo). De acordo com o levantamento, o nível de renda é fator relevante para o consumo de alimentos orgânicos. Além disso, o estudo mostra que esse aumento do consumo de orgânicos acontece, principalmente, em residências em que o chefe ou responsável é do sexo feminino e também existe um maior consumo por pessoas acima de 60 anos. No entanto, evidencia a reduzida quantidade (média) disponível de alimentos orgânicos para a totalidade das famílias brasileiras”, comenta a professora do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição, Marina Vieira da Silva. 
O estudo também revela que a busca por alimentos provenientes de sistemas de produção mais sustentáveis, como os métodos orgânicos de produção, é uma tendência que vem se fortalecendo mundialmente. Tipo de alimento Quando começam a consumir mais produtos orgânicos, cada região brasileira tem como destaque um nicho específico de alimentos. “Com relação aos grupos alimentares, merece destaque a maior participação dos Laticínios, especialmente para as famílias moradoras nas áreas rurais da região Sul. 
Para a região Centro-Oeste, no entanto, foram identificados os valores (médios) que superaram as médias nacionais e aqueles obtidos para as demais regiões para os grupos de Aves e Carnes. Verifica-se que o consumo de alimentos orgânicos de origem animal se destacou em relação aos produtos considerados relativamente mais baratos, tais como frutas e vegetais”, aponta a economista doméstica Edinéia Dotti Mooz. 


Fonte:http://www.infomoney.com.br

sábado, 22 de dezembro de 2012

Orgânicos ganham espaço no mercado internacional

Temas como a qualificação técnica de jovens agricultores familiares e a formação inicial e continuada de jovens, adultos e de agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) estão entre as prioridades do ministério que pretende, até 2015, ter mais de 100 mil técnicos e agricultores preparados para trabalhar com esse mercado. A Coopaflora, cooperativa que atua apenas com alimentos orgânicos, estabelecida no município de Turvo, no Paraná, aproveitou os benefícios das ações do ministério. Com uma produção inicial de 14 toneladas, em 2006, a Coopaflora fechou 2011 com 92 toneladas de produtos orgânicos. A partir de então, o grupo começou a vender para mercados estrangeiros, além do Brasil inteiro. 
Hoje seus produtos – condimentos, chás, ervas aromáticas e erva-mate – podem ser encontrados na Europa, em países como França, Suíça e Alemanha. Para o ano a meta são os EUA.Para a cooperativa, nesta caminhada, o apoio do MDA foi essencial. O acesso aos programas de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e de Aquisição de Alimentos (PAA), bem como técnicas de cultivo e manejo oferecidas pela Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), asseguraram a estruturação dos cooperados.
O agente de mercado e também representante da Coopaflora, Henrique Vinicius Eurich, conta que o cuidado com a preservação do meio ambiente sempre foi uma necessidade. Produtor de plantas medicinais há mais de 20 anos, um dia percebeu que para se conservar as áreas de floresta nativa situadas no interior de pequenas propriedades rurais só havia um caminho: aquele em que o produtor pudesse tirar seu sustento a partir da mata, preservando-a para que se tornasse uma fonte de renda permanente. Em sua opinião, “as pessoas buscam cada vez mais viver em um mundo sustentável.” 

Espaço para crescer 

Embora praticamente todas as regiões do País tenham uma produção orgânica ou agroecológica, “o Sul e o Sudeste encontram-se mais adiantados quando o assunto é organização para os mercados”, comenta Arnoldo Campos, diretor do Departamento de Geração de Renda e Agregação de Valor do MDA. Para ele, “temos um espaço fantástico para desenvolver e a Agricultura Familiar tem aí a grande oportunidade para se inserir e consolidar como produtora, processadora e comercializadora neste segmento de mercado”. Segundo registro foi feito pelo Censo Agropecuário 2006, divulgado em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 80% da produção orgânica do País são oriundas dos agricultores familiares. O desenvolvimento do setor mostra-se crucial para o crescimento da produção agrícola brasileira, oferecendo ótimas oportunidades de negócio para os agricultores familiares. O mercado de produtos orgânicos movimenta hoje, no Brasil, aproximadamente, meio bilhão de reais e cresce entre 15% e 20% ao ano. Os supermercados, por exemplo, tem aumentado à oferta de produtos orgânicos para atender seus clientes, cada vez mais exigentes no que diz respeito à compra de alimentos social e ecologicamente corretos. O mesmo movimento pode ser percebido em restaurantes também.  

Orgânicos para o futuro 

Para incentivar a produção sustentável o governo federal, no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), oferece vantagens aos agricultores que optarem por usar o sistema agroecológico ou orgânico: o preço pago por produtos com estas características é 30% mais alto do que o valor oferecido aos convencionais. Já o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), executado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, determina que 30% do valor de repasse recebido pela escola seja destinado à compra de produtos oriundos da agricultura familiar, preferencialmente orgânicos. O ministério lançou também a campanha Brasil Orgânico e Sustentável cuja finalidade é incentivar a oferta e o consumo de produtos da agricultura familiar com a marca da sociobiodiversidade. 

Paraná dá o exemplo 

De acordo com os dados da Secretaria de Estadual de Educação do Paraná, o estado foi o primeiro a atingir a meta mínima de utilização da verba destinada à alimentação escolar que hoje alcança 87% das escolas estaduais. No ano passado, 140 escolas de 24 municípios receberam alimentos orgânicos. Em 2012, esse número subiu para 414 escolas em 68 municípios. Em termos quantitativos, foi um salto de nove para 660 toneladas. A tendência é que aumente ainda mais. 


Fonte:http://www.cenariomt.com.br

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Setor de alimentos orgânicos deve crescer 46% até 2014

A procura, cada vez maior, por alimentos sem agrotóxicos, impulsiona o mercado de orgânicos. O setor deve crescer 46% até 2014. Em São Paulo, a procura é grande e o consumidor encontra espaços especializados em produtos orgânicos e até bufê sustentável.Os empresários Geovah Cabral e Luiz Matuguma preparam bufê saudáveis para empresas. São frutas, saladas, cereais integrais, tudo natural. E a maioria dos produtos é orgânica, cultivada sem agrotóxicos.Eles investiram R$ 35 mil no negócio, em 2010. E na onda da sustentabilidade, atendem consumidores cada vez mais conscientes e exigentes.“Hoje, bufê é uma coisa que existe muito, tem muito, mas a gente tem um diferencial que os clientes hoje valorizam que é a pegada da sustentabilidade”, diz Cabral.
Uma das clientes do bufê é Carmen Filippino. Ela é dona de uma empresa de treinamento e, recentemente, contratou a empresa para servir durante um evento sobre qualidade de vida. O custo foi de R$ 63 por pessoa, com lanche e coquetel.“Não pode ir por quanto custa. O diferencial é tão grande... A gente saber que um suco de uva não tem nenhum conservante faz toda a diferença”, avalia Carmen.Entre as opções de comida e bebida, servidas em eventos, estão algumas bem diferentes. Há, por exemplo, um suco de maracujá com couve.“Está muito bom. Eu acho uma ótima ideia. É bom para a saúde e é gostoso também”, comenta a cliente Larissa Trevisan, depois de experimentar a novidade.
Outro prato é o tabule de quinoa. O grão já cozido é misturado com tomate, cebola e pepino picados. A receita ainda leva hortelã e salsa. Um quitute pouco calórico e 100% orgânico.“Nós temos empresas grandes que contratam com a gente porque a gente trabalha com o orgânico, trabalha com a sustentabilidade”, comenta o empresário Matuguma.Dentro das normas de uma empresa ecologicamente correta, o bufê também faz parcerias com organizações não governamentais (ONGs) e projetos sociais. 

Fonte: http://g1.globo.com

sábado, 1 de dezembro de 2012

Idec lança mapa de feiras de produtos orgânicos no Brasil


O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) lançou um site que aponta onde estão as feiras que comercializam produtos orgânicos em todo o país. A ideia da iniciativa é facilitar e estimular a alimentação saudável dos brasileiros. Em enquete realizada em janeiro deste ano, o instituto constatou que 71% dos leitores consumiriam mais alimentos orgânicos se eles fossem mais baratos. Outros 23% optariam por orgânicos se houvesse mais feiras especializadas perto de suas casas. O bom, contudo, é que os alimentos orgânicos vendidos em feiras são bem mais baratos que nos supermercados. 
Segundo o Instituto, a diferença de preços chegou a 463% entre os supermercados (mais caros) e as feiras (mais baratas), como apontou uma pesquisa feita em 2010.A ferramenta estimula o consumo de alimentos saudáveis, torna os produtos orgânicos mais acessíveis e valoriza o pequeno produtor. O mapa permite localizar a feira de produtos orgânicos mais próxima, os dias e horários de funcionamento e quais são os tipos de produtos que são comercializados. Além disso, é possível ver quais são as frutas, verduras e legumes da estação na sua região. Fonte: 


http://br.noticias.yahoo.com

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Produção de vinho orgânico promove saúde e qualidade

A crescente onda de produtos orgânicos e biodinâmicos ganha espaço também no setor do vinho. Durante evento na Fecomercio de São Paulo, produtores defenderam processos de produção mais naturais que não comprometem o solo, elevam a qualidade da bebida e resultam em produtos que agradam aos consumidores."A preocupação atual de quem compra vinho é com a saúde e a qualidade do produto", afirma o produtor francês e importador no Brasil de vinhos biodinâmicos Geoffroy De La Croix. Ele diz que as vinícolas da Europa utilizam cerca de 30 mil produtos químicos diferentes, o que vem preocupando os consumidores. "Aí entra a questão de que você é o que você bebe." Para ser considerado orgânico, o vinho não pode ter adição de produtos químicos em seu processo de produção. O cultivo da uva deve ser feito utilizando apenas substâncias naturais, reduzindo o impacto no meio ambiente e no organismo de quem ingere a bebida. 
Já os biodinâmicos, além de serem orgânicos melhoram o equilíbrio entre todos os organismos do local. Utilizam técnicas que valorizam o solo, as plantas e o aumento da atividade biológica. Esse mercado ainda é recente e pequeno. Segundo Goeffrey, atualmente, a produção orgânica e biodinâmica de vinho movimenta cerca de US$ 60 bilhões por ano. Em 2011 representou apenas 5% da produção mundial da bebida.Mesmo assim, Geoffrey considera que o crescimento da produção tem sido grande. De 2010 para 2011 houve um aumento de 15% na produção do vinho orgânico. E, segundo ele, a tendência é crescer cada vez mais. "Nesse setor, sustentabilidade não é uma questão de marketing, pois melhora o jeito de produzir e não mata o solo que será utilizado nas próximas safras." 
"Nessa atividade, o natural e o sustentável estão em favor da qualidade", diz o enólogo e proprietário da vinícola Família Zuccardi, José Alberto Zuccardi. Para atender a essa nova demanda do mercado, os fabricantes têm de mudar a maneira de produzir. E isso leva tempo. A transição de um cultivo comum para o orgânico leva cerca de três anos. Por isso, para ele, o vinho é um setor de tradição, mas também de inovação."O vinho é consumido de uma maneira diferente de outras bebidas. O consumidor busca algo natural, quer saber a procedência do produto. A industrialização é vista como algo ruim", explica Zuccardi. 

Mercado brasileiro 

No Brasil, a produção desses tipos de vinho ainda é muito pequena. De acordo com o coordenador do Comitê do Vinho da Fecomercio de São Paulo, Didú Russo, são poucos os produtores orgânicos certificados no País e há apenas um pequeno produtor de vinho biodinâmico brasileiro."A indústria brasileira de vinho foi desenvolvida à parte disso. Ela é baseada em tecnologia e produção em larga escala. A mudança virá, mas será lenta", afirma Russo. Para ele, um fator que complica ainda mais essa transição é a falta de incentivo e burocracia imposta pelo governo.O dirigente diz ainda que os consumidores brasileiros estão começando a pedir produtos mais puros e naturais. Principalmente os jovens que, segundo ele, vêm sendo um mercado em ascensão. 

Fonte: http://invertia.terra.com.br

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Alimentos orgânicos podem ter 20 vezes mais nutrientes que os comuns

Os alimentos orgânicos não são achados em qualquer supermercado, mas em Belo Horizonte existem vários pontos onde o consumidor pode encontrá-los. De acordo com a nutricionista Silvana Portugal, eles podem conter até 20 vezes mais nutrientes que o comum. Ela explica que, ao entrar em contato com o agrotóxico, o alimento produz uma defesa que retém os nutrientes. Além de não conter agrotóxicos e ter mais nutrientes, os alimentos orgânicos duram mais na geladeira. Na hora de comprar, o consumidor deve ficar atento com os selos que dão garantia da origem. 


Fonte: http://g1.globo.com

domingo, 28 de outubro de 2012

Frutas orgânicas produzidas no Vale do São Francisco ganham os supermercados do Brasil

Um projeto pioneiro que começou na feira livre do bairro de Areia Branca, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, tem tudo para ganhar o mundo. Trata-se da comercialização de frutas orgânicas produzidas no Vale do São Francisco. Manga, mamão, goiaba, maracujá e uva já chegam até as prateleiras de mercados de capitais como Fortaleza, Recife e em São Paulo. Na capital paulista, por exemplo, as frutas orgânicas do Vale podem ser encontradas na Ceagesp, considerado um dos maiores entrepostos da América Latina. A proposta é de que, aos poucos, as frutas com certificação orgânica possam chegar aos mercados da Europa e Japão. 
De acordo com informações da Codevasf em Petrolina (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba) - órgão que assessora os produtores orgânicos da região - só para ter uma ideia da saída dos produtos regionais, somente neste mês de Outubro, mais de sete toneladas de produtos foram enviados para a Fruitessence, uma empresa especializada no ramo, situada em Fortaleza. De lá, as frutas são direcionadas para outros mercados, como Recife, por exemplo. 
Há uma perspectiva de que ainda neste mês, cerca de 70 toneladas de manga sejam enviadas para a empresa situada na capital do Ceará. “Há a vontade de diversificarmos a produção, com a inclusão de outras culturas, como melão, melancia, goiaba e abacaxi, de uma lista de trinta produtos. Vamos nos reunir ainda este mês com os produtores e colocar essa ideia na pauta. Até o fim do ano já deve ser possível comprar ainda mais frutas orgânicas produzidas no Vale do São Francisco nas capitais do Nordeste”, explica o agrônomo da Codevasf em Petrolina, Osnan Ferreira.    


Fonte: http://ne10.uol.com.br

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Rio Claro é a 1ª Prefeitura do Brasil com certificação de produtos orgânicos

Desde a última segunda-feria (15), a Prefeitura de Rio Claro passou a ser a primeira do Brasil a receber o Certificado de Conformidade para Produtos da Agricultura Orgânica Destinados ao Mercado Interno Brasileiro. O certificado, emitido pela Ecocert Brasil, organismo de certificação de produtos creditado pela Coordenação Geral de Acreditação do Inmetro – CGCRE e credenciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), decorreu de longo período de análise dos produtos da Horta Municipal, assegurando que estão conformes com as regras ditadas pela Lei 10.831/03 e demais instruções normativas correspondentes. A certificação obtida pela Prefeitura de Rio Claro terá validade até 15 de outubro de 2013, podendo ser renovada caso – como se espera – a produção se mantenha dentro dos padrões atuais. A lista de produtos certificados é a seguinte: berinjela, quiabo, pimentão verde, rúcula, alface, almeirão, repolho, couve-flor, couve-chinesa, chuchu, tomate, abobrinha, brócolis, e cenoura – entre as hortaliças – e banana, maracujá, melancia, acerola, abacaxi, laranja e limão, entre as frutas. 
Segundo o secretário de Agricultura, Abastecimento e Silvicultura de Rio Claro, Carlos Alberto Teixeira De Lucca, o certificado da Ecocert Brasil coroa o trabalho persistente da equipe de funcionários envolvida nesse projeto. “Eles se engajaram, criaram as condições para que o projeto fosse adiante, cumpriram todas as exigências indicadas pelos certificadores e o resultado não poderia ter sido outro”, parabenizou. O diretor de Silvicultura da secretaria, Marcos Ary, reconhece que foi uma longa jornada até a confirmação do certificado. 
“É uma conquista muito positiva para o município, para a população e para todas as entidades que recebem os produtos orgânicos da Horta Municipal, agora com um certificado dessa importância e credibilidade para garantir a qualidade das nossas hortaliças e frutas”, afirmou. O certificado original, já emoldurado, deverá ser entregue ao prefeito Du Altimari, que incentivou e acompanhou o trabalho da equipe da Secretaria de Agricultura desde o início, acreditando na importância dos produtos orgânicos. 
“Os nossos produtores, como muitos deles já nos demonstraram, vão se interessar ainda mais por este tipo de cultura, que é muito valorizada no mercado e apreciada pelo consumidor que quer, sobretudo, ingerir saúde e qualidade”, disse Altimari.“Este pioneirismo que estamos confirmando mostra um município e uma comunidade comprometidos com práticas que colocam o meio ambiente em primeiro plano”, acrescentou o prefeito. 


 Fonte: http://jornalcidade.uol.com.br

domingo, 30 de setembro de 2012

Espere mais um pouco

Quero informar meus leitores habituais que não estou colocando novos posts porque estou envolvido com as eleições municipais, tão logo acabe as eleições, estarei colocando novos e interessantes posts. 



Obrigaduuuu!!!

domingo, 2 de setembro de 2012

Política agroecológica incentiva a agricultura orgânica e sustentável

Alimentos mais saudáveis e produção integrada com o meio ambiente. Estas são algumas das características dos produtos orgânicos. Para aumentar o número de famílias envolvidas na produção desse tipo de alimento e incentivar práticas sustentáveis, foi criada uma política especial para o desenvolvimento da agricultura orgânica. A Redação da TV NBR foi até uma propriedade rural próxima a Brasília mostrar o cultivo desses alimentos, veja o vídeo abaixo:

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 Fonte:http://www.agrosoft.org.br

sábado, 1 de setembro de 2012

Produtos orgânicos brasileiros em feira em Baltimore

Parceria entre a Apex-Brasil e o IPD promoverá participação brasileira na maior feira do setor de alimentos orgânicos na costa leste dos Estados UnidosProjeto Organics Brasil espera que ação aumente exportação das 74 empresas que participam da iniciativa. A maior feira de orgânicos do leste americano, a All Things Organics – Biofach America, que será realizada em Baltimore entre os dias 20 e 22 de setembro, vai reunir mais de 20 mil compradores dos mercados das três Américas, Ásia e Europa. 
O Projeto Organics Brasil vai participar do evento, pelo sétimo ano consecutivo, com perspectivas de aumentar a exportação do grupo de 74 empresas que participam do Projeto. Nos Estados Unidos, o segmento de orgânicos fechou 2011 com movimento de US$ 31,5 bilhões. O crescimento do mercado americano se consolida, pois existe um forte apelo na demanda de vida saudável.“O mercado interno cresce de forma consistente e positivamente nos ultimos 10 anos, resultado de um programa nacional de estimulo ao segmento. Hoje, cerca de 63% da população compra produtos orgânicos de forma constante e este número não cresce mais por falta de disponibilizacao dos produtos nas redes de varejo menores. 
Na área de alimentos é o segmento que tem a maior taxa de crescimento, criando empregos em ritmo de até quatro vezes maior do que a média nacional, apesar de representar pouco menos de 2% do mercado. Participar deste mercado é conhecer, aprender e abrir oportunidades aos produtos brasileiros”, explica Ming Liu, coordenador executivo do Projeto Organics Brasil. No estande do Organics estarão os representantes da Native (maior produtora de açúcar orgânico do mundo), da empresa de cosméticos IKOVE (que utiliza ingredientes da amazônia e cerrado em produtos para cabelo e corpo) e a Chá Mate Tribal.
“Nossa participação, nessa edição da Biofach America, também será institucional. Representaremos o Brasil no debate sobre o mercado mundial de orgânicos, no congresso da feira, onde apresentaremos os dados estatísticos e o potencial do Brasil como fornecedor de matéria-prima, produtos processados e industrializados de qualidade e valor agregado”, informa Ming Liu. 
O Brasil tem 4.955.472 hectares de produção orgânica(segundo o Censo Agropecuário de 2006), com mais de 12 mil pequenos produtores, centenas de empresas e um crescente número de estabelecimentos de varejo (supermercados, feiras, lojas especializadas) que movimentam pouco mais de US$ 1 bilhão em produtos orgânicos e naturais, ampliando a consistência da sustentabilidade do setor. Em exportação, as 74 empresas do Projeto Organics Brasil fecharam US$ 87 milhões em 2011, com perspectiva de gerar US$ 110 milhões até o final de 2012. 

 Fonte: http://www.exportnews.com.br

domingo, 19 de agosto de 2012

Consumidores brasileiros preferem produtos sustentáveis

Os consumidores brasileiros estão mais inclinados a comprar produtos com apelo sustentável. De acordo com um estudo divulgado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), 85% dos compradores preferem produtos criados sem gerar prejuízo ao ecossistema.Outros 81% afirmaram que são mais interessados em produtos orgânicos do que industrializados. A pesquisa levou em conta as opiniões de 2.201 pessoas e foi realizada entre os dias 15 e 30 de abril em todas as regiões do Brasil. 
Outro resultado mostra que apenas 19% dos entrevistados consideram a preocupação com o meio ambiente "exagerada", enquanto 76,5% discordam desse ponto de vista. Já 82% dos consumidores não acham que a preocupação com a natureza impede o progresso; 16% concordam com a ideia. Apesar desse interesse por questões ambientais, o uso da sacola plástica está presente no cotidiano de pelo menos 59% dos entrevistados, que nunca tentaram evitar seu uso. Outros 58% nunca utilizaram uma bolsa alternativa para evitar o uso de sacos plásticos, associados a enchentes e mortes de animais. 


 Fonte:[Reuters/Folha]

domingo, 22 de julho de 2012

Cosméticos orgânicos auxiliam no combate à Acne

Quase todo mundo já teve, pelo menos uma vez, problemas com acne e se viu próximo a diversas opções para tratamento. Mas qual seria o mais adequado? Uma solução muito utilizada é o uso de produtos que contenham ácido salicílico, que possui propriedades esfoliantes e antimicrobianas, porém uma parcela da população sofre de alergia a essa substância. 
Para quem quer driblar isso, há alternativas naturais como, por exemplo, as desenvolvidas a partir do óleo de Melaleuca e do Beracare AAA – Ativo Antiacne Orgânico, comercializados pela Beraca, empresa genuinamente brasileira, que há mais de 50 anos investe no desenvolvimento de tecnologias sustentáveis no Brasil. A Melaleuca é uma planta com ações antimicrobianas. Já o Beracare Antiacne Orgânico (AAA) contém Beta-cariofileno, Flavonoides, Limonoides, todos com propriedades anti-inflamatórias, capazes de regular o equilíbrio hidrolipídico da pele, reduzir a formação de acne e melhorar a aparência de oleosidade. 
“Os cosméticos orgânicos estão conquistando um espaço cada vez maior no mercado. De acordo com o ranking elaborado pela Euromonitor Internacional, o Brasil ocupa o terceiro lugar no mercado mundial de cosméticos, além disso, é estimado um crescimento de 7,4% até o final de 2012. Já os Estados Unidos estão no topo da lista, com um faturamento de US$ 5,1 bilhões. As matérias-primas naturais possuem agentes que oferecem diversos benefícios e podem substituir os produtos sintéticos sem agredir a pele e o meio ambiente”, explica Neliza Junque, responsável por Assuntos Regulatórios da Beraca, ressaltando a importância da utilização de novas soluções no combate à acne. 


 Fonte: http://www.wscom.com.br

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Tomate orgânico pode conter mais antioxidantes do que o tradicional

Uma alimentação saudável pressupõe que você coma salada com frequência, mas como ficar livre do excesso de agrotóxicos presentes em legumes e verduras? Famosos pela produção sem aditivos químicos, os alimentos orgânicos parecem também agregar benefícios à saúde.De acordo com pesquisadores da Universidade de Barcelona, tomates cultivados sem pesticidas possuem níveis elevados de antioxidantes quando comparados a versão tradicional. 
 De uma maneira geral, os tomates são ricos em polifenóis, antioxidantes que agem contra os danos causados pelos radicais livres, combatendo o envelhecimento precoce e prevenindo doenças generativas.Estudos recentes sugerem que a substância poderia ajudar a deter a propagação de certos tipos de câncer, além de proteger o organismo de doenças crônicas, como a artrite, e problemas cardíacos, graças a propriedades anti-inflamatórias e anticoagulantes. 

Alimento cultivado com agrotóxico teria menos benefícios à saúde 

Nos tomates orgânicos, a concentração dos polifenóis seria maior do que nos mesmos legumes cultivados com excesso de aditivos químicos. A descoberta contraria as determinações da agência inglesa de saúde alimentar, que dizia não ter encontrado diferenças nos benefícios para a saúde entre os tomates que recebiam ou não agrotóxicos. De acordo com os cientistas, a agricultura orgânica não utiliza fertilizantes nitrogenado, como consequência, as mudas respondem ativando seus próprios mecanismos de defesa, aumentando os níveis de todos os antioxidantes encontrados na sua composição. Segundo a equipe, quanto mais estresse a planta sofre, mais produz antioxidantes naturais, benéficos ao nosso organismo. 

Alimento possui 34 substâncias benéficas 

 No novo estudo, os cientistas encontraram 34 diferentes compostos benéficos presentes nos tomates, cultivados com ou sem agrotóxicos, muito além do que se poderia ser extraído de um suplemento alimentar. Os orgânicos ainda apresentaram taxas elevadas de polifenóis, quando comparados aos legumes cultivados com agrotóxicos. 


 Fonte: www.cenariomt.com.br

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Aposta em cachaça orgânica faz empresa crescer 20% ao ano

Um produto tipicamente brasileiro, a cachaça, também pode ser encontrado na forma orgânica. Desde 2007, a empresa alagoana Brejo dos Bois possui o reconhecimento do Instituto Biodinâmico de Desenvolvimento Rural (IBD), que garante o selo de certificação orgânica nas embalagens dos produtos, comprovando que a empresa segue os preceitos da produção agrícola ecológica. Além da bebida, a empresa também produz mel de engenho. A escolha pela produção orgânica aconteceu depois de uma visita ao Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) da região. "Eu tinha uma amiga consultora que era entusiasta dos orgânicos. Ela me convenceu a aderir a esse tipo de cultivo", diz Lenildo Amorim, proprietário da empresa. 
Antes de produzir cachaça, Leonildo, que também é médico urologista, usava sua fazenda em Junqueiro (AL) apenas para pastagem de gado e campo de vaquejada. "Vi naquele pedaço de terra a oportunidade real de fazer negócio", conta. Por quase quatro anos, ele, sua equipe e um agrônomo contratado especificamente para ensinar o manejo de uma cultura orgânica preparam o solo da região. A partir de 2007, a empresa começou a operar para valer. "Foi também um quebra de paradigma. Meus vizinhos achavam que não seria possível plantar sem agrotóxicos. Agora, eles enxergam a questão de outra maneira." 
Hoje, quatro produtos são fabricados em uma indústria dentro da propriedade: cachaça orgânica envelhecida, cachaça orgânica com mel, cachaça orgânica tradicional e mel de engenho. As infestações são tratadas com caldas, criação e soltura de inimigos naturais, armadilha e catação manual - técnicas alternativas ao uso de agrotóxicos. A produção anual é de 7 toneladas de mel e de 30 mil litros de cachaça, sendo que 95% é distribuído para Alagoas e os outros 5% para o restante do Brasil. Lenildo conta que no último ano a empresa cresceu 20% em faturamento e que, para 2012, a estimativa de aumento é de 15%. A diminuição do percentual, explica, deve-se ao fato de a Brejo dos Bois já dominar o mercado de cachaça em Alagoas. 
"Seis empresas são produtoras no Estado. Arrisco a dizer que vendo mais do que todas as outras cinco juntas", afirma. O motivo é justamente a aposta em orgânicos. "Quando começamos, nosso produto era cerca de 20% mais caro. Mas hoje, não. Além disso, o sabor é diferente", esclarece. Isso porque o solo orgânico faz com a renovação da cana demore mais tempo. "Enquanto em um solo convencional a renovação acontece a cada cinco ou seis anos, no orgânico varia entre oito e dez anos", explica Lenildo. 

 Fonte: http://invertia.terra.com.br

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Certificação participativa não reduz preço de orgânicos para o consumidor

Idealizada no Brasil, a certificação participativa tem como objetivo, baratear o processo de auditoria dos alimentos orgânicos, porém, redução nos custos para o produtor não deve chegar ao bolso do consumidor.Segundo o coordenador-geral da ABD (Associação Brasileria de Agricultura Biodinâmica), Pedro Jovchelezich, embora a certificação participativa tenha um custo menor para o produtor, os processos utilizados para a certificação dos alimentos orgânicos podem impedir o repasse do desconto ao consumidor. “A certificação participativa gera um custo financeiro menor para o produtor, porém, exige mais empenho dele, por isso não é possível afirmar que a certificação barateará o preço para o consumidor”, explica. 

Auditoria 

 Na certificação com auditoria privada, o produtor de alimentos orgânicos tem um custo de aproximadamente R$ 2 mil, enquanto na certificação participativa, que utiliza um grupo de produtores, técnicos e consumidores autorizados pelo Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), o custo é, em média, de R$ 50.A auditoria, tem como objetivo, comprovar que não foram usados produtos químicos nas plantações. 

Fonte: http://www.infomoney.com.br/

terça-feira, 26 de junho de 2012

Aceita um cafezinho ‘orgânico’?

Não existe bebida mais popular para ser consumida durante o dia a dia dos brasileiros do que o cafezinho. Este líquido encorpado, de gosto forte e amargo que possui efeito estimulante e agrada pessoas de qualquer faixa etária ou classe social, é conhecido internacionalmente por ter sido responsável em impulsionar o crescimento do Brasil no que diz respeito as mudanças políticas, econômicas e sociais a partir da metade do século XIX. Entretanto, um novo formato da bebida ganha destaque nesta geração: o café orgânico. Os assuntos relacionados a preservação ambiental, bem como os cuidados com a saúde estão em pauta constantemente.Ricardo Cruz, sócio-fundador da Nação Verde, rede de franquias de sustentabilidade que desenvolve e comercializa produtos naturais e orgânicos da linha de alimentação, explica que “o fruto é cultivado sem a utilização de fertilizantes químicos e agrotóxicos. 
De forma alternativa, o cafeicultor produz a árvore com fertilizantes orgânicos, adubos verdes e intensivo cuidado do solo”, ainda segundo o empresário, “a versão orgânica da bebida está ganhando cada dia mais pessoas preocupadas em ter uma melhor qualidade de vida, garantindo seu bem-estar diário”, afirma.Não existem dúvidas de que o cafezinho, seja ele quente ou frio, doce ou amargo, com ou sem leite, continuará o mais brasileiro de todos, já que segundo a Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC), são consumidos por cada brasileiro cerca de 82 litros da bebida por ano.“Várias pessoas já incluíram o café orgânico no seu dia a dia. Cerca de 50% dos nossos clientes visitam a Nação Verde para apreciar a bebida preparada na hora ou levam a granel para ter o produto sempre em casa. O cafezinho já representa 10% do faturamento da rede”, comenta Cruz.
Em relação a cafeicultura tradicional a orgânica ainda representa uma porcentagem pequena, mas é uma prática que promove ao pequeno produtor valorização social e econômica, além de contribuir com a preservação ambiental e promover a cultura.Sobre a Nação Verde: A rede de franquias Nação Verde foi criada em 2010 pelo empreendedor Ricardo Cruz com a proposta de estimular nas pessoas o hábito de consumo saudável e sustentável. Os diferenciais da empresa são o desenvolvimento e a comercialização de produtos naturais e orgânicos com as linhas de alimentação, beleza, pet e higienização. 

Fonte: http://www.inteligemcia.com.br

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Kit para fazer cosméticos orgânicos em casa

A preocupação com o ecologicamente correto bateu à porta do setor de cosméticos. E o tema não deu as caras apenas porque sustentabilidade passou a fazer parte das mais diferentes rodas de conversa. Mas porque cada vez mais as mulheres estão preocupadas com suas peles, buscando no mercado produtos naturais, menos agressivos e com ótimos resultados. E pensando em satisfazer a necessidade dessas mulheres duas empresárias se uniram e criaram a Herban Crafts, uma empresa americana que oferece embalagens e ingredientes ecologicamente corretos. A ideia desses kits "verdes" é motivar as pessoas a prepararem seus próprios cosméticos emcasa.Por meio dos ingredientes é possível criar sais de banho, esfoliantes, batons, sabonetes, entre outros produtos de beleza. 
Com lançamento previsto para este mês, os kits serão vendidos a US$ 34,95 cada (pouco mais de R$ 71). Eles são compostos por uma caixa reutilizável, informações sobre as propriedades dos ingredientes inclusos e receitas para criar produtos variados.Em entrevista ao site "Crafting a Green World", Karen Lee, uma das idealizadoras da Herban Crafts, conta que o objetivo final do projeto é despertar a sustentabilidade, pois os produtos são feitos com ingredientes naturais. "Os kits são projetados para atrair pessoas que gostam de criar, interessadas no ‘faça você mesmo’, se preocupam com sua saúde, bem-estar e meio ambiente e são mais propensos a comprar produtos que beneficiem causas sociais", ressalta.A preocupação com a sustentabilidade dos produtos vai desde as embalagens à forma como os ingredientes são selecionados. "Os ingredientes em nossos kits são obtidos de maneira ética, livre de crueldade e muitos são certificados orgânicos. Levamos muito a sério a sustentabilidade", afirma Karen. Além de promover o autocuidado da mulher e conscientizar as usuárias sobre a necessidade de cuidar bem do planeta, as empresárias promovem um trabalho de capacitação de mulheres desempregadas e contar com a força de trabalho delas para preparar os kits. 


 Fonte: http://vilamulher.terra.com.br

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Erva-mate orgânica MegaMatte

A MegaMatte surgiu com uma proposta diferente e inovadora: combinar preço, qualidade e bom atendimento para levar ao consumidor uma opção econômica de alimentação rápida e mais saudável.
Desde a sua chegada no mercado, a marca possui um modo de produção exclusivo para o mate, que se tornou seu diferencial, uma verdadeira receita de sucesso neste segmento. A bebida é preparada como se fosse um chá, de forma artesanal, em cada loja. Ela é feita com erva-mate orgânica e possui uma fórmula livre de conservantes, xaropes e outras químicas. Deste modo, todos os seus benefícios são mantidos, levando aos clientes um produto completamente natural.
Preparado com erva mate orgânica e 100% natural, o mate da MegaMatte traz em sua fórmula todo o sabor e refrescância de um produto mais saudável. Ele é feito artesanalmente em cada unidade, sem adição de conservantes e xaropes. Pode ser puro, com limão, com menta ou batido com pó de guaraná. 


Fonte: www.megamatte.com.br

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Mercado de orgânicos cresce, mas ainda enfrenta barreiras, dizem produtores

O mercado para produtos orgânicos – sem uso de agrotóxicos, adubação química ou hormônios – está se expandindo rapidamente no Brasil, mas os produtores ainda enfrentam barreiras para chegar aos consumidores. A avaliação é de produtores orgânicos reunidos na conferência Green Rio, evento de agricultura orgânica paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20.A produtora rural Romina Lindemann, da empresa Preserva Mundi, que fabrica produtos de uso medicinal e veterinário a partir do neem, uma erva indiana cultivada na fazenda da família, no município de São João de Pirabas, no nordeste do Pará, reclama da falta de assistência técnica e da logística de entrega.
“O neem é uma planta indiana usada há mais de 4 mil anos na medicina na Índia. Lá ele é usado como repelente de insetos e como creme dental, pois os indianos mascam os galhos do neem como se fosse a escova de dentes”, disse.“A dificuldade para os produtores orgânicos é o acesso à assistência técnica. Hoje o produtor fica carente. A indústria química tem pessoal para colocar equipes viajando de carro pelas estradas do país. Os produtos naturais custam até mais barato, mas não tem a assistência que a indústria química dá. O governo tenta fazer algumas ações, mas ainda é muito limitado”, disse Romina, que cultiva 160 mil pés de neem em sua fazenda.O produto tem apresentações em pó, sabonete ou líquida e pode ser usado no combate a piolhos, bernes, vermes e mosca de chifre em bovinos, na forma de chá.
Para a produtora orgânica Rosangela Cabral, dona da empresa Secale Pães Orgânicos, o maior problema não foi a aceitação de sua linha de pães, mas a dificuldade para encontrar uma logística de distribuição que atenda tanto aos grandes mercados como às pequenas lojas de produtos naturais, muitas a centenas de quilômetros de distância de sua padaria, em Porto Alegre.“O negócio está crescendo, mas têm mil dificuldades. A empresa está indo bem, mas eu preciso ter mais fôlego. O problema é a logística de entrega, pois o volume é pequeno e o frete é caro. Para o orgânico deslanchar de vez no Brasil é preciso resolver a questão da distribuição”, avaliou Rosangela que há seis anos fabricava 500 pães por mês e, hoje, produz 15 mil.O produtor rural Dick Thompson, da região de Itaipava, em Petrópolis (RJ), começou há cerca de 22 anos entregando verduras orgânicas para cinco amigos que moravam no Rio de Janeiro. 
Depois de trabalhar por anos no mercado financeiro, ele resolveu investir em um sítio de 50 hectares na serra e optou pela produção sem venenos ou adubo químico, quando criou a empresa Sítio do Moinho.“Na época era uma novidade completa. Comecei pensando em alimentar minha família de uma forma saudável e correta. Aí entendi que o processo era benéfico não só para a saúde do indivíduo, como para o meio ambiente e o mundo. Comecei entregando verduras em domicílio para cinco amigos. A coisa foi crescendo e hoje fazemos 300 entregas por semana, disse Dick, que também vende seus produtos em uma loja própria na zona sul e deve inaugurar outra na Barra da Tijuca. Além das hortaliças, ele também comercializa massas, granolas, pães e outros artigos orgânicos.
Para ele, o preço dos orgânicos jamais será o mesmo que o da produção convencional, pelo simples fato de que a produção orgânica leva mais tempo para chegar ao ponto de colheita ou de abate, justamente por não utilizar de adubação química nem de hormônios. “Um alface orgânico leva três meses para estar pronto. Um de agricultura convencional pode ser colhido em dois meses. Ou seja, com orgânico eu tenho quatro safras por ano, enquanto com adubação química consigo seis. Os orgânicos serão sempre de 20% a 30% mais caros”, comparou Dick.O secretário nacional de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Laudemir Müller, acredita que estratégias de governo possam equilibrar os preços. 
“O nosso objetivo é que os orgânicos tenham os mesmos preços de mercado que os não orgânicos. Nossa estratégia é promover a produção orgânica e a agricultura familiar, gerando desenvolvimento no meio rural, e dar acesso a um alimento de maior qualidade nutritiva e socioambiental. A produção orgânica já não é cara. Temos uma política de crédito específica para os orgânicos e uma assistência técnica e de extensão rural”, disse Müller. Atualmente, segundo o MDA, o país tem registrado cerca de 90 mil famílias dedicadas à agricultura orgânica.
A responsável pela conferência Green Rio, Maria Beatriz Martins Costa, da empresa Planeta Orgânico, reforça a tese de que a produção orgânica está ficando cada vez mais barata e acessível a um segmento maior de consumidores, através dos ganhos de escala. “Um grande impulso que o mercado está tendo são as políticas públicas, na medida em que os agricultores familiares têm incentivo a entrar no setor orgânico. Um dos maiores grupos de supermercado do Brasil registrou crescimento de 35% na venda de orgânicos em 2011, comparado com o ano anterior, que já vinha de um crescimento de 70% desde 2003, quando começaram a trabalhar com produtos orgânicos”, destacou Maria Beatriz. 


 Fonte: http://www.dci.com.br

terça-feira, 19 de junho de 2012

Especialista defende fortalecimento da agricultura orgânica

A agricultura orgânica é um dos caminhos para o desenvolvimento sustentável em nível global, mas é uma técnica ainda em construção no mundo todo. A avaliação foi feita nesta terça-feira (19), à Agência Brasil, pela coordenadora do Centro de Inteligência em Orgânicos (CI Orgânicos), da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), Sylvia Wachsner.Ela participa do evento Green Rio, paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20, aberto no Centro de Convenções da Bolsa de Valores do Rio.Segundo Sylvia Wachsner, embora contribua para a proteção do meio ambiente, do solo e da água, a agricultura orgânica ainda mostra deficiências que precisam ser superadas sem demora. “Ainda falta escala. 
Há problemas sérios de logística. Ainda precisa de tecnologia voltada para o setor, não há sementes em quantidade suficiente”. Para a coordenadora, é fundamental que os pequenos produtores se unam para ter mais força de negociação no mercado.Mesmo em países desenvolvidos, como a Alemanha, a agricultura orgânica apresenta pequena participação: cerca de 3% da área total disponível para plantio, relatou Sylvia Wachsner. Ela ressaltou que, no Brasil, existem apenas 1,5 milhão de hectares certificados como orgânicos. “Temos muito que trabalhar”, assegurou.
A partir de estudos feitos nas regiões serrana e centro-sul do Rio de Janeiro, o CI Orgânicos mapeou a existência de 106 produtores que trabalham com esse tipo de agricultura no Rio de Janeiro.Sylvia Wachsner disse que é preciso apoiar os agricultores a fazerem estudos técnicos do solo para que possam melhorar a produção. Segundo ela, a maioria dos agricultores orgânicos não possui a Declaração de Aptidão para Agricultura Familiar (DAP). “DAP significa a venda de alimentos da agricultura familiar e orgânicos para a merenda escolar”, observou.De acordo com a especialistas, o grande problema da agricultura orgânica e familiar é similar ao das empresas agrícolas maiores. “É a questão da logística, da comunicação. 
Em muitas partes do Rio de Janeiro, não entra a banda larga, os telefones celulares não funcionam. O produtor tem um sério problema para chegar com sua mercadoria nos mercados, sejam eles municipais ou o grande varejo. É preciso trabalhar isso”. Outro estudo identificou que os restaurantes gostariam de adquirir produtos orgânicos.Na quarta-feira (20), a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, abrirá o painel Sociobiodiversidade e Economia Verde, no Green Rio. Na ocasião, será apresentada, pelo governo brasileiro, a ideia do piso de proteção socioambiental. Trata-se de um compromisso internacional de garantia de renda mínima à população mais pobre, atrelado a ações de preservação ambiental e ao uso de tecnologia e energias limpas. 

Fonte: http://www.dci.com.br

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Feira junina estimula o consumo de produtos orgânicos no Cariri

Um projeto para unir a cultura junina com a feira, principal local de comércio para os produtos da agricultura. Assim é o São João Agroecológico, que foi realizado no Cariri paraibano a partir deste sábado (16). O objetivo é conscientizar a população de três cidades - Congo, Sumé e Monteiro - sobre os benefícios do consumo de produtos orgânicos. A primeira cidade a receber o evento foi o Congo. A partir das 5h, os moradores compraram cenoura, batatinha e muita verdura com a música regional ao vivo. Até o meio dia, as pessoas poderam aproveitar as ofertas no município e nas outras duas cidades, no dia 18, em Sumé e no dia 20, em Monteiro.“Pretendemos reunir o maior número de pessoas possível. A importância deste evento para o agricultor é a certeza que o Sebrae e as instituições parceiras estão apoiando estas ações de comercialização dos produtos orgânicos”, disse o gestor do projeto Agroecológico Integrado Sustentável (Pais) do Sebrae, o analista João Bosco da Silva. Segundo ele, existem mais de100 unidade desta metodologia nas cidades de Monteiro, Sumé, São João do Cariri, Serra Branca e Campina Grande.

Produtores discutem oportunidades em feiras

Além do ambiente de feira, os agricultores participarão de um encontro. “Como eles devem se organizar em feiras e torná-las mais um canal de comercialização. Essa é uma questão a ser discutida com os produtores”, afirmou o analista do Sebrae. Segundo ele, os produtores de Monteiro e Sumé estão mais à frente nas vendas, com faturamento de R$ 800 a R$ 2,5 mil mensalmente. No encontro, as experiências destes produtores serão apresentadas. “Os produtores das outras cidades, em sua maioria, conseguem um salário mínimo por mês no começo do projeto Pais, podendo crescer e chegar no patamar dos outros”, explicou. O projeto está conseguindo inserir produtores na empresa Rio de Una, do Paraná, além de evitar o êxodo da família agroecológica por causa da escassez dos recursos. Este ano, mais 50 unidades do projeto Agroecológico Integrado Sustentável serão instalados nas cidades de Campina Grande e Lagoa Seca. “As expectativas são boas, pois já estamos mantendo contato com o Incra para parceria e instalação de novas unidades no Estado”, concluiu Bosco. O Sebrae Nacional está com recursos para novos projetos. Os antigos produtores agroecológicos em breve serão beneficiados com outras ações de crescimento nesta parceria.


Fonte: http://www.pbagora.com.br

domingo, 17 de junho de 2012

Marcos Palmeira fornece alimentos orgânicos para a Rio+20

O ator Marcos Palmeira é um dos principais fornecedores de alimentos orgânicos do Riocentro, maior centro de convenções da América Latina, durante a Rio+20. No dia 15 de junho (sexta-feira), ele esteve na praça de alimentação do Riocentro para almoçar no restaurante Villa Paulistana, ao qual fornece hortifruti orgânico de sua fazenda, Vale das Palmeiras. Inspirado pelo debate sustentável do evento, o restaurante buscou uma alimentação sem agrotóxico e com cultivo natural para oferecer ao público.Na Rio+20, o restaurante oferece duas ilhas somente com buffet orgânico (tanto carne, legume, verduras, massas e cereais, como arroz e feijão). 
Há quatro tipos de alface, Rúcula, legumes, tomate, batata, uma diversidade de verduras orgânicas produzidas na fazenda em Teresópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro.Marcos Palmeira vai aproveitar a Rio+20 para lançar o mais novo produto de sua fazendo: o café 100% arábico, orgânico e biodinâmico (a colheita do café é feita manualmente com um sistema agroflorestal, poupando a fauna, flora e recursos hídricos e respeitando, assim, o ciclo da natureza e a sustentabilidade da fazenda). Para o lançamento na Conferência da ONU, serão 50kg deste café. 


Fonte: http://www.revistafator.com.br

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Pecuária orgânica precisa de incentivos fiscais para crescer no Brasil, afirma ABPO

Apenas os estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso concentram a produção de pecuária orgânica no Brasil, com 60 mil cabeças, criados em 115 mil hectares. Para ampliar a participação no mercado externo, a atividade precisa de investimentos e incentivos fiscais. É o que a Associação Brasileira de Produtores Orgânicos (ABPO) apontou hoje (15) durante a reunião técnica "A segurança alimentar do produtor ao consumidor e o acesso aos mercados internacionais", realizada na sede da Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Famasul), em Campo Grande (MS)."Nosso produto tem o diferencial da sustentabilidade e isso é atrativo internacionalmente. Precisamos de outras atividades de produção orgânica certificadas para ampliar a participação do Brasil no consumo mundial", analisa o vice-presidente da ABPO, Nilson Barros. 
O presidente da Famasul, Eduardo Riedel, avalia a produção orgânica como um desafio emergente. "O produtor rural tem competência e comprometimento. É preciso agregar conhecimento, informação e viabilizar mercado", disse. Para Alberto Mancuso, do Instituto Caporale, da Itália, a demanda crescente por proteínas e a busca pela produção que respeite o meio ambiente são fatores que podem facilitar expansão do produto brasileiro no mercado europeu. "Mas para entrar nesse mercado é preciso estar atento a legislação que tem regras bem rígidas quanto à segurança alimentar", complementa Mancuso. "Mato Grosso do Sul já conquistou o status de Zona Livre de Febre Aftosa com vacinação e isso comprova nossa eficiência sanitária. Nosso trabalho agora é procurar mecanismos para incentivar a produção e certificação orgânica no Estado", disse a secretaria de Estado de Produção e Turismo (Seprotur), Tereza Cristina.A reunião técnica, promovida pela ABPO, contou ainda com palestras sobre as oportunidades e vínculos já estabelecidos entre o Brasil e a Europa, sobre diretrizes de segurança alimentar internacional e regras de acesso aos mercados estrangeiros. 

Fonte: http://www.correiodecorumba.com.br

quinta-feira, 14 de junho de 2012

O Paraná na dianteira do mercado de orgânicos no Brasil

O Fórum de Sustentabilidade de Alimentos, realizado em Amsterdã nos dias 7 e 8 de Junho, contou com o patrocínio do Projeto Organics Brasil, uma iniciativa do IPD – Instituto de Promoção do Desenvolvimento (Paraná), que promoveu institucionalmente a biodiversidade na cadeia produtiva de produtos orgânicos e sustentáveis do Brasil; além de conhecer as iniciativas na Europa quanto às abordagens e interpretações dos principais preocupações que atualmente afetam empresas, governos, instituições de pesquisas, sociedade civil e membros da Comunidade Europeia no tema sustentabilidade dos alimentos.
No Paraná, temos alguns exemplos de êxito no cumprimento das metas de sustentabilidade e fomento a agricultura familiar de orgânicos, como a que acontece no município de Foz de Iguaçu, um dos poucos municípios que conseguiram atingir o índice de 30% de produtos - oriundos da agricultura familiar - nas escolas municipais, através do programa que a Itaipu-Binacional desenvolve no âmbito de recuperação dos corredores ecológicos destruídos com a implementação da represa (Projeto Água Boa) e o trabalho local com as merendeiras.Essa sinergia do trabalho de uma empresa binacional com sua comunidade local, resgata o orgulho de sua sociedade e restabelecer a dignidade do cidadão através de suas atividades de trabalho, que são os motores para que haja o estímulo em toda a cadeia. 
No caso do projeto Água Boa, pode-se citar o resultado ao bioma em torno do parque ao trazer de volta famílias locais, que foram desalojadas e desapropriadas de forma imperativa para dar seguimento a um plano de formação de sua bacia operacional. Este exercício de engajamento e articulação é um exemplo claro e que temos de mostrar como caminho, e exemplo, o processo de construção da sustentabilidade da cadeia. Na cadeia produtiva deve se estimular o processo de capacitação dos meios, não para se perder as suas origens, não para descontinuar a herança cultural de seus familiares nas atividades econômicas, não provocar êxodo rural forte a cada dia, e não para tirá-la de seus biomas, mas mostrar para que possa ao longo do tempo melhorar processos produtivos em suas comunidades, agregar valor aos seus produtos, trabalhar valores socioeconômicos e culturais e projetar nos seus produtos e atividades, trazendo valores de volta as suas origens. 


Fonte: http://www.paranashop.com.br
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