sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

As formigas tecelãs podem ajudar na produção de frutas orgânicos na Africa

Uma equipe de investigação da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, está pronta para lançar um projeto com formigas tecelãs no próximo mês na Tanzânia e Benin, em colaboração com cientistas e agricultores locais para a produção de frutas orgânicas, com as formigas, possivelmente, servindo como uma fonte alternativa de proteína para os seres humanos. Um inseto arbóreo conhecido por ter um poder letal na sua mordida, a formiga tecelã foi vai servir como um agente de controle biológico natural contra pragas agrícolas, de acordo com antigos textos chineses datados de 304 aC.Cientistas dinamarqueses descobriram que a formiga tecelã pode, efetivamente, ajudar os agricultores na África, na agricultura de frutas, depois de pesquisar sobre a interação de formigas com pragas em mangueiras e cajueiros.
As moscas de fruta e outras pragas colocam seus ovos dentro dos frutos nas árvores, fazendo-os apodrecer. Até cerca de 80 por cento das culturas anuais de frutas colhidas na África foram perdidos dessa forma, de acordo com as estimativas atuais. "Para matar as moscas com pesticidas, você tem que fazer a manga tão venenosa para poder matar a larva", afirmou Mogens Nielsen Gissel, professor associado de biologia na Universidade de Aarhus, que gere atualmente o projeto das formigas tecelãs.

"Mas quando ela é muito envenenada para a larva comer, não pode ser bom para nós comermos”.Em uma entrevista na sexta-feira, Nielsen descreveu a forma como a formiga tecelã ataca as moscas das frutas. “Como a mosca leva até 20 minutos para pôr seus ovos, quando uma formiga vem, ela vai desistir, ou ela vai ser comido por uma delas".O Instinto assassino das formigas tecelãs ajuda os agricultores a proteger as suas culturas, e salva os seres humanos de usarem um monte de pesticidas, que contêm produtos químicos que são prejudiciais a nossa saúde. Essas frutas livres de produtos químicos podem buscar bons preços nos mercados de alimentos orgânicos na Europa e nos Estados Unidos.
Com uma bolsa de 1,3 milhões de euros da Agência Dinamarquesa de Desenvolvimento Internacional (DANIDA), pesquisadores da Universidade de Aarhus vão lançar um programa para tornar o projeto comercialmente viável para os agricultores de pequena escala em Benin e à Tanzânia. A partir de janeiro, o programa irá apoiar a investigação de alto nível sobre medidas de controle biológico de pragas durante o treinamento aos agricultores locais a utilizar as formigas na agricultura orgânica de manga e castanha de caju. Universidades e cientistas da África também irão aderir ao programa.



Fonte:http://www.thehindu.com

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Na Índia APEDA propõe aumentar as exportações de produtos orgânicos

Para dar um impulso às exportações de produtos orgânicos a partir do nível atual até 2012, o governo indiano decidiu lançar o programa de conscientização entre os agricultores e oferecer subsídios. Esta afirmação ocorreu no conclave ASSOCHAM sobre Produtos Orgânicos.O presidente da Agriculture & Processed Food Export Development Authority (APEDA) Sr. Asit Tripathy disse que “a política de exportação para a agricultura deve criar enormes problemas para os agricultores e, portanto, há uma necessidade de uma política que seja coerente e progressista ". Ele ainda informou que a tarefa de converter solos que usam químicas em solo orgânico levou três anos e se as mudanças na política estão sendo feitas a meio caminho, ele irá criar problemas evitáveis.



Fonte:http://www. orissadiary.com

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Nas Filipinas a agricultura orgânica melhora a produção em 80%


A promessa da agricultura orgânica nas Filipinas não se limita somente ao estilo de vida seguro e saudável, mas também o de dobrar produção em 80 por cento por hectare, de acordo com o pastor Jerry Dionson. Dionson disse que o ganho da agricultura tradicional só é indexado em 25.000 pesos filipinos por hectare a cada ciclo da cultura, enquanto a agricultura orgânica pode atingir 45.000 pesos.
Na agricultura tradicional, os fazendeiros usam pesticidas químicos e fertilizantes e para ajudar a melhorar o solo e evitar infestações. Este fator geralmente consome a maior parte do orçamento dos agricultores, afirmou Dionson. Por outro lado, na agricultura orgânica, os mesmos procedimentos são usados, mas o material é totalmente orgânico como a utilização de Trichogramma para impedir entrada de um exército de pragas, acrescentou.
Os agricultores também terão que descobrir por si mesmos que em um período de cinco anos, a produção orgânica vai duplicar o seu número por causa do uso da terra boa que fornece nutrientes para o plantio. Os agricultores não precisam mudar suas técnicas de cultivo, mas os insumos que utilizam para cultivar as suas plantações, que devem estar livres de produtos químicos, Dionson acrescentou. Ele disse que este é o caminho para manter a ilha segura e público consumidor saudável.



Fonte: http://www.visayandailystar.com

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Relatório afirma que o mercado de frutas orgânicas dos EUA continua sendo o mais atrativo nos próximos anos

Tem sido impressionante o aumento do consumo de frutas e produtos hortícolas orgânicos nos últimos anos nos EUA, segundo a empresa de pesquisa RNCOS. O país deverá continuar a ser o mais atraente mercado de frutas orgânicas e produtos hortícolas em 2014. O mercado dos EUA é o maior do mundo e um dos que mais cresce. A sua grande base de consumidores com um poder aquisitivo mais alto do mundo impulsionou o crescimento das receitas do mercado de alimentos orgânicos, afirmou a empresa de pesquisa.
Particularmente, o segmento de frutas e vegetais tem recebido impressionante evolução do mercado nos últimos anos. Tendências futuristas do segmento indicam para um negócio altamente lucrativo. Como o mecanismo de cadeia de fornecimento é supervisionado de perto, as empresas realizam procedimentos estritos para manter o nível elevado de qualidade do produto e os atributos biológicos, o que acaba atraindo grande número de consumidores conscientes da preservação da saúde. Este quesito juntamente com diversos outros fatores, discutidos e analisados minuciosamente no relatório irá proporcionar uma enorme expansão do mercado futuro de toda a nação.
Além disso, apesar de ser o maior mercado mundial de alimentos orgânicos, os EUA tiveram um pouco mais de cinco por cento da terra agrícola orgânica global em 2009. O governo dos EUA tem promovido à indústria de alimentos orgânicos com apoio tanto monetário como de regulamentação, afirmou a empresa de pesquisa. Os estados e municípios também estão incentivando os agricultores a desenvolver a agricultura orgânica. A empresa de pesquisas prevê que essa tendência continua a ser aplicável nos próximos anos, que irá sustentar a atratividade do mercado dos EUA para a execução de negócios e uma maior expansão.



Fonte:http://www. infogrok.com

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Oferta de produtos orgânicos é menor do que a demanda no PR

O Paraná é o primeiro Estado brasileiro a ter uma lei que obriga as escolas públicas a oferecer produtos orgânicos na merenda dos estudantes. O Estado tem o maior número de produtores, mas em volume cai para a quarta colocação. A oferta ainda é bem menor do que a demanda, e a falta de mão de obra pode limitar a aplicação da lei a partir do próximo ano.
Segundo o Departamento de Economia Rural, da Secretaria de Agricultura, o Paraná tem 5,3 mil produtores de orgânicos. A última safra ficou perto de 110 mil toneladas. A lei estadual prevê que pelo menos 500 mil alunos da rede pública sejam beneficiados com a merenda orgânica. Os produtores avaliam que para aumentar a produção e atender aumento da demanda, é preciso vencer sérios desafios. Não há um cálculo de quanto a produção deveria aumentar para atender as escolas.

O deputado estadual Luis Eduardo Cheida, um dos autores da lei, argumenta que a implantação vai ser gradativa. O objetivo é abrir mercado para os orgânicos e estimular que mais produtores adotem o método natural de plantio. Ele acredita que problemas como o preço mais caro em relação ao convencional e a falta de mão de obra serão superados com o tempo.“Quando você planta sem veneno e sem fertilizante, o seu custo de produção reduz em até 30%, às vezes até mais. Esses 30% na redução do custeio podem ir para o preço dos alimentos, o preço final, e podem ir também para a divisão da mão-de-obra, ou seja, para estimular um salário melhor para os diaristas, que passarão não mais a pulverizar com agrotóxicos, mas sim a capinar, muitas vezes, a tirar o mato, a cuidar daquela propriedade “diz Cheida.
Produtos cultivados sem fertilizantes e defensivos químicos. Esta é a principal característica dos orgânicos. O combate a doenças é feito com fórmulas naturais. Para as pragas, é realizado controle biológico, muitas vezes usando o próprio inimigo natural de cada uma. A produção é menor do que a convencional, mas os defensores da técnica agrícola afirmam que os alimentos são mais saudáveis.A lei havia sido vetada pelo antigo governador do Paraná, Roberto Requião, mas, este mês, os deputados estaduais derrubaram o veto. A partir de 2011, as escolas públicas do Estado devem comprar alimentos orgânicos para oferecer na merenda. Ao todo, são quase 1,5 milhão de alunos nas escolas estaduais. A notícia deveria ser boa para os produtores de orgânicos.
Porém, o produtor Leandro Ribeirete, de Ibiporã, no norte do Estado, está preocupado. Ele cultiva principalmente hortaliças orgânicas e só consegue atender os clientes com o reforço de outros produtores. A falta de mão-de-obra especializada é um dos problemas que limita o aumento da produção. Ele acredita que o trabalho no campo não é mais atrativo para os jovens. ”Para produzir mais, precisa de mais gente, e hoje não tem. Eu tenho um problema grande com pessoal. Eu não tenho rotatividade com funcionários, mas se eu precisar de dois, três para me ajudar em uma temporada, eu não consigo” diz Ribeirete.



Fonte: http://www.canalrural.com.br

domingo, 26 de dezembro de 2010

Produtores orgânicos têm até dia 31 para se adaptarem à nova legislação

Termina no dia 31 de dezembro o prazo para adaptação dos agricultores de orgânicos às regras estipuladas pelo Ministério da Agricultura para o setor. O período para que toda a cadeia produtiva, incluindo transportadoras e supermercados, se adequasse à nova regulamentação foi prorrogado por um ano, no final de 2010, para que produtores de regiões distantes tivessem tempo suficiente para compreender as novas regras.De acordo com a legislação, há três formas de garantia da qualidade dos alimentos orgânicos comercializados: a certificação por meio das certificadoras credenciadas; as associações de produtores que fazem auditoria, fiscalizam e certificam os produtos, chamadas de sistema participativo de garantia; e o controle social para os agricultores familiares que vendem por conta própria e obtêm uma autorização para fazer feiras e entregas em domicílio, se cadastrando no site do ministério.
Na produção orgânica, não podem ser usados agrotóxicos, adubos químicos e sementes transgênicas, e os animais devem ser criados sem uso de hormônios de crescimento e outras drogas, como antibióticos. Além de produzir alimentos considerados mais saudáveis, na agricultura orgânica o solo se mantém fértil e sem risco de contaminação. Os agricultores também ficam menos expostos, já que a aplicação de agrotóxicos, sem os devidos cuidados, é nociva à saúde.O Ministério da Agricultura explica que o agricultor que seguir as novas regras obterá o selo do Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica, que o consumidor verá ao comprar esses alimentos, tendo a segurança de que eles foram fiscalizados e aprovados. Além disso, a nova regulamentação, com um cadastro nacional de produtores orgânicos, trará dados oficiais que poderão facilitar a aplicação de políticas públicas específicas.
O chefe da Divisão de Controle de Qualidade Orgânica do Ministério da Agricultura, Roberto Mattar, ressalta que os interessados em solicitar a regularização podem acessar informações sobre legislação, cartilhas educativas, formulários para cadastros e credenciamento no site do ministério e nas suas representações estaduaisTermina no dia 31 de dezembro o prazo para adaptação dos agricultores de orgânicos às regras estipuladas pelo Ministério da Agricultura para o setor.
O período para que toda a cadeia produtiva, incluindo transportadoras e supermercados, se adequasse à nova regulamentação foi prorrogado por um ano, no final de 2010, para que produtores de regiões distantes tivessem tempo suficiente para compreender as novas regras.De acordo com a legislação, há três formas de garantia da qualidade dos alimentos orgânicos comercializados: a certificação por meio das certificadoras credenciadas; as associações de produtores que fazem auditoria, fiscalizam e certificam os produtos, chamadas de sistema participativo de garantia; e o controle social para os agricultores familiares que vendem por conta própria e obtêm uma autorização para fazer feiras e entregas em domicílio, se cadastrando no site do ministério.
Na produção orgânica, não podem ser usados agrotóxicos, adubos químicos e sementes transgênicas, e os animais devem ser criados sem uso de hormônios de crescimento e outras drogas, como antibióticos. Além de produzir alimentos considerados mais saudáveis, na agricultura orgânica o solo se mantém fértil e sem risco de contaminação. Os agricultores também ficam menos expostos, já que a aplicação de agrotóxicos, sem os devidos cuidados, é nociva à saúde.
O Ministério da Agricultura explica que o agricultor que seguir as novas regras obterá o selo do Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica, que o consumidor verá ao comprar esses alimentos, tendo a segurança de que eles foram fiscalizados e aprovados. Além disso, a nova regulamentação, com um cadastro nacional de produtores orgânicos, trará dados oficiais que poderão facilitar a aplicação de políticas públicas específicas.O chefe da Divisão de Controle de Qualidade Orgânica do Ministério da Agricultura, Roberto Mattar, ressalta que os interessados em solicitar a regularização podem acessar informações sobre legislação, cartilhas educativas, formulários para cadastros e credenciamento no site do ministério e nas suas representações estaduais




Fonte: http://www.dgabc.com.br

sábado, 25 de dezembro de 2010

Natal 2010


O blog Mundo Orgânico deseja a todos um Feliz e Santo Natal!!!


Um grande e fraterno abraço.....

Décio

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Empresas do Projeto Organics Brasil exportam mais de US$ 100 milhões em 2010

O Projeto Organics Brasil, que reúne 72 empresas exportadoras de produtos e insumos orgânicos, fecha o ano de 2010 com um resultado consolidado de US$ 108,2 milhões, sendo que o setor de alimentos representou cerca de 96% de todas as exportações realizadas, principalmente para os Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Canadá, Canadá, Espanha, Coréia do Sul, China e Austrália.
Este volume foi cerca de 60% superior ao ano passado e a sinalização para 2011 é de otimismo e continuo crescimento, com destaque para o segmento de produtos semi-industrializados e produtos a granel.
Em 2010, no segmento de cosméticos e não alimentos, o crescimento foi na ordem de 25% comparando-se com 2009, com destaque para as marcas Surya Brasil e Ikove, que atualmente estão presentes em mais de 12 países na Europa, Ásia e América do Sul com suas marcas próprias. Nos segmentos de alimentos, os destaques foram: o açúcar, polpas de frutas como o açaí, acerola e laranja, mel, castanhas nacionais; e produtos liofilizados como frutas e café que chegam a mais de 70 países em todos os continentes.
“Os produtos exportados com marca própria tiveram redução de 25%, se comparados com 2009, porém com o forte crescimento no mercado nacional, as empresas optaram por investir no mercado interno. No mercado externo, a taxa de câmbio dificultou a competitividade, além do alto custo de promoção de uma marca própria no mercado internacional, muitas vezes proibitivo para as pequenas e médias empresas”, analisa Ming Liu, que é coordenador executivo do Projeto Organics Brasil.
O maior expoente brasileiro é a Native, empresa referencial no mercado mundial de orgânicos, que exporta açúcar para mais de 60 países, sendo que seus produtos com a marca brasileira chegam ao consumidor final de 26 países em todos os continentes.
“A tendência para 2011 é ter o mercado interno em forte expansão, com a expectativa da oficialização da instituição do selo nacional de orgânicos. Em relação ao mercado externo, a oficialização da regulamentação nacional permite rastreabilidade e credibilidade, permitindo crescimento nos negócios”, conclui Ming Liu.

O Projeto Organics Brasil

É resultado de uma ação conjunta da iniciativa privada com o IPD (Instituto de Promoção do Desenvolvimento) e da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), compondo uma sólida base institucional criada para fortalecer o setor brasileiro de orgânicos e viabilizar sua expansão no mercado internacional.


Fonte: http://www.jornalstylo.com.br

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Regularização de orgânicos ocorre até o final de dezembro

O prazo para adaptação dos agricultores às novas regras de produção orgânica termina no dia 31 de dezembro. A regularização se baseia nas regras para produção e comercialização, incluindo armazenamento, rotulagem, transporte, certificação e fiscalização, e segue as normas estabelecidas pelo Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica. A legislação brasileira estabelece três instrumentos para garantir a qualidade dos alimentos: a certificação, os sistemas participativos de garantia e o controle social para a venda direta sem certificação.
O agricultor que estiver de acordo com as novas regras obterá o selo do Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica, fornecido por certificadoras cadastradas no Ministério da Agricultura, que também fiscalizam os produtos. O selo poderá ser concedido ainda pelos sistemas participativos de garantia, associações de produtores que fazem auditoria, fiscalizam e certificam os produtos. Os agricultores orgânicos que vendem por conta própria obtêm uma autorização para atuar em feiras e entregas em domicílio, quando se cadastram no site do ministério. Organizações e produtores de várias unidades da federação já solicitaram a regularização ao ministério.
Segundo o chefe da Divisão de Controle de Qualidade Orgânica, Roberto Mattar, os interessados podem acessar informações sobre legislação, cartilhas educativas para adequação aos novos regulamentos, formulários para cadastros e credenciamento no hot site prefira orgânicos (www.prefiraorganicos.com.br) e nas representações estaduais do ministério. Os produtos orgânicos são cultivados sem emprego de agrotóxicos e fertilizantes químicos, são provenientes de sistemas agrícolas baseados em processos naturais, que não agridem a natureza e mantêm a vida biológica do solo ativa.
As técnicas para obter o produto orgânico incluem uso de compostagem (processo que transforma a matéria orgânica em adubo), manejo orgânico do solo e diversidade de culturas. Também são características fundamentais na produção orgânica a responsabilidade social e ambiental, como o uso adequado do solo, água, ar e recursos naturais.



Fonte: http://www.canalrural.com.br

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Plantas medicinais geram renda para agricultores familiares


Há cinco anos, a produção de plantas medicinais tornou-se a principal fonte de renda da família da agricultora familiar Roseli Eurich, 49 anos. Na propriedade de 21 hectares, localizada em Arvoredo, há oito quilômetros de Turvo, no Paraná, Roseli, seu marido Sidney e seu filho Max Gustavo cultivam alcachofra, melissa, alecrim, capim limão, orégano e tomilho. No primeiro ano de atividade, a família obteve uma renda mensal média de R$ 90,00. Cinco anos depois, passou para R$ 1,2 mil. “Na época da melissa, tiramos entre R$ 3 mil e R$ 4 mil durante três a quatro meses”, destaca. Na propriedade, também são produzidos alimentos para autoconsumo, como feijão, milho, ovos e legumes.
Uma das características da propriedade da família Eurich é a sustentabilidade. Toda a produção é agroecológica, com certificação orgânica pela Ecocert. Roseli lembra que a propriedade conta com 70% de cobertura vegetal. Como permite agregar valor em um pequeno espaço de 1 hectare, o cultivo de plantas medicinais também contribui para a preservação da mata. E a diversidade de culturas assegura, em caso de mau tempo, como geadas, opções de comercialização.
A produção de plantas medicinais na região de Turvo está amparada na estruturação dos processos de comercialização e assistência técnica. A comercialização é feita por meio da Cooperativa de Produtos Agroecológicos, Artesanais e Florestais de Turvo (Coopaflora), fundada pelos próprios produtores e que conta com 86 associados. Desde 2005, o Instituto Agroflorestal Bernardo Hakvoot (IAF) desenvolve atividades de assistência técnica para estruturar a produção agroecológica de plantas medicinais, condimentares e aromáticas, e a formação de sistemas agroflorestais. Atualmente, 160 famílias agricultoras são atendidas pelo IAF nos municípios de Turvo, Boa Ventura de São Roque e Iretama, no Paraná.
Engenheiro agrônomo da entidade, Douglas Dias de Almeida destaca que os produtos são comercializados para indústrias de cosméticos, fármacos e chás. “As plantas são desidratadas, ou seja, é vendida a matéria-prima”, explica, destacando que são cultivadas espécies como alcachofra, alfazema, camomila, carqueja, manjerona, menta, pata de vaca, alecrim, calêndula, capim limão, cavalinha, espinheira santa, melissa, poejo, funcho, entre outras. A produção tem certificação que atesta a responsabilidade ambiental e social dos agricultores.

A força do Paraná

O Paraná é responsável por 90% da produção brasileira de plantas medicinais. São 15 mil toneladas/ano, retiradas de uma área de três mil hectares, com a participação de 1.100 agricultores familiares na atividade. O restante da produção vem do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e de São Paulo.
O Estado possui tradição no cultivo de plantas medicinais. Há mais de um século, a cultura de camomila foi introduzida pelos imigrantes europeus na Região Metropolitana de Curitiba. O cultivo comercial passou a ser estruturada há 40 anos, tornando uma alternativa de renda para o período de inverno. Hoje, 19 espécies ocupam hoje 92,5% da área destinada ao cultivo de espécies medicinais, aromáticas e condimentares no Paraná. A camomila, cujo mercado cresce de 5% a 10% ao ano, tem grande expressão pelo valor econômico-social e o número de produtores envolvidos.
O técnico da Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Paraná (Emater-PR), Cirino Corrêa Júnior, explica que, em geral, os agricultores familiares cultivam e vendem a planta seca (a erva) para indústrias de alimentos(chás, condimentos), laboratórios (produção de fitoterápicos) e grandes atacadistas de São Paulo. Estima-se que o volume de plantas coletadas represente três mil toneladas, cujo Valor Bruto da Produção (VBP) é de R$ 5 milhões. “Em 2009, a atividade de cultivo e coleta de plantas medicinais, aromáticas, e condimentares totalizou, no estado, R$ 35 milhões”, compara Cirino.
O incentivo à estruturação da cadeia produtiva de plantas medicinais e à formação de agentes e lideranças da agricultura familiar no Paraná conta com o suporte de entidades como a associação sem fins lucrativos Produtores Associados para o Desenvolvimento de Tecnologias Sustentáveis (Sustentec), criada em 2003, que tem parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Apoiados pela Sustentec, os agricultores familiares criaram a Cooperativa Gran Lago - Cooperativa de Produtores Orgânicos, com 24 cooperados distribuídos em cinco municípios do Oeste do Paraná (Vera Cruz do Oeste, São Pedro do Iguaçu, São José das Palmeiras e Diamante d´Oeste). Em 2009, foram destinados aproximadamente dez hectares para a produção de plantas medicinais como alcachofra, alfavaca folha, alecrim, carqueja, calêndula, capim cidreira, cavalinha chapéu de couro, cidrozinho, hortelã, melissa e poejo.
Para agregar valor à produção de espécies medicinais e fomentar arranjos produtivos locais, foi criada, na cidade de Pato Bragado (PR), a Unidade de Produção de Extratos, com capacidade de produção de extrato seco de 32 toneladas/mês, fornecendo extratos de plantas e atendendo a indústria alimentícia e farmacêutica. Além disso, a cooperativa conta com cinco estufas de produção de mudas de plantas medicinais instaladas nos municípios de Ramilândia, Mercedes, Vera Cruz do Oeste, São Pedro do Iguaçu e Diamante d’Oeste.
Segundo o presidente do Conselho de Administração da Sustentec, Euclides Lara Cardoso Júnior, no atual estágio do projeto os agricultores cultivam e comercializam a granel e na forma de chá (rasura) para os programas de segurança nutricional. “O processo de industrialização está sendo implantado, e a Unidade de Produção de Extratos opera de forma experimental”, explica.

Inclusão da agricultura familiar

Em 2006, foi assinado decreto que criou a Política Nacional de Plantas Medicinais, como parte das políticas públicas de saúde, meio ambiente, desenvolvimento econômico e social. Isto possibilitou a criação do Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNMF), que tem como objetivos melhorar o acesso da população a plantas medicinais e fitoterápicos, a inclusão social e regional, o desenvolvimento industrial e tecnológico, a promoção da segurança alimentar e nutricional, o uso sustentável da biodiversidade brasileira e a valorização e preservação do conhecimento tradicional associado das comunidades e povos tradicionais. O Comitê Nacional do PNMF é composto por 26 integrantes, entidades vinculadas aos ministérios e representantes da sociedade civil.
Entre as ações realizadas estão a capacitação, em vários estados, de recursos humanos, em especial de técnicos de assistência técnica e extensão rural e agricultores sobre manejo de plantas medicinais, incentivo à pesquisa, desenvolvimento tecnológico de inovações apropriadas à agricultura familiar, para manejo e produção/cultivo de plantas medicinais e incentivo à cadeia produtiva. Em 2010, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio da Secretaria da Agricultura Familiar (SAF), lançou uma Chamada de Projetos para a contratação de projetos na área de plantas medicinais e fitoterápicos, que selecionou o Instituto Agroflorestal Bernardo Hakvoot (IAF) e a entidade Produtores Associados para Desenvolvimento de Tecnologias Sustentáveis (Sustentec). Os projetos selecionados vão desenvolver, nos próximos 18 meses, ações voltadas para estruturar e fortalecer redes de negócios sustentáveis de plantas medicinais com foco no arranjo produtivo local e a promoção de geração de renda e agregação de valor.



Fonte: http://www.sonoticias.com.br

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Supermercados ucranianos cada vez mais vendem produtos orgânicos

Mais e mais cadeias de supermercados ucranianos oferecem aos seus compradores produtos orgânicos frescos. Isto é indicado pelos resultados do estudo "Avaliações dos supermercados ucranianos de acordo com a qualidade dos serviços do setor de frutas e verduras". O estudo foi apresentado na sétima conferência internacional "Legumes e Frutas da Ucrânia-2010" que teve lugar no "Expocenter",em Kiev, na Ucrânia, nos dias 1 e 2 de dezembro de 2010.
Oferecendo aos clientes produtos orgânicos frescos, as cadeias atraem os consumidores de alta renda, que não podem encontrar o produto orgânico nos pequenos mercados. Não é de surpreender que os departamentos de frutas e vegetais estejam presentes principalmente em redes de supermercados de Kiev, que estão situados no centro da cidade ou não muito longe do centro.
Todas as frutas frescas e vegetais encontrados em prateleiras de supermercados de Kiev são importados, principalmente de países da União Européia. Assim, os preços para este produto são superiores aos dos não-orgânicos, mesmo que seja importada do exterior também. Em contraste, os preços de frutas e legumes orgânicos na UE são de 10 a 50% maior do que os não-orgânicos.




Fonte: http://www.lol.org.ua

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Bem daTerra,uma paixão pela produção de alimentos


A Bem daTerra nasceu da reunião de duas famílias que estão há seguidas gerações no ramo do café e dos agronegócios: Vilela e Fontoura. Tem uma paixão pela produção de alimentos e pela lida da terra. Paixão que vem das raízes.
Hoje cultivam em terras brasileiras e exportam para o mundo, principalmente para o Japão, EUA e Emirados Árabes. Esta é a história de uma empresa que, com apenas seis anos de vida, cresceu, se multiplicou e abriu novas fronteiras.
Atualmente a Bem da Terra concentra sua atividade no cultivo de cafés especiais e de origem, vindos principalmente de regiões tradicionais como o Norte do Paraná (café orgânico), o cerrado e o sul de Minas – onde tem cultivado o café tradicional.
Existem duas espécies de cafés no mundo: arábica e robusta, sendo a primeira de frutos mais delicados e saborosamente sofisticados e a segunda de cafés mais resistentes, de maior produtividade, mas de qualidade inferior.
Os cafés de boa qualidade, os chamados gourmets, são feitos (ou deveriam ser feitos) exclusivamente a partir de grãos arábica, pois exibem aroma, complexidade de sabor, doçura, corpo e acidez mais expressivos. Como os cafés BemdaTerra.



Fonte: http://www.bemdaterra.com.br/

domingo, 19 de dezembro de 2010

O mercado orgânico do Oriente Médio possui o crescimento mais rápido

A Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos começam a apreciar os produtos orgânicos. Tanto que o Oriente Médio tornou-se o mercado que possui o recorde de crescimento mais rápido para a indústria orgânica.
O relato foi feito pelo "O Diário da Arábia" - durante a conferência de imprensa para a apresentação da Menope 2010 (Middle East Natural and Organic Product Expo 2010). Os organizadores afirmaram que o mercado regional de alimentos orgânicos tem um faturamento de aproximadamente US $ 300 milhões por ano, com a demanda crescendo a uma taxa de 20%.
Nadim Al fuqaha, um dos organizadores do evento que se dedica à indústria de orgânicos na região, explica que "o volume de demanda e vendas hoje reflete o estado do mercado europeu no final dos anos 80”. A comparação com outros países mostra que, apesar de um menor volume de negócios, o Oriente Médio é, para os produtos naturais e orgânicos, o mercado com o crescimento mais rápido.
Entre os países participantes no MENOPE 2010 estão; os Emirados Árabes Unidos, Itália, Estados Unidos, Reino Unido, Índia, Alemanha, Bélgica, China e Reino da Arábia Saudita, Filipinas.



Fonte: http://en.greenplanet.net

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Lei Brasileira de Orgânicos é discutida em Encontro de Biodiversidade em Registro


A Lei Brasileira de Orgânicos – LEI BR 10.831/03, que entra em vigor no dia 1 de janeiro de 2011, foi um dos pontos abordados no Encontro de Agrobiodiversidade que aconteceu no dia 4, no Recinto da Expovale e contou com a presença de Daniel Malvicino Nogueira, diretor do Departamento de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Registro, que fez a abertura do evento. A palestra de abertura sobre Legislação para Produção Orgânica, proferida por Antonio Carlos Freitas Vidal – zootecnista e gerente comercial do Instituto Biodinâmico.
Na palestra, foram passadas informações sobre a história da certificação no País, o histórico do mercado de produtos orgânicos e do processo de certificação que acontece atualmente. Conceitos como o que é agricultura convencional e orgânica, assim como os conceitos de biodiversidade, revolução verde foram repassados aos participantes na maior parte que já são ou se interessam pela produção alternativa de alimentos. Outro tema em discussão pelo palestrante foi o aumento da demanda por orgânicos no país e no mundo. O Brasil comercializa meio bilhão de reais de orgânicos (a grande maioria deste comércio está no Estado de São Paulo), e o Vale do Ribeira tem grande potencial neste segmento.
“A região tem agricultura familiar muito forte, ambiente propício para a agricultura orgânica. Há vinculo com a terra e baixo poder de compra de produto químico. E o Vale ainda dispõe de mão de obra”, explicou. Vidal também abordou a importância de se colocar um produto certificado no mercado. “A legislação de orgânicos entrará em vigor em 2011, estabelecendo critérios para todos os sistemas de produção animal ou vegetal, apícola, extrativista, alimentos processados, além dos critérios de certificação”.Entre os produtos do Vale certificados estão banana e hortaliças, além de mel e cachaça.
“A tendência, em longo prazo, é que os alimentos convencionais sejam mais caros que os orgânicos, por conta dos danos ambientais e do impacto no sistema de saúde. E em um período não muito distante os alimentos orgânicos terão preços similares aos convencionais”, acredita Tom. O uso da biodiversidade e da agricultura sustentável foram o ponto central do encontro, que disseminou informações sobre formas de produção sustentável para geração de renda. A intenção foi fortalecer e divulgar as cadeias produtivas da agrobiodiversidade, uma forte tendência e diferencial competitivo da região, bem como as ações do SEBRAE-SP junto aos produtores da região.

Panorama

O Vale do Ribeira abriga 40% do remanescente da Mata Atlântica, uma das áreas prioritárias para conservação deste bioma. Na região mais de 90% do Produto Interno Bruto depende das atividades agropecuárias. A maioria das propriedades rurais é de pequenos produtores, com reservas legais acima do mínimo exigido por lei e baixo grau de tecnificação.Os aportes da agroecologia para a Região do Vale do Ribeira foi o tema abordado por Manoel Baltasar, do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de São Carlos. “Diversificação e integração das atividades no agrossistema é o mote da agroecologia”, disse Baltasar, que aconselhou o aproveitamento dos recursos naturais como forma de produção sustentável. “Pode-se utilizar a floresta como recurso para extração sustentável do palmito.
Na agricultura familiar é possível inserir o animal no sistema de produção, reciclar fezes e urina e utilizá-las como adubos e fertilizantes. No caso do búfalo, além da produção de carne e leite, ele pode ainda ser utilizado como animal de tração”. A riqueza natural do Vale pode gerar renda, e exemplificou que hoje 30% da merenda escolar deve ser comprada da agricultura familiar.



Fonte: http://diariodeiguape.com

domingo, 12 de dezembro de 2010

Primar,a primeira fazenda de aqüicultura orgânica certificada do Brasil


A PRIMAR é uma empresa familiar, dirigida por Alexandre Alter Wainberg, biólogo marinho e mestre em ecologia aquática. Instalada no Sítio São Felix, em Tibau do Sul, no litoral sul do Estado do Rio Grande do Norte, possui 40 Ha de área de viveiros e apresenta condições ideais para aqüicultura. A propriedade já possuía tradição em aqüicultura e os viveiros datam do início da década de 50. Fundada em 1993, a PRIMAR iniciou sua produção com o cultivo convencional de camarões nativos.
Evoluiu ao longo de 10 anos para a prática do monocultivo do camarão do Pacífico, o Litopenaeus vannamei. Em 2002 alterou o rumo do seu desenvolvimento, dando ênfase à qualidade e iniciou a implantação do "Sistema PRIMAR de Aqüicultura Orgânica" de acordo com as diretrizes do IFOAM - International Forum of Organic Associations and Movements (www.ifoam.org). Em dezembro de 2003 a PRIMAR alcançou a certificação orgânica pelo Instituto Biodinâmico (www.ibd.com.br). A empresa s adota e promove práticas de manejo de baixo impacto ecológico, evidenciando a preocupação e respeito ambiental e social.De 93 à 99 a PRIMAR atendeu exclusivamente ao mercado interno, passando depois a exportar a sua produção.
Objetivando um comércio mais justo, a PRIMAR abre em 2004 sua venda direta, aproximando o produtor do consumidor e disponibilizando para o mercado interno um produto de qualidade internacional. Suas vendas estão direcionadas aos consumidores residenciais, restaurantes, hoteis, buffets, cattering, eventos, etc. A conversão da PRIMAR para aqüicultura orgânica teve início em maio de 2002, mas sua base filosófica vem sendo construída há mais tempo. O comprometimento da PRIMAR com os problemas ambientais remonta à 1996.
Várias ações já foram efetuadas no âmbito das organizações governamentais, como CONAMA, IBAMA, Ministério da Agricultura e IDEMA-RN, como também em instituições não governamentais, como na ABCC - Associação Brasileira dos Criadores de Camarão e na COOPERCAM - Cooperativa dos Criadores de Camarão do Rio Grande do Norte. Desde 1998 a preocupação com as questões ambientais tem sido divulgada em congressos e em artigos de revistas especializadas No Sistema PRIMAR de Aqüicultura Orgânica, os cultivos são isentos de produtos químicos, pesticidas, transgênicos, antibióticos e hormônios.
O cuidado em reproduzir nos viveiros um ambiente semelhante ao habitat natural dos organismos cultivados, reduz o stress do animal, proporciona seu crescimento de forma saudável, aumenta a sobrevivência, e minimiza a ocorrência de doenças. A produção é efetuada pelo manejo ecológico do ecossistema dos viveiros de modo a beneficiar as espécies cultivadas pela via natural da cadeia alimentar. Para o melhor aproveitamento dos diversos nichos ecológicos, os viveiros são povoados com espécies de diferentes requerimentos alimentares, buscando um equilíbrio e sinergia positiva entre os organismos.
Camarões marinhos, ostras, siris e peixes, crescem num mesmo ambiente, criando um ecossistema natural que aumenta e protege a biodiversidade. Os recursos naturais são conservados de maneira sustentável, de modo a reduzir os impactos ambientais no entorno e interior da propriedade. A PRIMAR efetua monitoramento constante da qualidade da água garantindo a inocuidade microbiológica dos seus produtos.




Fonte: http://www.primarorganica.com.br/

sábado, 11 de dezembro de 2010

O mercado mundial de alimentos orgânicos e bebidas está se recuperando da recessão econômica

O mercado mundial de alimentos orgânicos e bebidas está se recuperando da recessão econômica, com receitas projetadas para os EUA no valor de 60 bilhões de dólar este ano. Embora o crescimento tenha abrandado a partir de anos anteriores, as receitas nos E.U.A têm se expandido em três vezes a partir dos 18 bilhões de dólares em 2000. No seu novo relatório Global do mercado de alimentos e bebidas orgânicas o Organic Monitor concluiu que as vendas globais aumentaram apenas 4,7% em 2009, comparativamente há anos anteriores de expansão de dois dígitos.
O mercado europeu foi o mais afetado pela crise financeira, grandes varejistas de alimentos com suas gamas de produtos orgânicos diminuíram suas vendas devido à queda do poder de compra dos consumidores. O mercado de produtos orgânicos do Reino Unido se retraiu no ano passado, enquanto o mercado alemão estagnou. Em contraste, o mercado em alguns países - incluindo Portugal e França - mostrou superação, relatando taxas de crescimento superiores a 15%.
O mercado norte-americano de alimentos orgânicos e bebida continua mostrando um crescimento saudável. Ele superou o mercado europeu este ano, se tornando o maior do mundo. Embora os EUA já mostrassem um grande aumento nas fazendas orgânicas, o fornecimento de alimentos orgânicos continua aquém da demanda e os produtos orgânicos são importados de diversas regiões. A América Latina se tornou uma importante fonte de orgânicos como frutas, legumes, carnes, sementes e nozes.
O mercado de produtos orgânicos em outras regiões também está mostrando um crescimento saudável, especialmente na Ásia e na América Latina. A conscientização crescente dos consumidores da agricultura orgânica e o aumento da distribuição são os principais motores do crescimento do mercado nessas regiões. Os alimentos orgânicos estão se tornando amplamente disponíveis em grandes varejistas de alimentos, com o lançamento de alguns rótulos privados.
O Organic Monitor constatou a existência de projetos mundiais no setor de alimentos orgânicos e venda de bebidas que visam expandir as taxas de vendas a partir de 2011. A tendência segundo a pesquisa é de que as despesas de consumo subirão quando a economia mundial sair da recessão. Com o aumento da inflação dos alimentos se aproximando novamente, os preços dos produtos orgânicos estão previstas para aumentar.
O relatório considera que o diferencial de preço continua sendo um importante obstáculo para as taxas de adoção mais generalizada. Os preços elevados dos produtos orgânicos restringem a demanda de consumidores abastados. Um grande desafio é superar a percepção de que produtos orgânicos são caros. Apesar de alguns produtos orgânicos terem diferença de preço de apenas 15%,existe uma percepção dos consumidores que os alimentos orgânicos são caros. Projeções de crescimento futuro são dadas para a indústria de alimentos orgânicos.
A agricultura orgânica é praticada em 35 milhões de hectares em 154 países. O Organic Monitor espera um maior aumento nos campos agrícolas orgânicos nos países em desenvolvimento, enquanto a procura deverá manter-se concentrada nos países ricos. Embora a participação nas vendas da Ásia, Australásia e América Latina estão crescendo, os volumes de receitas permanece o mesmo na Europa e América do Norte. Os padrões orgânicos estão se tornando um entrave ao comércio mundial de produtos orgânicos. O número de padrões orgânicos está se proliferando, no entanto, há uma falta de harmonização entre as normas. Conseqüentemente, os produtores de alimentos orgânicos devem adotar padrões múltiplos para desenvolver uma presença internacional.
O Organic Monitor também vê convergência crescente entre orgânico e outros rótulos ecológicos. A crescente procura dos consumidores por produtos éticos e ecológicos está levando empresas de alimentos considerarem os vários rótulos ecológicos. As agências de certificação estão respondendo por integrar os valores da sustentabilidade em seus padrões orgânicos.
Assim, um número crescente de produtos biológicos são certificados como orgânicos e comércio justo. Esta evolução é mais evidente para as commodities, como café, chá, cacau e açúcar. O crescimento futuro da indústria de alimentos orgânicos é um dos principais temas da próxima Conferência de Alimentos Sustentáveis, que acontecerá em San Francisco nos dias 18 e 19 de janeiro de 2011. A conferência vai apresentar as últimas descobertas sobre o mercado mundial de alimentos orgânicos e bebidas, bem como as empresas irão mostrar que estão empurrando as fronteiras do setor de produtos orgânicos.



Fonte: http://www.organicmonitor.com

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Alimentos orgânicos na Irlanda


Um levantamento do Bord Bia national, indicou que 39% dos adultos estariam mais propensos a comprar alimentos orgânicos, como resultado das atividades realizadas durante o Now, uma série de 73 eventos de âmbito nacional, que ocorreu de 13-19 setembro na Irlanda.
O Bord Bia também informou que o valor das vendas de alimentos orgânicos aumentou de € 2.000.000 para € 23,5 milhões em um período de 12 semanas, tanto diretamente antes como depois da Semana Nacional Orgânica, quando comparado com o mesmo período em 2009.
O Ministro da Agricultura, Pescas e Alimentação Ciarán Cuffe felicitou o Bord Bia pelo sucesso da série de eventos Now. Ele também encorajou os agricultores a focar seus esforços de marketing para capitalizar a crescente demanda na Irlanda de alimentos orgânicos.
O Sr. Cuffe disse: "O aumento das vendas reflete a crescente preferência por gêneros, produzidos naturalmente, com a qualidade dos alimentos orgânicos”. "Volto a exortar os agricultores a aproveitar as oportunidades que existem no setor de orgânicos para atender a essa crescente demanda e para oferecer às suas famílias uma renda sustentável e um futuro promissor”. "Eu gostaria de parabenizar o Bord Bia sobre a organização desta semana de sucesso." O Bord Bia acredita que o aumento das vendas foi resultado direto dos eventos promocionais com um aumento das atividades durante a semana em si.



Fonte: http://www.meattradenewsdaily.co.uk/

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Setor de orgânicos recebe sugestões sobre produção e armazenamento


Interessados em enviar propostas e sugestões para o processamento, armazenamento e transporte de produtos orgânicos das áreas animal e vegetal têm prazo de 30 dias para participar da consulta pública do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As Portarias nº 1.131 e 1.332, publicadas no Diário Oficial da União (DOU) de terça e de quarta, 7 e 8 de dezembro, estabelecem as normas que devem ser seguidas pelos agricultores orgânicos.Na área animal, o regulamento define normas técnicas para os sistemas de produção orgânica de bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, equídeos, suínos, aves, coelhos, abelhas e animais aquáticos.
Na área vegetal, terão prioridade materiais de propagação originários de espécies vegetais tolerantes a pragas e doenças e adaptadas às condições de solo e clima. Devem também usar matéria orgânica reciclada como base do cultivo, manter a atividade biológica do solo, o equilíbrio de nutrientes e a qualidade da água. Os insumos não podem comprometer a estabilidade do habitat natural e do agroecossistema, nem representar ameaça ao meio ambiente e à saúde humana e animal.
“As medidas contribuem para o desenvolvimento da produção orgânica no país e para aumentar a confiança do consumidor”explica o coordenador de Agroecologia do Ministério da Agricultura, Rogério Dias. Ele informa que a qualidade dos produtos e ingredientes orgânicos deve ser preservada com cuidado, desde a produção até a comercialização. Para isso, o coordenador recomenda que os produtos orgânicos não se misturem com materiais e substâncias não permitidas; que atendam as exigências das legislações específicas; e sejam identificados para venda avulsa e por atacado.
As sugestões e propostas devem ser encaminhadas, até 7 de janeiro de 2011, para a Coordenação de Agroecologia do Ministério da Agricultura, no endereço: Esplanada dos Ministérios, Bloco D, Anexo B, sala 152, CEP: 70.043-900, Brasília (DF).



Fonte: http://www.canalrural.com.br

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Criada Associação Brasileira da Agricultura Familiar Orgânica


Na manhã desta quarta-feira (08-12), foi criada a Associação Brasileira da Agricultura Familiar Orgânica, Agroecológica e Agroextrativista (Abrabio), que reúne 51 empreendimentos da agricultura familiar de todas as regiões do país. O anúncio foi feito durante a abertura do 2º Encontro Nacional de Agricultura Familiar Orgânica, que prossegue até quinta-feira (09-12), no Instituto Bíblico de Brasília.
Na abertura do encontro, o secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Daniel Maia, destacou que a organização da associação permitirá a inserção dos produtos orgânicos em um processo mais forte de negociação com os mercados interno e externo. “A constituição dessa associação e o sucesso dela para o MDA é importante por ser uma possibilidade de reforçar um conjunto de exemplos que demonstram a necessidade do Brasil apostar no desenvolvimento do rural brasileiro e para contribuir na consolidação das políticas públicas do MDA desenvolvidas para o segmento”.
Daniel afirmou que o MDA há tempos vem desenvolvendo e trabalhando políticas públicas para o setor, a iniciativa de criação da associação vai garantir a produção e a comercialização dos produtos sustentáveis da agricultura familiar.“Que esta ação garanta o sucesso desse país na produção de alimentos e na geração de riquezas”.O diretor do Departamento de Geração de Renda e Agregação de Valor da Secretaria da Agricultura Familiar do MDA, Arnoldo de Campos, ressaltou que o momento é histórico.
“O MDA está apoiando esta ideia deste o início, com políticas públicas e programas do governo federal, com linhas de crédito do Pronaf, com o serviço da assistência técnica e extensão rural e com a participação dos empreendimentos nas feiras da agricultura familiar”.O diretor disse que existem hoje cerca de R$ 1,6 bilhão de recursos disponíveis do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) para compra de produtos orgânicos.
“Esses programas querem comprar produtos sustentáveis”, ressaltou Arnoldo.Arnoldo de Campos esclareceu que a Abrabio vai representar o interesse do mundo orgânico, potencializando a área de promoção comercial e promovendo um diálogo de desenvolvimento econômico sustentável. “O mercado de orgânicos tem crescido de 5% a 10% por ano.Outro grande desafio é fazer com que pequenos produtores se organizem e passem a ter mais capacidade para acessar o mercado consumidor”.Nesta quinta-feira (09-12), haverá a apresentação do processo eleitoral Abrabio e atividades voltadas para o planejamento estratégico do grupo.

A Abrabio

A associação foi criada para representar o universo de agricultores familiares, agroextrativistas, ribeirinhos, indígenas e quilombolas que trabalham com produtos orgânicos, sejam eles produzidos para uso naturais ou extraídos da natureza para confecção de artesanato. Os produtos dos empreendimentos associados já estão sendo exportados para 15 países.Segundo Iran Trentim, representante da Cooperafe e membro da comissão da Abrabio, a associação congrega hoje 12 mil famílias do meio rural de 18 estados brasileiros, com um faturamento anual de, aproximadamente, R$ 25 milhões. “A meta é expandir e saltar de 52 empreendimentos associados para 200 no decorrer de 2011”, relatou Trentim.
Iran falou da importância do momento em nome dos 51 empreendimentos presentes no encontro. “A Abrabio nasceu de um processo solidário que uniu o esforço de vários trabalhadores do campo, foi uma longa caminhada até chegarmos aqui. Temos que agradecer o apoio recebido das políticas do MDA, queremos avançar mais e crescer junto com o Brasil”, destacou.




Fonte: http://www.sonoticias.com.br

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

2ª Encontro de Agricultura Familiar Orgânica reúne rede de agricultores


O 2º Encontro Nacional de Agricultura Familiar Orgânica, reúne nesta quarta-feira (8), em Brasília (DF), no Hotel Lakeside, das 09 às 20 horas, representantes de organizações, empreendimentos e redes de agricultores familiares. O objetivo é a constituição da Associação Brasileira da Agricultura Familiar Orgânica, Agroecológica e Agroextrativista (ABRABIO). A atividade é promovida pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio da Secretaria da Agricultura Familiar (SAF), com o apoio da Cooperação Técnica Alemã (GTZ).


Fonte: http://www.adjorisc.com.br

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

As exportações de produtos orgânicos na Tunísia estão em alta

As exportações tunisianas de produtos orgânicos no ano de 2009-2010 registraram um aumento de 15% em volume e 30% em valor em comparação à temporada passada. A campanha de azeites apresentadas incentivaram os volumes de exportação.
Além disso, estão dando seqüência os programas de treinamento a fim de organizar e estruturar o setor, bem como a diversificação de atividades para atender às escolhas nacionais e seguir as recomendações do mapa agrícola nacional.


domingo, 5 de dezembro de 2010

Orgânicos da Mantiqueira


Orgânicos da Mantiqueira é uma Empresa dedicada a distribuição de produtos orgânicos e biodinâmicos, localizada na Serra da Mantiqueira, com sede no Município de Gonçalves (MG).Nasceu em 2003 a partir de uma forte necessidade da Associação Orgânicos da Mantiqueira – entidade que congrega os produtores rurais de Gonçalves e região – de escoar seus produtos. Este é o principal objetivo de nossa empresa: comercializar e distribuir frutas, legumes, hortaliças, além de produtos manipulados oriundos dessas culturas.
Eles buscam estabelecer uma relação comercial entre produtores e consumidores baseada na organização da agricultura familiar e dedicada, exclusivamente, a produzir alimentos orgânicos e biodinâmicos. Esta produção é direcionada a um consumidor preocupado com as questões da saúde, da qualidade de vida e da proteção e sustentabilidade do meio ambiente, características que conferem a este público um perfil muito mais consciente.
Seus alimentos são produzidos sem o uso de agrotóxicos e adubos químicos, através de métodos que não agridem a natureza e mantêm a vida do solo intacta, preservando a terra, matas, nascentes e a saúde dos produtores.Os Orgânicos da Mantiqueira, buscam sempre o caminho mais direto entre o produtor e o consumidor, privilegiando em seu trabalho a entrega de cestas em domicílio e feiras.


Fonte:http://www.organicosdamantiqueira.com.br

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

A USDA anuncia pesquisas no setor da agricultura orgânica e projetos de extensão

O Instituto Nacional de Alimentação e Agricultura (NIFA) órgão do USDA concedeu 30 bolsas para aumentar a capacidade dos produtores e processadores de orgânicos crescerem no mercado e aumentar a qualidade biológica dos produtos agrícolas. "Cada vez mais agricultores estão adotando práticas de agricultura orgânica para produzir alimentos de qualidade e aumentar o rendimento agrícola", disse Roger Beachy, diretor do NIFA."Estes projetos de pesquisa e extensão vão equipar os produtores com as ferramentas e recursos de que necessitam para operar de forma rentável e sustentável as fazendas orgânicas.
" O NIFA concedeu mais de 18 milhões dólares através da Investigação e da Iniciativa de Extensão (orei).A pesquisa da USDA cada vez mais está centrada na ciência que apóia o desenvolvimento de práticas sustentáveis na agricultura e silvicultura, incluindo a agricultura orgânica, tanto para reduzir os impactos negativos sobre o meio ambiente como manter os agricultores dos EUA competitivos.Além disso, mais de 4 milhões dólares foi concedido através do Organic Program (ORG). No ano fiscal de 2010, este programa esteve voltado para os serviços ambientais fornecidos pelos sistemas de agricultura orgânica que apóiam a conservação do solo e contribuem para a mitigação das alterações climáticas.
Práticas e sistemas abordados incluem os cultivos orgânicos para a produção animal (incluindo laticínios) e a integração de sistemas orgânicos de produção animal e vegetal. Desde a década de 1990, a agricultura orgânica norte americana tem registrado um crescimento forte. Agora, mais de dois terços dos consumidores dos EUA compram produtos orgânicos pelo menos ocasionalmente, e 28% compram produtos orgânicos semanalmente.


Fonte:http://www.usda.gov

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Colheita de maçãs orgânicas na europa em 2010 mantêm o mesmo volume de anos anteriores

A safra de maçãs orgânicas em 2010 na União Européia chegou a 93.000 toneladas, ou seja, aproximadamente o mesmo volume do ano passado, segundo dados divulgados pela agência alemã AMI (ex-ZMP), que coletou os dados de vários membros em diferentes regiões.As variedades Gala e Pinova são as emblemáticas desta temporada, com uma produção de cerca de 1.300 toneladas. A Golden também detém uma participação majoritária, especialmente no local de produção principal, que é o Sul do Tirol.
A cultura da Elstar teve uma diminuição na sua produção, caindo para 2.400 toneladas, bem como a Jonagold e a Topázio, que são menores do que os anos anteriores.Ao nível regional, a situação é comparável à regra geral. No sul dos Alpes os rendimentos são superiores do que nos países do norte.A gama de variedades de maçã orgânico é claramente maior do que as maçãs convencionais. Sendo que 90% da produção somos compostas de 15 variedades, com um percentual maior da Golden Delicious, seguido da Gala, Jonagold, Topázio, Braeburn e Elstar.


Fonte:http://en.greenplanet.net/

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Egito pressiona o setor orgânico


Os produtos orgânicos desempenharam um papel proeminente no Food-Fresh Gate, em Sharm El Sheik, Egito, principal evento internacional do setor de alimentos, realizado de 27 a 29 de Novembro.Passou-se 33 anos desde que o farmacologista Ibrahim Abouleish fundou a primeira fazenda biodinâmica no Egito, a nordeste do Cairo, a Fazenda Sekem. Desde então, o setor de orgânicos já percorreu um longo caminho na terra dos faraós.Hoje, as grandes explorações agrícolas, tais como a agro-alimentar Mafa,são os maiores produtores e exportadores de frutas e vegetais orgânicos.
Enquanto isso, a Sekem encontrou um lugar bastante importante no mercado orgânico internacional. O fenômeno orgânico no Egito está se expandindo para dezenas e dezenas de produtores de médio e pequeno porte também.A única conferência que foi organizada paralelamente à reunião de negócios foi na verdade sobre o desenvolvimento do setor orgânico no Egito. Empresas holandesas e dinamarquesas apresentaram-se como fornecedores de produtos e técnicas para controle de pragas e polinização de plantas.O Egito é apenas um exemplo do contínuo desenvolvimento da agricultura orgânica no Mediterrâneo. Sua concretude na atividade orgânica deve ser um exemplo para muitos.


Fonte:http://en.greenplanet.net/

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